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Por que devemos estar nas mídias sociais?

É por meio de procedimentos sistemáticos de análise da utilização das mídias sociais que a pesquisa de mercado pode inferir conhecimentos relativos a expectativas e tendências de consumo

Não é novidade que hoje as mídias sociais possibilitam a conexão das pessoas, a quebra das barreiras geográficas e uma reconfiguração do tempo e do espaço nas relações entre os seres humanos. Para completar, se pensadas num patamar mercadológico, o seu potencial se estende à identificação comportamental, à localização geográfica e à viabilização da conectividade entre indivíduos com interesses semelhantes – que, agrupados nestes espaços, estão revelando o que fazem, pensam e querem.

Do outro lado, temos a pesquisa de mercado preocupada em construir cenários projetivos a partir de radiografias de consumo, e de comportamentos que gerem consumo. Portanto, é também por meio de procedimentos sistemáticos de análise da utilização e consumo das mídias sociais, da sua dinâmica, das formas de utilização, das micro comunicações interpessoais cotidianas disponíveis, que a pesquisa de mercado pode inferir conhecimentos relativos a expectativas mercadológicas, propensões/tendências de consumo e percepções que mobilizam tais usuários-consumidores.

É justamente nesse lócus que vemos a “economia da recomendação” influenciar tendências, padrões de comportamento, desejos e atitudes de consumo de toda a gama de produtos disponíveis no mercado, resultando numa compreensão de tipos e expectativas de consumo a partir das trocas simbólicas que ocorrem nas redes socais. São os fãs, os amigos e os seguidores que, muitas vezes, ditam o “tom” do consumo.

A análise das mídias sociais e a sua regulamentação simbólica revela como os consumidores tem consciência de pertencimento a determinado grupo social. Se fizermos um link com o que disse Freud, que o que une os indivíduos em um grupo é uma identificação em torno de um objeto de amor, um grupo se configuraria em “[…] um certo número de indivíduos que colocaram um só e mesmo objeto no lugar de seu ideal de ego e, consequentemente, se identificaram uns com os outros em seu ego.” Em síntese: as pessoas gostam de estarem juntas para declararem “amor” ou “ódio” pelas marcas… e as redes socais potencializam, enormemente, isso!

Nesse cenário, das interações, compartilhamentos e utilização das mídias sociais e de suas camadas digitais de dados comportamentais, a observação desponta como uma peculiar ferramenta que auxilia na compreensão e na produção de radiografias dos contextos que pautam o mercado e a forma de se consumir na contemporaneidade.
A meu ver a premissa básica a ser considerada nesse cruzamento e incorporação entre o conhecimento dos consumidores (e seu comportamento de consumo) e as mídias ditas sociais é o fato de que, em todos os tempos, as atividades desenvolvidas pelos homens sempre estiveram relacionadas aos locais onde estes estavam. E se as pessoas estão nas redes sociais, falando, compartilhando, postando e informando é lá que também devemos estar para desvendarmos seus interesses, comportamentos e aspirações.

*Artigo produzido por: Diego Oliveira
Youpper Consumer & Media Insights

Fonte: Meio & Mensagem

Jovens assistem mais YouTube do que TV nos EUA

Apesar da virada da plataforma do Google, Netflix é o serviço de vídeo preferido dos jovens do país

Uma pesquisa do banco de investimento norte-americano Piper Jaffray apontou que pela primeira vez a porcentagem de jovens dos Estados Unidos que assistem diariamente ao YouTube ultrapassou a mesma porcentagem para TV a cabo.

Apesar da virada, o YouTube permanece no segundo lugar entre as plataformas de vídeo preferidas dos entrevistados. O campeão Netflix é assistido diariamente por 37% dos jovens.

A metodologia da pesquisa, no entanto, não considera o tempo que os jovens permanecem assistindo cada uma dessas telas. Segundo dados do YouTube publicados em matéria do Meio & Mensagem, o brasileiro assiste em média 8,1 horas semanais de conteúdo na plataforma, enquanto passa cerca 21,9 horas por semana em frente à TV tradicional.

Nas redes sociais, o Snapchat liderou a pesquisa da Piper Jaffray: 37% dos jovens acessam a rede diariamente. Em seguida vem o Instagram, enquanto Twitter e Facebook empatam na terceira posição.

Além da mídia digital, a pesquisa do Piper Jaffray também aponta comportamentos e hábitos de consumo do jovem dos Estados Unidos em segmentos como moda, alimentação e games.

Fonte: Meio & Mensagem

Facebook lança Workplace, plataforma social para empresas

Site tem recursos do Facebook, mas está ligado aos sistemas corporativos.
Acesso ao Workplace custará de US$ 1 a US$ 3 a empresas participantes.

O Facebook anunciou o Workplace, sua plataforma social voltada para empresas, nesta segunda-feira (10). O serviço funcionou durante um ano com uma versão de teste, e já acumula com cerca de mil clientes corporativos.

Workplace by Facebook é uma espécie de versão profissional da rede social criada por Mark Zuckerberg que pretende colocar em contato todos os funcionários de uma empresa ou organização através do telefone celular.

A plataforma “tem a ambição de mudar a forma de trabalhar das empresas, de dar voz a todos, de oferecer aos funcionários, inclusive os que até então não tinham um e-mail corporativo, as mesmas ferramentas de comunicação que usam em sua vida privada”, explicou à Agência Efe o diretor do projeto, Julien Codorniou.
O serviço é independente do Facebook, embora funcione de forma similar: também conta com um mural, chat, transmissões ao vivo (Facebook Live), grupos, traduções automáticas e ligações de voz e vídeo por IP.

Integrada ao sistema tecnológico de cada empresa, a plataforma pode ser utilizada pelos sistemas operacionais iOS, Android ou por meio de um navegador.
Codorniou afirmou que o serviço é fácil de usar, não necessita nenhum tipo de formação e melhora a produtividade empresarial ao simplificar a comunicação interna.
O Facebook trabalhou durante dois anos no desenvolvimento da plataforma, que pretende “conectar através do celular todos os empregados de uma empresa” independentemente do cargo ocupado. O sistema foi testado com clientes reais no último ano, durante o qual funcionou sob o nome de Facebook at Work.

Os preços do serviço serão definidos em função do número de funcionários das organizações: US$ 3 por usuário ativo ao mês para empresas de até mil empregados, US$ 2 para as empresas de 1.001 a 10 mil funcionários, e US$ 1 por usuário para as que tiverem mais de 10 mil profissionais.

As organizações sem fins lucrativos e as instituições educativas poderão utilizar o Workplace de forma gratuita. Segundo Codorniou, as tarifas são “razoáveis” se for levado em conta que um e-mail corporativo costuma custar US$ 6 ou US$ 7 por empregado.

O diretor detalhou que a fatura mensal dependerá do nível de uso: a empresa só pagará se seus empregados utilizarem a plataforma.
Cerca de mil organizações já trabalham com a Workplace by Facebook, entre elas Danone, Booking.com, Starbucks (nos Estados Unidos), Oxfam e Save the Children.
Além disso, a rede social indicou que iniciou um programa de colaboração com sócios – como Deloitte Digital, Edelman, Weber Shandwick ou Ketchum – para impulsionar a implantação da plataforma entre seus clientes.

Fonte: G1

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WhatsApp começa a compartilhar dados com Facebook; entenda o que muda

O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (25) uma mudança na forma como lida com os dados dos usuários, com o objetivo de compartilhar informações com o Facebook. A rede social é dona do mensageiro, considerado o aplicativo mais popular do Brasil. A mudança tem relação com uma atualização nos termos de serviço do WhatsApp, aquele conjunto de regras jurídicas com as quais todo internauta concorda ao instalar o programa.
O que significa WhatsApp em português? Veja essa e outras curiosidades
De acordo com o WhatsApp, essa é a primeira vez que os termos de uso e privacidade são alterados nos últimos quatro anos. Entenda o que muda para você.
Compartilhamento com o Facebook
A imagem que você vê abaixo retrata uma mensagem que os usuários do WhatsApp passarão a receber a partir de hoje nos smartphones com Android e nos iPhones (iOS). Será desta forma que o WhatsApp pedirá autorização para vincular o número de celular com o perfil no Facebook.

Os usuários que não quiserem o compartilhamento dos dados terão “até 30 dias para decidir se gostariam de concordar e continuar utilizando o WhatsApp”. O WhatsApp esclareceu ao TechTudo que não será mais possível rejeitar a mudança depois que o prazo de 30 dias acabar. Além disso, os novos usuários serão obrigados a aceitar a nova política de privacidade e termos de uso para usar o aplicativo – eles não terão escolha.
A integração do WhatsApp com o Facebook permitirá à rede social saber “com que frequência as pessoas usam nosso aplicativo e também conseguiremos ser mais eficazes no combate ao spam”. A mudança nos termos de serviço também possibilitará “melhores sugestões de amizade e anúncios mais relevantes” no Facebook.
A lógica é a seguinte: ao trocar mensagens com uma loja pelo WhatsApp, a possibilidade de ver uma propaganda desta loja no Facebook aumenta. Além da rede social, o compartilhamento dos dados também poderá valer para outros aplicativos mantidos pelo Facebook, como o Instagram e o MSQRD.
O escritório do WhatsApp ressaltou que não vai exibir publicidade estilo banner – como as imagens publicitárias vistas em páginas da internet – nas janelas do mensageiro. “Por exemplo, você poderá receber notificações sobre o status do voo de sua viagem, um recibo de uma compra que você tenha feito, ou uma notificação assim que uma entrega tenha sido feita. Mensagens de marketing que você venha a receber poderão conter ofertas de algo que lhe interesse”, explica a documentação oficial do aplicativo.

Criptografia e privacidade

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Apesar de explorar os dados dos usuários para gerar mais receita para o Facebook, o WhatsApp afirma que continua comprometido com a proteção das mensagens enviadas a amigos e grupos. A criptografia de ponta a ponta foi ativada no primeiro semestre de 2016 e impede que o próprio WhatsApp, o Facebook e terceiros interceptem o conteúdo das mensagens em texto, imagem ou vídeo.
“Nós também não iremos vender, compartilhar ou disponibilizar o seu número de telefone para anunciantes”, informa a nota.

Fonte: TechTudo

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Anúncios no Facebook poderão ser direcionados para usuários que mais acessam site da marca

O Facebook adicionou um novo filtro para a criação de público-alvo personalizado em anúncios. Segundo o Adweek, agora os anunciantes poderão selecionar os usuários de acordo com o tempo médio que cada um passe em seu site.

Será possível categorizar os mais ativos e selecionar apenas os que estejam em sua estratégia de veiculação. A novidade facilitará classificar e selecionar as pessoas que estejam realmente interessadas em seu produto/serviço, resultando em uma maior taxa de conversão.

A novidade ainda não está disponível no Brasil, mas deve ser lançada em breve.

Rohan Dhawan, especialista em marketing digital, publicou um vídeo sobre como funciona a novo filtro. Confira:

 

Fonte: Adnews.

Mark Zuckerberg compartilha como será o Facebook em 2026

Não é todo dia que ouvimos Mark Zuckerberg falando sobre o Facebook, internet e como ele vê o futuro de tudo isso. Não é todo dia que o CEO e cofundador da maior rede social do planeta fala abertamente com a imprensa ou dá entrevistas exclusivas. Hoje, no entanto, parece um dia especial.

Ao site The Verge, Mark Zuckerberg deu uma extensa entrevista. Falou sobre como imagina o futuro de sua empresa, da internet, das comunicações, falou sobre robôs, inteligência artificial e realidade virtual. Pouca coisa ficou de fora.

Após dez anos de existência, ele explica, o Facebook finalmente entendeu qual é seu motivo de existir: conectar as pessoas que não têm conexão com a internet. Para isso, a empresa precisa superar três obstáculos diferentes, que são acessibilidade, disponibilidade e conscientização.

A principal entre elas é a disponibilidade das redes. “Mesmo que tivessem um telefone, essas pessoas não teria um sinal [de internet], já que não há nenhuma fibra ou nenhuma rede de banda larga móvel onde eles vivem”, explica Zuckerberg. E esse não é um problema isolado. Ele afirma que 1,6 bilhão de pessoas convivem com esse obstáculo à conexão.

Foi a partir dessa questão que a empresa viu que precisa desenvolver tecnologias alternativas. As ideias são variadas. Nesta semana, por exemplo, aconteceu o voo inaugural de Aquila, um avião movido a energia solar que envia sinal de internet enquanto sobrevoa uma região.

Zuckerberg era um dos presentes neste primeiro voo. “Sabe, se você me dissesse, quando eu ainda estava começando o Facebook, que um dia eu iria construir aviões, eu diria que você era louco”, disse. “Porém, os aviões são muito importantes para cumprirmos a missão de conectar todo o mundo.”

Para vencer a questão da acessibilidade, Zuckerberg sugere duas aproximações: tornar os dados mais baratos ou então utilizar menos dados. O Facebook tem planos nessa área, como você já deve imaginar. Fornecer desenhos e tecnologias sem cobrar direitos de uso é uma dessas estratégias.

“Se podemos salvar os bilhões da indústria de telecomunicações, isso será revertido na forma de preços mais baixos de dados para os consumidores”, diz ele, de forma otimista.

A última questão é conscientizar pessoas que podem ter internet, mas que nunca tiveram a experiência e acham que se conectar é algo dispensável. O Facebook trabalha com o Free Basics para essas pessoas. O programa permite o acesso de graça a serviços essenciais. A conclusão é que depois de ver um novo mundo, as pessoas aceitam pagar pelo acesso.

Realidade virtual e aumentada

Assim como ele já havia dito em uma apresentação na convenção F5, ele descreveu o avanço do conteúdo na rede na entrevista. No início, tudo era texto. Depois, a internet foi ganhando vida com fotos e, posteriormente, vídeos. “Mas esse não é o fim da linha”, diz ele se referindo à realidade virtual como próximo passo.

Ele acredita que serviços como Facebook, Messenger e WhatsApp terão interface especial para uso em dispositivos de realidade virtual. “Você terá óculos ou até lentes de contato. Você poderá olhar ao redor, ver coisas diferentes e interagir com todas elas usando as suas mãos”, sonha o CEO.

Junto com a realidade virtual, também teremos interfaces com realidade aumentada–e o Facebook já faz pesquisas nessa área. “Na minha mente, a realidade virtual é mais fácil de ser construída e levada a muitas pessoas, foi por isso que começamos com ela, do ponto de vista de produto. Mas também estamos pesquisando realidade aumentada de forma muito séria também.”

Inteligência artificial

Para Zuckerberg, a inteligência artificial se divide em dois campos: reconhecimento de padrões e uma categoria gigantesca de aprendizado não supervisionado. Ele acredita que o reconhecimento de padrões pode melhorar a vida de muitas pessoas. A tecnologia poderia descrever imagens para deficientes visuais, identificar doenças de forma mais ágil e até identificar quais drogas funcionariam melhor em caso de certas doenças.

“É importante lembrar que isso não é nenhuma mágica, certo? É matemática, estatística e reconhecimento de padrões, combinados ao uso de uma grande quantidade de dados”, explica.

Robôs

“Mensalmente, milhões de pessoas fazem perguntas a páginas do Facebook sobre informações do negócio”, explica Zuckerberg como a fonte da ideia da criação de robôs que conversam no Messenger. Com isso, não seria preciso ter uma pessoa, que leva horas ou dias, para uma simples resposta. Tudo ficaria automatizado.

“Eu não acho que conversação seja a melhor maneira de se interagir com tudo, mas acho que pode ser 10 ou 100 vezes melhor do que a forma como as pessoas interagem com estabelecimentos comerciais hoje”, explica.

Fonte: Exame.

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Facebook inicia adoção de ‘conversas secretas’ no Messenger

O Facebook anunciou que usuários começaram a receber a opção de “conversas secretas” pelo aplicativo para celular do Messenger. A opção ativa a criptografia nas conversas nos mesmos moldes e com a mesma tecnologia do WhatsApp, que pertence ao Facebook. Porém, diferente do WhatsApp, o recurso não está ativado por padrão em todas as conversas do Messenger.

A criptografia tem por objetivo impedir que mensagens interceptadas possam ser lidas pelo interceptador. A criptografia dificulta a atuação de criminosos, mas também impõe um grande obstáculo à polícia. Como as chaves necessárias para decodificar a conversa ficam só no celular, as autoridades não podem solicitar as mensagens armazenadas pelo Facebook – a versão da mensagem que a rede social possui está embaralhada e ilegível.

O diretor de segurança do Facebook, Alex Stamos, publicou no Twitter algumas explicações para o recurso de segurança do Messenger não estar ativado por padrão. Um dos problemas é a compatibilidade entre dispositivos. Uma vez que a conversa secreta for iniciada no celular, ela fica ilegível no computador, no tablet e em qualquer outro dispositivo no qual o Facebook for acessado.

A tecnologia ainda tem outras limitações, como a incompatibilidade com conversas de voz e vídeo. Além disso, o recurso de busca não consegue encontrar mensagens que foram trocadas em uma “conversa secreta”.

Por causa disso, explicou Stamos, não faz sentido que a criptografia seja ativada por padrão no Facebook Messenger nesse momento.

Para iniciar uma conversa secreta, é preciso abrir as opções do contato no aplicativo e procurar a opção lá. Porém, o recurso não está disponível para todos os usuários. O Facebook não informou um cronograma para a disponibilidade do recurso.

 

Conversas secretas no Facebook Messenger têm cor diferente e cadeado na foto do contato. (Foto: Divulgação/Facebook)

Com a novidade, a usabilidade do Facebook Messenger fica parecida com a do Telegram, cuja criptografia também só é ativada quando o usuário abre um “chat secreto”.

A inclusão de criptografia ponta-a-ponta no Messenger também isola o Google, que ainda não tem oferta semelhante. O mensageiro Allo, que deve ter criptografia, ainda não foi lançado. A extensão “End to End” para o Chrome, que deveria adicionar recursos de criptografia ao Gmail, foi prometida em 2014 e ainda não está pronta.

Fonte: G1.

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Facebook testa novo layout de página parecido com o Orkut

Facebook testa novo layout de página que aproxima rede social do Orkut. (Foto: Reprodução/Facebook)Facebook testa novo layout de página que aproxima rede social do Orkut. (Foto: Reprodução/Facebook)

O Facebook começou a testar um novo layout que faz as páginas do site parecerem com o Orkut.

A mudança começou a ser percebida por donos de páginas brasileiras nesta quarta-feira (29). O Facebook confirmou ao G1 que conduz o teste. “Estamos testando um novo layout para páginas no desktop para transformar este recurso em algo mais útil para as pessoas e facilitar a interação com páginas de empresas, por meio de uma foto de capa maior e botões de ação mais proeminentes”, afirmou uma porta-voz da empresa.

Um dos que notou a mudança foi, Euller Castro, administrador da “Designers Cristãos”. Para ele, a alteração gera desconforto mas traz “mais espaço tanto para informação quanto pra imagens”. Ele também destacou as semelhanças com os perfis de usuários do Orkut, rede social encerrada em 2014 que foi líder entre os sites do gênero no Brasil até 2012.

A comparação entre as duas redes sociais é compreensível. Assim como no Orkut, a imagem de exibição da página deixa de ser sobreposta à imagem de cobertura, inexistente na rede social aposentada, e passa a ocupar a lateral esquerda. O menu de informações passa a ocupar o espaço abaixo da foto.

Até os itens indicados aproximam as duas redes. Enquanto o Facebook lista ícones para “Página Inicial”, “Fotos”, “Sobre”, “Curtidas”, “Vídeos”, “Instagram Feed”, “YouTube” e “Publicações”, o Orkut mostrava “minhas atualizações”, “scraps”, “fotos”, “vídeos”, “depoimentos”, “aniversários” e “conversas”.

As similaridades continuam. Do lado direito, o Facebook mostra as pessoas que “curtiram” a página. No Orkut, esse espaço era destinado aos amigos.

Também há diferenças. O centro do novo layout testado pelo Facebook reúne as publicações da própria página. No Orkut, esse espaço era destinado a depoimentos de conhecidos.

O Facebook não informa quando a nova aparência das páginas será implatada.

Layout dos perfis de usuários no Okut. (Foto: Reprodução/Orkut)Layout dos perfis de usuários no Okut. (Foto: Reprodução/Orkut)
Fonte: G1.
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Facebook vai priorizar post de amigo e familiar

Sabe aquela foto do aniversário do seu primo que você vê no Facebook três dias após as velinhas terem sido sopradas? Isso deve deixar de ocorrer, porque a rede social começa a partir desta quarta-feira (29) a priorizar a exibição de publicações como essa no Feed de Notícias, o repositório de posts do site.

O Facebook inicia uma mudança no ranqueamento das publicações, para exibir no topo o que amigos e familiares compartilham e depois o que é produzido por páginas. A mudança chegará a todos os 1,6 bilhão de usuários e será concluída dentro de alguns meses.

“No contexto em que vemos que outros usuários [páginas de marcas e personalidades] estão publicando cada vez mais no Facebook, queremos assegurar que amigos e familiares ainda são a peça chave da experiência”, afirmou ao G1 Adam Mosseri, vice-presidente de produto do Facebook. Apesar de afetar o que os usuários veem, a alteração ocorrerá no sistema que move o Facebook, ou seja, no algoritmo que seleciona as publicações a serem exibidas.

Grau de interesse
A ordem do que vai parar no Feed de Notícias é definida com base em um “score de relevância”. Ele é um índice que leva em conta as características das postagens que mais surtem efeito com cada usuário para tentar replicar esse sucesso. São levados em conta detalhes como o autor da publicação, a forma (texto, imagem ou vídeo), o horário, a quantidade dos comentários recebidos e seus autores, além da data (antiga ou atual?).

“Nós olhamos todas essas histórias e tentamos estimar ou adivinhar quais delas vão interessar a você”, explica. “Tentamos prever de quais publicações você vai gostar, em quais delas você vai querer comentar, quais delas você vai querer compartilhar.”

Se ficou difícil de entender, Mosseri explica: “Se eu gosto dos posts do meu irmão e ‘curto’ tudo que ele publica, nós vamos assumir que é mais provável que você curta outra publicação do seu irmão quando ela surgir no seu Feed de Notícias”.

Amigos e familiares primeiro
A partir de agora, as publicações de amigos e familiares terão maior peso quando o “score de relevância” estiver decidindo o que será exibido primeiro.

A rede social promove essa mudança de curso para que os usuários não tenham que rolar muito a página até começar a ver o que seus conhecidos andam compartilhando. “Conectar as pessoas a seus amigos e familiares é a proposição mais valiosa, sob a qual a companhia foi construída.”

Informação e entretenimento
O Facebook também definiu ainda que as publicações com maior peso no Feed, depois das de pessoas próximas, serão as informativas. “As pessoas gostam de aprender coisas no Facebook, pode ser por uma notícia ou por uma reportagem.”

Publicações de entretenimento também terão seu valor, mas menor que as noticiosas. “Nós sabemos que as pessoas vêm ao Facebook para se divertir, para ver um vídeo engraçado, para rir de algo”, comenta Mosseri.

Ao detalhar como funciona o ranqueamento de postagens, o Facebook reforça que não tende a indicar artigos de um determinado viés político, suspeita levantada pelo site “Gizmodo”. Ex-funcionários da rede social disseram que a lista de tendências da rede social suprimia histórias conservadoras. Segundo a rede social, a listagem de posts populares assim como o ranqueamento é feita com base no que o usuário costuma querer ver. “Essa mudança é feita para que as pessoas passem a ler mais histórias de seus amigos, a ter acesso a conteúdos em que estão mais interessadas”, diz o gerente.

O Facebook nega ainda que a mudança seja uma resposta à queda nas postagens pessoais. Segundo o site “The Intercept”, o número de publicações de usuários comuns caiu a uma taxa de dois dígitos em 2015 – isso seria o motivo para a empresa apostar tanto nos vídeos ao vivo, que recebem mais comentários e “curtidas” do que as outras publicações na rede social. “Compartilhar no Facebook ainda é estável e saudável”, afirmou Mosseri.

Publicadores em baixa
A rede social avalia que a alteração de prioridade será um baque para publicadores que usem o site como plataforma de distribuição de conteúdo. “Antes de introduzir uma mudanças dessas, o Facebook sempre considera seu efeito sobre o ecossistema”, comenta Mosseri. “A gente espera que os publicadores percebam uma queda no alcance das páginas e no ‘referal’ [compartilhamento de um post de uma página feito por outra pessoa]. Essas mudanças podem variar de publicador para publicador.”

A saída para donos de páginas será esperar que as pessoas espalhem seus conteúdos. “Se eu compartilho o link de uma página de publicador, isso é considerado como o post de um amigo e tende a ir melhor. Quanto mais os publicadores confiarem no compartilhamento de seu conteúdo pelas pessoas, menos eles serão afetados por essas mudanças.”

Fonte: G1.

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Conheça os novos botões de ”Curtir” do Facebook

Não se assuste se as publicações no Facebook começarem a serem bombardeadas por carinhas amarelas com nomes engraçados como “Uau”, “Amei” e “Grr”. Desde a última quarta-feira (24), os usuários do Facebook no Brasil já estão fazendo mais do que “curtir” um post na rede social. O site liberrou as “reações”, botões em forma de emoji que expressam mais do que só a aprovação do “joinha”.

Depois de mais de um ano em desenvolvimento e mistério, o Facebook finalmente apresentou e começou a aplicar os novos botões de “Curtir” na rede social.
A partir de agora, você não vai apenas dizer se gostou ou não de fotos ou textões no site: as chamadas “Reactions” (“Reações”) são um menu de possibilidade que expandem os sentimentos que podem ser demonstrados na rede social.
Ao segurar o dedo no botão de “Like” (“Curtir”) do app do Facebook para dispositivos móveis ou deixar o mouse parado em cima da mão com o polegar para cima no desktop, o menu será expandido na hora. As novas opções são, além do Like, “Love”, “Haha”, “Wow”, “Sad” e “Angry”.

A rede social entende que a aceitação à novidade será um pouco complicada, já que altera uma função clássica do site. Porém, o Facebook alega que a novidade foi aprovada depois que a empresa ouviu usuários ao redor do mundo e notou que vários comentários já eram feitos com os adesivos (“stickers”) que expressavam emoções.

As “Reações” já estão disponíveis para todos os usuários ao redor do mundo, mas a ativação delas nas versões web e mobile não acontecerá em todos os países ao mesmo tempo. Por isso, fique de olho nas atualizações do seu tablet ou smartphone ou nas novidades da página no navegador.

Você pode ver outro comercial lançado pelo Facebook sobre a novidade clicando aqui

Fonte: Tecmundo

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Facebook lança campanha de combate ao mosquito transmissor do zika vírus

O Facebook, juntamente com a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), lançou na segunda-feira (18) uma campanha online para ajudar no combate ao mosquito Aedes aegypti. A campanha, que na rede social usa a hashtag #saizika, quer conscientizar os usuários da rede social sobre os perigos do mosquito, que transmite doenças como a dengue, chikingunya e, agora, o zika vírus.

Com essa conscientização, espera-se que o combate ao mosquito transmissor de tais doenças seja intensificado, com mais pessoas eliminando focos de procriação do inseto. Atualmente, 199 municípios brasileiros encontram-se em situação de risco.

Para assistir os vídeos, basta entrar na página do Facebook Brasil:  www.facebook.com/FacebookBrasil

Fonte: Techtudo

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Após nascimento de filha, Mark Zuckerberg promete doar 99% de ações do Facebook

CEO da rede social criou um Instant Articles para divulgar o nascimento de sua filha Max e também a doação de 99% de suas ações do Facebook para a Chan Zuckerberg Iniciative, uma organização cujo objetivo é reunir pessoas em todo o mundo para promover o potencial humano e promover a igualdade para todas as crianças da próxima geração.

Em uma carta dedicada à recém-nascida Max, o casal diz que fará a doação – estimada em US$ 45 bilhões – com o objetivo de “fazer um mundo melhor para sua filha crescer”.

“Sua mãe e eu não temos palavras para descrever a esperança que você nos dá para o futuro. Você já nos deu um motivo para refletir sobre o mundo em que queremos viver”, escreveu o empresário.
Segundo o anúncio, Zuckerberg doará suas ações para a Chan Cuckerberg Initiative, uma organização que leva o nome de sua esposa e que tem por objetivo “avançar o potencial humano e promover igualdade para crianças das próximas gerações”.

O CEO do Facebook descreveu na carta o mundo onde quer ver sua filha crescer. “É um mundo no qual essa geração pode desenvolver o potencial humano e promover igualdade, curando doenças, personalizando o aprendizado, aproveitando energias limpas, conectando pessoas, construindo comunidades fortes, reduzindo a pobreza, promovendo direitos iguais e espalhando compreensão pelas nações”, afirmou.
“Nós daremos 99% das nossas ações do Facebook – que atualmente valem US$ 45 bilhões – durante nossas vidas para avançar nesta missão. Nós sabemos que isso é uma contribuição pequena perto de todos os recursos e talentos de outras pessoas que já trabalham para melhorar essas questões. Mas queremos fazer o que podemos, trabalhando juntamente com tantos outros.”

A carta destacou o papel importante da tecnologia para conseguir alcançar as metas do casal em “potencial humano e igualdade”.
“Boa parte das oportunidades melhores que aparecerão para a sua geração virão depois que todos tiverem acesso à internet”, afirmou Zuckerberg na carta para a filha.

 

Fonte: BBC Brasil

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