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Agora é possível assistir séries e filmes da Netflix sem internet

Netflix anunciou no seu Twitter que agora é possível ver as séries e filmes do catálogo completamente offline, ou seja sem internet. A novidade já chegou e para ter acesso basta atualizar o app da empresa no seu smartphone ou tablet com Android ou iOS.

Vale ressaltar que o catálogo completo ainda não está disponível, mas as séries e filmes originais como Orange is The New Black, Narcos e The Crown já estão lá para download. A novidade está sendo liberada aos poucos, então se você não encontrar a função logo de cara… “tente novamente mais tarde”.

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Não será cobrada nenhuma taxa adicional para usar o serviço, mas é necessário ter um aparelho com iOS 8 (ou superior) ou um Android com a versão 4.4.2 (ou superior).

O tamanho de cada download varia de programa para programa. Você pode gerenciar seus downloads na aba “My Downloads” do aplicativo da Netflix.

Fonte: Jovem Nerd.

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Por que devemos estar nas mídias sociais?

É por meio de procedimentos sistemáticos de análise da utilização das mídias sociais que a pesquisa de mercado pode inferir conhecimentos relativos a expectativas e tendências de consumo

Não é novidade que hoje as mídias sociais possibilitam a conexão das pessoas, a quebra das barreiras geográficas e uma reconfiguração do tempo e do espaço nas relações entre os seres humanos. Para completar, se pensadas num patamar mercadológico, o seu potencial se estende à identificação comportamental, à localização geográfica e à viabilização da conectividade entre indivíduos com interesses semelhantes – que, agrupados nestes espaços, estão revelando o que fazem, pensam e querem.

Do outro lado, temos a pesquisa de mercado preocupada em construir cenários projetivos a partir de radiografias de consumo, e de comportamentos que gerem consumo. Portanto, é também por meio de procedimentos sistemáticos de análise da utilização e consumo das mídias sociais, da sua dinâmica, das formas de utilização, das micro comunicações interpessoais cotidianas disponíveis, que a pesquisa de mercado pode inferir conhecimentos relativos a expectativas mercadológicas, propensões/tendências de consumo e percepções que mobilizam tais usuários-consumidores.

É justamente nesse lócus que vemos a “economia da recomendação” influenciar tendências, padrões de comportamento, desejos e atitudes de consumo de toda a gama de produtos disponíveis no mercado, resultando numa compreensão de tipos e expectativas de consumo a partir das trocas simbólicas que ocorrem nas redes socais. São os fãs, os amigos e os seguidores que, muitas vezes, ditam o “tom” do consumo.

A análise das mídias sociais e a sua regulamentação simbólica revela como os consumidores tem consciência de pertencimento a determinado grupo social. Se fizermos um link com o que disse Freud, que o que une os indivíduos em um grupo é uma identificação em torno de um objeto de amor, um grupo se configuraria em “[…] um certo número de indivíduos que colocaram um só e mesmo objeto no lugar de seu ideal de ego e, consequentemente, se identificaram uns com os outros em seu ego.” Em síntese: as pessoas gostam de estarem juntas para declararem “amor” ou “ódio” pelas marcas… e as redes socais potencializam, enormemente, isso!

Nesse cenário, das interações, compartilhamentos e utilização das mídias sociais e de suas camadas digitais de dados comportamentais, a observação desponta como uma peculiar ferramenta que auxilia na compreensão e na produção de radiografias dos contextos que pautam o mercado e a forma de se consumir na contemporaneidade.
A meu ver a premissa básica a ser considerada nesse cruzamento e incorporação entre o conhecimento dos consumidores (e seu comportamento de consumo) e as mídias ditas sociais é o fato de que, em todos os tempos, as atividades desenvolvidas pelos homens sempre estiveram relacionadas aos locais onde estes estavam. E se as pessoas estão nas redes sociais, falando, compartilhando, postando e informando é lá que também devemos estar para desvendarmos seus interesses, comportamentos e aspirações.

*Artigo produzido por: Diego Oliveira
Youpper Consumer & Media Insights

Fonte: Meio & Mensagem

Rede social Vine chega ao fim

O Twitter vai descontinuar o Vine e acabar com o app oficial. Descanse em paz, Vine. O anúncio, postado no Medium, veio pouco depois de o Twitter anunciar seus mais recentes resultados financeiros trimestrais.

• Os astronautas da Estação Espacial Internacional criam os melhores vídeos para o Vine
• O primeiro Vine do espaço sideral acompanha uma órbita da Terra em seis segundos

O app do Vine vai ser encerrado “nos próximos meses”, mas os Vines já criados continuarão existindo.

Do post feito no Medium:

Nada vai acontecer aos apps, site ou seus Vines hoje. Valorizamos você, seus Vines, e vamos fazer isso da forma certa. Você vai poder acessar e baixar seus Vines. Vamos manter o site online porque achamos que é importante continuar podendo assistir a todos os Vines incríveis que foram criados. Você será notificado antes de fazermos qualquer mudança ao app ou site.

Adquirido pelo Twitter antes do lançamento em 2013, o Vine ajudou a dar início à moda dos vídeos curtos que continua existindo hoje em apps como Snapchat e Instagram.

É uma péssima notícia para os criadores de conteúdo do Vine, muitos dos quais conseguiram transformar isso em uma carreira real (como Shawn Mendes). E isso também mostra como as coisas andam ruins no Twitter, que sofre para fortalecer um produto que tinha cerca de 200 milhões de usuários mensais (ou, ao menos, espectadores).

Em notícias provavelmente relacionadas, o Twitter vai demitir 9% dos seus funcionários.

[Medium]

Foto por Esther Vargas/Flickr

Fonte: Gizmodo Brasil

Microsoft apresenta Surface Studio e Windows 10 que exibe conteúdo 3D

PC all-in-one tem tela fina e custará US$ 3 mil nos EUA.
Em 2017, Windows 10 ganhará integração com realidade virtual.

A Microsoft revelou nesta quarta-feira (26) um computador de alta performance destinado a designers, artistas e profissionais criativos, assim como uma atualização do sistema operacional Windows 10 que passa a mostrar conteúdo 3D.

A gigante americana da informática anunciou o seu primeiro computador de mesa, o Surface Studio, que compete com o iMac e o Mac Pro da Apple.

“Estamos criando uma nova categoria que transforma a sua mesa em um estúdio criativo”, disse o diretor-executivo da Microsoft, Satya Nadella, durante a apresentação do produto, em Nova York.

Com uma tela LCD de 28 polegadas sensível ao toque, apresentada como “o monitor de desktop mais fino já criado”, o computador faz parte da linha de tablets e laptops da Microsoft para o segmento premium, em um desafio à Apple.
O novo PC tem resolução ultra HD 4.5K, oferecendo 13,5 milhões de pixels, mais do que a maioria dos novos televisores de alta definição. O Surface Studio custará US$ 3 mil e estará disponível em “quantidades limitadas” para a temporada de festas no final do ano, e terá mais unidades disponíveis em 2017.

A Microsoft anunciou também uma versão atualizada do seu computador portátil, o Surface Book i7, com gráficos melhorados e uma bateria que dura 16 horas. Estará à venda a partir de novembro por US$ 3 mil.

Os produtos Surface permitem aos usuários criar conteúdo na tela com uma caneta stylus especial, e a Microsoft introduziu um novo dispositivo chamado Dial, que se acopla à tela e oferece controles adicionais, como a visualização da linha do tempo de uma criação.

Windows 10 3D

A Microsoft revelou também que a partir do início de 2017 vai oferecer uma nova atualização para seu sistema operacional Windows 10, que entre outras coisas permitirá aos usuários criar conteúdo 3D e mergulhar em uma realidade virtual e aumentada.

O novo “Windows 10 Creators Update” estará disponível gratuitamente para as 400 milhões de pessoas que já têm o Windows 10. A atualização oferece “novas formas de criar e jogar”, disse o vice-presidente da Microsoft, Terry Myerson.

O novo sistema permitirá a utilização de um aplicativo de captura 3D para dispositivos móveis e uma nova versão para objetos tridimensionais do popular programa Paint. O sistema também vai permitir aos usuários adicionarem emoticons 3D e manipular conteúdo 3D criado por eles ou digitalizado.

Fonte: G1

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Jovens assistem mais YouTube do que TV nos EUA

Apesar da virada da plataforma do Google, Netflix é o serviço de vídeo preferido dos jovens do país

Uma pesquisa do banco de investimento norte-americano Piper Jaffray apontou que pela primeira vez a porcentagem de jovens dos Estados Unidos que assistem diariamente ao YouTube ultrapassou a mesma porcentagem para TV a cabo.

Apesar da virada, o YouTube permanece no segundo lugar entre as plataformas de vídeo preferidas dos entrevistados. O campeão Netflix é assistido diariamente por 37% dos jovens.

A metodologia da pesquisa, no entanto, não considera o tempo que os jovens permanecem assistindo cada uma dessas telas. Segundo dados do YouTube publicados em matéria do Meio & Mensagem, o brasileiro assiste em média 8,1 horas semanais de conteúdo na plataforma, enquanto passa cerca 21,9 horas por semana em frente à TV tradicional.

Nas redes sociais, o Snapchat liderou a pesquisa da Piper Jaffray: 37% dos jovens acessam a rede diariamente. Em seguida vem o Instagram, enquanto Twitter e Facebook empatam na terceira posição.

Além da mídia digital, a pesquisa do Piper Jaffray também aponta comportamentos e hábitos de consumo do jovem dos Estados Unidos em segmentos como moda, alimentação e games.

Fonte: Meio & Mensagem

Google anuncia recurso que checa veracidade de notícias

Com certeza você já caiu em alguma ‘notícia pegadinha’ dessas que todo mundo começa a compartilhar e, mesmo quando é desmentida, já é tarde demais: a mentira já se espalhou por todos os cantos. Pois infelizmente a internet tem o poder de perpetuar informações, mesmo que não sejam verdadeiras.

Para ajudar a evitar este inconveniente do mundo moderno, o Google acaba de anunciar um recurso que verificará a veracidade das notícias. O “Fact Check” ajudará o internauta que utiliza o Google Notícias a identificar tanto a informação de qualidade quanto boatos e notícias falsas.

O mecanismo funcionará por meio de uma tag que criadores de conteúdo poderão aplicar às informações que liberam na Internet e haverá monitoramento para que fontes falsas de informação não utilizem o “fact check” para enganar o leitor.

Claro que isso pode não impedir que histórias falsas apareçam no Google News, mas vai tornar muito mais difícil.

O novo recurso por enquanto está disponível apenas para usuários do Reino Unido e Estados Unidos.

* Todas as fotos: Reprodução

Fonte: Hypeness

Facebook lança Workplace, plataforma social para empresas

Site tem recursos do Facebook, mas está ligado aos sistemas corporativos.
Acesso ao Workplace custará de US$ 1 a US$ 3 a empresas participantes.

O Facebook anunciou o Workplace, sua plataforma social voltada para empresas, nesta segunda-feira (10). O serviço funcionou durante um ano com uma versão de teste, e já acumula com cerca de mil clientes corporativos.

Workplace by Facebook é uma espécie de versão profissional da rede social criada por Mark Zuckerberg que pretende colocar em contato todos os funcionários de uma empresa ou organização através do telefone celular.

A plataforma “tem a ambição de mudar a forma de trabalhar das empresas, de dar voz a todos, de oferecer aos funcionários, inclusive os que até então não tinham um e-mail corporativo, as mesmas ferramentas de comunicação que usam em sua vida privada”, explicou à Agência Efe o diretor do projeto, Julien Codorniou.
O serviço é independente do Facebook, embora funcione de forma similar: também conta com um mural, chat, transmissões ao vivo (Facebook Live), grupos, traduções automáticas e ligações de voz e vídeo por IP.

Integrada ao sistema tecnológico de cada empresa, a plataforma pode ser utilizada pelos sistemas operacionais iOS, Android ou por meio de um navegador.
Codorniou afirmou que o serviço é fácil de usar, não necessita nenhum tipo de formação e melhora a produtividade empresarial ao simplificar a comunicação interna.
O Facebook trabalhou durante dois anos no desenvolvimento da plataforma, que pretende “conectar através do celular todos os empregados de uma empresa” independentemente do cargo ocupado. O sistema foi testado com clientes reais no último ano, durante o qual funcionou sob o nome de Facebook at Work.

Os preços do serviço serão definidos em função do número de funcionários das organizações: US$ 3 por usuário ativo ao mês para empresas de até mil empregados, US$ 2 para as empresas de 1.001 a 10 mil funcionários, e US$ 1 por usuário para as que tiverem mais de 10 mil profissionais.

As organizações sem fins lucrativos e as instituições educativas poderão utilizar o Workplace de forma gratuita. Segundo Codorniou, as tarifas são “razoáveis” se for levado em conta que um e-mail corporativo costuma custar US$ 6 ou US$ 7 por empregado.

O diretor detalhou que a fatura mensal dependerá do nível de uso: a empresa só pagará se seus empregados utilizarem a plataforma.
Cerca de mil organizações já trabalham com a Workplace by Facebook, entre elas Danone, Booking.com, Starbucks (nos Estados Unidos), Oxfam e Save the Children.
Além disso, a rede social indicou que iniciou um programa de colaboração com sócios – como Deloitte Digital, Edelman, Weber Shandwick ou Ketchum – para impulsionar a implantação da plataforma entre seus clientes.

Fonte: G1

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A publicidade sem ROI acaba de morrer: adapte-se ou junte-se a ela

Quando o McDonald’s adere à remuneração unicamente baseada em performance, o recado para as agências é “entregue resultados reais e mensuráveis ou saia sem um centavo”

No mês de agosto, o McDonald’s trocou sua agência publicitária nos EUA. Sai Leo Burnett, entra Omnicon. Parece mais uma notícia normal do meio publicitário. Mas, se olharmos com calma, esse acontecimento pode ser visto como um grande marco na história do mercado. Tudo isso por um único motivo: no acordo, o grupo Omnicom será remunerado unicamente com base em resultados específicos de negócio que gerar para o McDonald’s. É isso mesmo, nada de BV ou qualquer outra forma de remuneração clássica do mercado publicitário. Entregue resultados reais e mensuráveis ou saia sem um centavo.

A tendência está clara, as empresas não vão mais investir em marketing, especialmente em publicidade, que não traga resultados diretos para o negócio. O fato de uma das contas publicitárias mais tradicionais do mundo ser agora 100% baseada em performance está praticamente gritando isso para o mercado. De certa forma, era previsível que a publicidade “de massa”, mais cedo ou mais tarde, precisaria começar a prestar contas. A internet mudou radicalmente o nível de exigência de CEOs sobre os resultados práticos de seus investimentos em marketing.

Antes, não havia tecnologia confiável para nos dizer exatamente quantos reais em vendas foram gerados por cada esforço de comunicação. Além disso, alternativas como pesquisas de mercado custavam fortunas e eram demoradas. Hoje, entretanto, qualquer PME pode ter dashboards mostrando, em tempo real, o retorno exato de todos os seus investimentos. O fato de uma gigante como o Omnicom aceitar um deal como esse, é a prova de que o mercado publicitário não tem outra saída a não ser se adaptar a esse novo cenário.

Agora, não adianta mais defender uma ação de resultados duvidosos no gogó, dizendo que foi uma “ação inovadora”, que melhorou a “personalidade da marca” ou que gerou “buzz nas redes sociais”. Quando se está falando com gestores, é difícil argumentar contra os números das vendas. Essa nova realidade traz duas consequências que preocupam muita gente do mercado publicitário: primeiro, se você não entregar resultados reais, você está fora do jogo; segundo, se você não tiver capacidade técnica para mensurar a sua performance, mesmo que o seu trabalho esteja bom, você também corre sérios riscos. Afinal, gestores agora só se satisfazem com números.

Os próprios diretores de marketing das empresas nunca estiveram tão ameaçados. A falta de capacidade em demonstrar ROI (retorno sobre o investimento) tem gerado demissões recorde. De acordo com uma pesquisa recente, 48% dos 30 maiores varejistas americanos trocaram a liderança de marketing nos últimos 12 meses. Isso porque os gestores de empresas estão exigindo uma demonstração clara de eficiência em vendas. E para muitos profissionais de outra época, a dificuldade de lidar com esse modelo de performance está lhes custando o emprego.
É importante lembrar que, obviamente, a tecnologia de hoje ainda não consegue mensurar todos os efeitos da publicidade com precisão. Ainda precisamos evoluir muito para entender exatamente o retorno de investimentos mais “subjetivos” como ações de branding. Não temos métricas 100% confiáveis para mensurar seus resultados para o negócio, mas sabemos que, se bem feitos, eles podem sim colaborar fortemente na geração receita.

Mas, independente disso, a realidade é que os gestores provaram o sabor da mensuração e gostaram. Eles viram o poder da avaliação minuciosa de performance em plataformas como o Google Analytics e o Adwords. Agora, eles vão exigir isso para tudo. E na medida em que o marketing de performance vai ficando mais “mainstream”, será cada vez mais difícil encontrar uma empresa que aceite trabalhar sem a mensuração precisa de resultados palpáveis.
Inevitavelmente, muitas agências ficarão pelo caminho. Afinal, além de não terem o domínio técnico para isso, há algo ainda mais sério: elas não têm a cultura. O mercado de comunicação brasileiro é perigosamente “colado” aos aspectos puramente criativos da publicidade. Algumas agências investem infinitamente mais tempo discutindo a estética de suas peças do que planejando e mensurando o impacto real que elas trarão para o bolso dos clientes. Por isso, esta atual mudança de paradigma será grande demais para alguns players do mercado suportarem.

Hoje, o palco ocupado por ideias inovadoras mas com potencial de resultado questionável, será tomado pelos casos que trouxerem resultados reais para as marcas. Saem as ideias “criativas”, entram as ideias que vendem. Parece cruel, mas pense comigo: receber por performance, como no acordo do McDonald’s com o Omnicom, fará a sobrevivência de agências, finalmente, depender dos resultados reais que elas geram para os clientes e não mais de relacionamentos, discursos ou ideias criativas agradáveis para os olhos de um ou outro decisor. E não era para ser assim desde o começo?

Estamos em um caminho sem volta. Se você é profissional de comunicação, cuidado para não ficar do lado errado nessas drásticas mudanças que já começaram pelo mundo. Por um movimento natural de mercado, as agências e seus clientes passarão a concentrar seus recursos na contratação de profissionais de performance. Depende de suas atitudes fazer com que esse fato seja uma grande ameaça ou uma grande oportunidade para você.
Para as agências, é “simples”: é preciso mensurar e entregar resultados reais. Ou, muito em breve, quem não conseguir se adequar poderá ter que achar um jeito de pagar suas contas com estátuas de Leões de Cannes.

Fonte: Meio & Mensagem

Whindersson Nunes deixa Porta dos Fundos pra trás e é o maior do YouTube BR

Por muito tempo, o YouTube brasileiro esteve dominado por um canal de humor conhecido por grande parte dos leitores: o Porta dos Fundos — liderado por Fabio Porchat, Gregorio Duvivier, Karina Ramil, Thati Lopes, Antonio Tabet e vários outros humoristas de renome.

Mas na última segunda-feira (03 de outubro), um vlogueiro (independente autônomo solitário dono de seu próprio nariz e de seus vídeos) chamado Whindersson Nunes deixou o Porta pra trás. Pois é, parecia difícil que alguém conseguisse, mas ele conseguiu ultrapassar o Porta dos Fundos em número de inscritos.

De acordo com o Social Blade, Whindersson tem agora 12.636.026 de inscritos, enquanto o Porta dos Fundos fica com 12.628.466 — um número que está bem longe de ser ruim, não é mesmo. È bom lembrar que o Porta dos Fundos conta com uma equipe profissional de produção para seus vídeos, enquanto o vlogueiro trabalha apenas com vlogs mais simples.

E muito se engana quem achou que isso ia dar algum tipo de “treta na internet”. Apesar de disputarem a liderança, os dois canais não são adversários nem de público e nem publicidade — uma vez que as mensagens passadas são bem diferentes, lembrando ainda que o consumidor de conteúdo digital pode ter acesso a ambos, não é mesmo?

Como você pode ver no tweet acima, até mesmo Antonio “KibeLoco” Tabet parabenizou Whindersson pelo feito. E nós também parabenizamos! Afinal de contas, chegar a uma marca tão impressionante dessas sozinho no YouTube não é para qualquer um!

FONTE: Techmundo/Social Blade

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Snapchat muda de nome e lança óculos ‘fashion’ que faz fotos e vídeos

Produto começa a ser vendido até o final do ano e vai custar US$ 130

O Snapchat anunciou na sexta-feira,24, no final da noite uma mudança importante na estratégia. A empresa passou a se chamar apenas Snap, apesar de ter mantido o nome do aplicativo, que é sucesso entre os jovens, como Snapchat. A companhia também lançou seu primeiro produto de hardware: um óculos com jeitão fashion que tem uma câmera para fotografar e gravar vídeos curtos, de dez segundos.

Chamado de Snapchat Spectacles, os óculos em nada se parecem com o Glass, óculos inteligente do Google. Ele parece com um óculos de sol, mas é equipado com uma câmera simples acionada por meio de um pequeno botão na lateral. Cada vez que o usuário toca no botão, ele começa a gravar um vídeo de 10 segundos. É possível estender o vídeo duas vezes – ou seja, a gravação máxima terá cerca de 30 segundos.

Os vídeos gravados com a câmera possuem uma gravação circular com ajuda de uma lente cujo ângulo é de 115º, tentando imitar a visão humana. Apesar de serem gravados em formato circular, os vídeos serão “corrigidos” pelo aplicativo quando forem postados, para serem visualizados da melhor forma no smartphone dos outros usuários. A bateria dura cerca de um dia, e o aparelho) pode ser carregado através de cabo USB, bem como por sua caixinha (que carrega os óculos por meio de indução).

Os óculos podem ser sincronizados com o smartphone, o que permite compartilhar o conteúdo por meio do aplicativo com auxílio de uma conexão Wi-Fi – usuários de iOS também poderão enviar seus vídeos para o celular através de uma conexão Bluetooth. Os óculos serão lançado em três cores até o final do ano, mas as unidades serão limitadas. O aparelho será vendido ao preço de US$ 130.

Nova fase. “Quando nós começamos, fazia sentido chamar nossa empresa de Snapchat, pois só tínhamos o aplicativo”, disse o fundador e presidente executivo do Snapchat, ao jornal norte-americano The Wall Street Journal. “Agora que nós estamos desenvolvendo outros produtos, precisamos de um nome que vá além do aplicativo.”

A mudança representa uma nova fase para a companhia, que foi fundada em 2011 por Spiegel em seu dormitório na Universidade de Stanford, onde cursava design de produtos. No ano seguinte, ele deixou o curso para se dedicar ao Snapchat, tamanho o sucesso do aplicativo, em especial entre os usuários de internet mais jovens. Desde então, o aplicativo cresceu e passou o Twitter em número de usuários: atualmente, mais de 150 milhões de pessoas usam o app todos os dias no mundo.

Os Spectacles não são o primeiro produto além do aplicativo produzido pelo Snapchat, que também possui formas de gelo, mochilas e até almofadas especiais com o formato de seu “fantasminha-símbolo”. No entanto, é o primeiro aparelho cujo uso está diretamente relacionado ao aplicativo que tornou a agora Snap Inc. famosa.

Fonte: Estadão

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WhatsApp começa a compartilhar dados com Facebook; entenda o que muda

O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (25) uma mudança na forma como lida com os dados dos usuários, com o objetivo de compartilhar informações com o Facebook. A rede social é dona do mensageiro, considerado o aplicativo mais popular do Brasil. A mudança tem relação com uma atualização nos termos de serviço do WhatsApp, aquele conjunto de regras jurídicas com as quais todo internauta concorda ao instalar o programa.
O que significa WhatsApp em português? Veja essa e outras curiosidades
De acordo com o WhatsApp, essa é a primeira vez que os termos de uso e privacidade são alterados nos últimos quatro anos. Entenda o que muda para você.
Compartilhamento com o Facebook
A imagem que você vê abaixo retrata uma mensagem que os usuários do WhatsApp passarão a receber a partir de hoje nos smartphones com Android e nos iPhones (iOS). Será desta forma que o WhatsApp pedirá autorização para vincular o número de celular com o perfil no Facebook.

Os usuários que não quiserem o compartilhamento dos dados terão “até 30 dias para decidir se gostariam de concordar e continuar utilizando o WhatsApp”. O WhatsApp esclareceu ao TechTudo que não será mais possível rejeitar a mudança depois que o prazo de 30 dias acabar. Além disso, os novos usuários serão obrigados a aceitar a nova política de privacidade e termos de uso para usar o aplicativo – eles não terão escolha.
A integração do WhatsApp com o Facebook permitirá à rede social saber “com que frequência as pessoas usam nosso aplicativo e também conseguiremos ser mais eficazes no combate ao spam”. A mudança nos termos de serviço também possibilitará “melhores sugestões de amizade e anúncios mais relevantes” no Facebook.
A lógica é a seguinte: ao trocar mensagens com uma loja pelo WhatsApp, a possibilidade de ver uma propaganda desta loja no Facebook aumenta. Além da rede social, o compartilhamento dos dados também poderá valer para outros aplicativos mantidos pelo Facebook, como o Instagram e o MSQRD.
O escritório do WhatsApp ressaltou que não vai exibir publicidade estilo banner – como as imagens publicitárias vistas em páginas da internet – nas janelas do mensageiro. “Por exemplo, você poderá receber notificações sobre o status do voo de sua viagem, um recibo de uma compra que você tenha feito, ou uma notificação assim que uma entrega tenha sido feita. Mensagens de marketing que você venha a receber poderão conter ofertas de algo que lhe interesse”, explica a documentação oficial do aplicativo.

Criptografia e privacidade

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Apesar de explorar os dados dos usuários para gerar mais receita para o Facebook, o WhatsApp afirma que continua comprometido com a proteção das mensagens enviadas a amigos e grupos. A criptografia de ponta a ponta foi ativada no primeiro semestre de 2016 e impede que o próprio WhatsApp, o Facebook e terceiros interceptem o conteúdo das mensagens em texto, imagem ou vídeo.
“Nós também não iremos vender, compartilhar ou disponibilizar o seu número de telefone para anunciantes”, informa a nota.

Fonte: TechTudo

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Google Duo: ‘Skype do Google’ chega ao Android e iPhone

O Google Duo, novo aplicativo do Google para fazer ligações em vídeo, chegou nesta semana às lojas de aplicativos do Android e do iPhone (iOS). Apesar de o anúncio ter sido global, por enquanto o software não está disponível para internautas do Brasil. De acordo com a empresa, a previsão é de que ele desembarque na Google Play Store e na App Store brasileiras “nos próximos dias”.

De acordo com a empresa de internet, o programa foi criado para funcionar “mesmo em redes lentas”. Além disso, ele não requer uma conta Google, como acontece atualmente com o Hangouts.

 

Google Duo é um app para ligações de vídeos similar ao FaceTime (Foto: Divulgação/Google) (Foto: Google Duo é um app para ligações de vídeos similar ao FaceTime (Foto: Divulgação/Google))Google Duo faz chamadas em vídeo; funcionamento é similar ao do Skype (Foto: Divulgação/Google)

 

O aplicativo foi mostrado pela primeira vez no evento que o Google realizou na Califórnia, Estados Unidos, em maio deste ano. Na conferência Google I/O foi destacado o funcionamento do Google mesmo em redes 2G. Uma das recomendações para novos usuários, inclusive, é que iniciem uma ligação enquanto estão na rede Wi-Fi e depois desativem essa conexão, para que o programa faça a migração para a rede 4G/3G.

O novo rival do Skype também tem entre seus recursos de maior importância o funcionamento nos dois maiores sistemas de celular da atualidade. Embora esteja no Android e no iOS, o sistema do Google leva vantagem com a função Knock Knock – ela permite ao dono do telefone ver o vídeo de quem está ligando, na própria tela de desbloqueio do Android, antes mesmo de atender a ligação.

Segundo o Google, “o iOS não oferece esse recurso para os apps, então o Knock Knock funciona somente se o aplicativo já estiver aberto no smartphone de quem recebe a chamada”.

De graça, o Google Duo é compatível com 78 idiomas. Em alguns países ele ainda não foi liberado, como é o caso do Brasil. Na Play Store nacional aparece a opção de “Pré-registro”, que informa ao internauta quando o programa fica disponível para baixar.

 

Fonte: TechTudo.

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