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Agora é possível assistir séries e filmes da Netflix sem internet

Netflix anunciou no seu Twitter que agora é possível ver as séries e filmes do catálogo completamente offline, ou seja sem internet. A novidade já chegou e para ter acesso basta atualizar o app da empresa no seu smartphone ou tablet com Android ou iOS.

Vale ressaltar que o catálogo completo ainda não está disponível, mas as séries e filmes originais como Orange is The New Black, Narcos e The Crown já estão lá para download. A novidade está sendo liberada aos poucos, então se você não encontrar a função logo de cara… “tente novamente mais tarde”.

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Não será cobrada nenhuma taxa adicional para usar o serviço, mas é necessário ter um aparelho com iOS 8 (ou superior) ou um Android com a versão 4.4.2 (ou superior).

O tamanho de cada download varia de programa para programa. Você pode gerenciar seus downloads na aba “My Downloads” do aplicativo da Netflix.

Fonte: Jovem Nerd.

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Rede social Vine chega ao fim

O Twitter vai descontinuar o Vine e acabar com o app oficial. Descanse em paz, Vine. O anúncio, postado no Medium, veio pouco depois de o Twitter anunciar seus mais recentes resultados financeiros trimestrais.

• Os astronautas da Estação Espacial Internacional criam os melhores vídeos para o Vine
• O primeiro Vine do espaço sideral acompanha uma órbita da Terra em seis segundos

O app do Vine vai ser encerrado “nos próximos meses”, mas os Vines já criados continuarão existindo.

Do post feito no Medium:

Nada vai acontecer aos apps, site ou seus Vines hoje. Valorizamos você, seus Vines, e vamos fazer isso da forma certa. Você vai poder acessar e baixar seus Vines. Vamos manter o site online porque achamos que é importante continuar podendo assistir a todos os Vines incríveis que foram criados. Você será notificado antes de fazermos qualquer mudança ao app ou site.

Adquirido pelo Twitter antes do lançamento em 2013, o Vine ajudou a dar início à moda dos vídeos curtos que continua existindo hoje em apps como Snapchat e Instagram.

É uma péssima notícia para os criadores de conteúdo do Vine, muitos dos quais conseguiram transformar isso em uma carreira real (como Shawn Mendes). E isso também mostra como as coisas andam ruins no Twitter, que sofre para fortalecer um produto que tinha cerca de 200 milhões de usuários mensais (ou, ao menos, espectadores).

Em notícias provavelmente relacionadas, o Twitter vai demitir 9% dos seus funcionários.

[Medium]

Foto por Esther Vargas/Flickr

Fonte: Gizmodo Brasil

Microsoft apresenta Surface Studio e Windows 10 que exibe conteúdo 3D

PC all-in-one tem tela fina e custará US$ 3 mil nos EUA.
Em 2017, Windows 10 ganhará integração com realidade virtual.

A Microsoft revelou nesta quarta-feira (26) um computador de alta performance destinado a designers, artistas e profissionais criativos, assim como uma atualização do sistema operacional Windows 10 que passa a mostrar conteúdo 3D.

A gigante americana da informática anunciou o seu primeiro computador de mesa, o Surface Studio, que compete com o iMac e o Mac Pro da Apple.

“Estamos criando uma nova categoria que transforma a sua mesa em um estúdio criativo”, disse o diretor-executivo da Microsoft, Satya Nadella, durante a apresentação do produto, em Nova York.

Com uma tela LCD de 28 polegadas sensível ao toque, apresentada como “o monitor de desktop mais fino já criado”, o computador faz parte da linha de tablets e laptops da Microsoft para o segmento premium, em um desafio à Apple.
O novo PC tem resolução ultra HD 4.5K, oferecendo 13,5 milhões de pixels, mais do que a maioria dos novos televisores de alta definição. O Surface Studio custará US$ 3 mil e estará disponível em “quantidades limitadas” para a temporada de festas no final do ano, e terá mais unidades disponíveis em 2017.

A Microsoft anunciou também uma versão atualizada do seu computador portátil, o Surface Book i7, com gráficos melhorados e uma bateria que dura 16 horas. Estará à venda a partir de novembro por US$ 3 mil.

Os produtos Surface permitem aos usuários criar conteúdo na tela com uma caneta stylus especial, e a Microsoft introduziu um novo dispositivo chamado Dial, que se acopla à tela e oferece controles adicionais, como a visualização da linha do tempo de uma criação.

Windows 10 3D

A Microsoft revelou também que a partir do início de 2017 vai oferecer uma nova atualização para seu sistema operacional Windows 10, que entre outras coisas permitirá aos usuários criar conteúdo 3D e mergulhar em uma realidade virtual e aumentada.

O novo “Windows 10 Creators Update” estará disponível gratuitamente para as 400 milhões de pessoas que já têm o Windows 10. A atualização oferece “novas formas de criar e jogar”, disse o vice-presidente da Microsoft, Terry Myerson.

O novo sistema permitirá a utilização de um aplicativo de captura 3D para dispositivos móveis e uma nova versão para objetos tridimensionais do popular programa Paint. O sistema também vai permitir aos usuários adicionarem emoticons 3D e manipular conteúdo 3D criado por eles ou digitalizado.

Fonte: G1

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Jovens assistem mais YouTube do que TV nos EUA

Apesar da virada da plataforma do Google, Netflix é o serviço de vídeo preferido dos jovens do país

Uma pesquisa do banco de investimento norte-americano Piper Jaffray apontou que pela primeira vez a porcentagem de jovens dos Estados Unidos que assistem diariamente ao YouTube ultrapassou a mesma porcentagem para TV a cabo.

Apesar da virada, o YouTube permanece no segundo lugar entre as plataformas de vídeo preferidas dos entrevistados. O campeão Netflix é assistido diariamente por 37% dos jovens.

A metodologia da pesquisa, no entanto, não considera o tempo que os jovens permanecem assistindo cada uma dessas telas. Segundo dados do YouTube publicados em matéria do Meio & Mensagem, o brasileiro assiste em média 8,1 horas semanais de conteúdo na plataforma, enquanto passa cerca 21,9 horas por semana em frente à TV tradicional.

Nas redes sociais, o Snapchat liderou a pesquisa da Piper Jaffray: 37% dos jovens acessam a rede diariamente. Em seguida vem o Instagram, enquanto Twitter e Facebook empatam na terceira posição.

Além da mídia digital, a pesquisa do Piper Jaffray também aponta comportamentos e hábitos de consumo do jovem dos Estados Unidos em segmentos como moda, alimentação e games.

Fonte: Meio & Mensagem

Google anuncia recurso que checa veracidade de notícias

Com certeza você já caiu em alguma ‘notícia pegadinha’ dessas que todo mundo começa a compartilhar e, mesmo quando é desmentida, já é tarde demais: a mentira já se espalhou por todos os cantos. Pois infelizmente a internet tem o poder de perpetuar informações, mesmo que não sejam verdadeiras.

Para ajudar a evitar este inconveniente do mundo moderno, o Google acaba de anunciar um recurso que verificará a veracidade das notícias. O “Fact Check” ajudará o internauta que utiliza o Google Notícias a identificar tanto a informação de qualidade quanto boatos e notícias falsas.

O mecanismo funcionará por meio de uma tag que criadores de conteúdo poderão aplicar às informações que liberam na Internet e haverá monitoramento para que fontes falsas de informação não utilizem o “fact check” para enganar o leitor.

Claro que isso pode não impedir que histórias falsas apareçam no Google News, mas vai tornar muito mais difícil.

O novo recurso por enquanto está disponível apenas para usuários do Reino Unido e Estados Unidos.

* Todas as fotos: Reprodução

Fonte: Hypeness

Facebook lança Workplace, plataforma social para empresas

Site tem recursos do Facebook, mas está ligado aos sistemas corporativos.
Acesso ao Workplace custará de US$ 1 a US$ 3 a empresas participantes.

O Facebook anunciou o Workplace, sua plataforma social voltada para empresas, nesta segunda-feira (10). O serviço funcionou durante um ano com uma versão de teste, e já acumula com cerca de mil clientes corporativos.

Workplace by Facebook é uma espécie de versão profissional da rede social criada por Mark Zuckerberg que pretende colocar em contato todos os funcionários de uma empresa ou organização através do telefone celular.

A plataforma “tem a ambição de mudar a forma de trabalhar das empresas, de dar voz a todos, de oferecer aos funcionários, inclusive os que até então não tinham um e-mail corporativo, as mesmas ferramentas de comunicação que usam em sua vida privada”, explicou à Agência Efe o diretor do projeto, Julien Codorniou.
O serviço é independente do Facebook, embora funcione de forma similar: também conta com um mural, chat, transmissões ao vivo (Facebook Live), grupos, traduções automáticas e ligações de voz e vídeo por IP.

Integrada ao sistema tecnológico de cada empresa, a plataforma pode ser utilizada pelos sistemas operacionais iOS, Android ou por meio de um navegador.
Codorniou afirmou que o serviço é fácil de usar, não necessita nenhum tipo de formação e melhora a produtividade empresarial ao simplificar a comunicação interna.
O Facebook trabalhou durante dois anos no desenvolvimento da plataforma, que pretende “conectar através do celular todos os empregados de uma empresa” independentemente do cargo ocupado. O sistema foi testado com clientes reais no último ano, durante o qual funcionou sob o nome de Facebook at Work.

Os preços do serviço serão definidos em função do número de funcionários das organizações: US$ 3 por usuário ativo ao mês para empresas de até mil empregados, US$ 2 para as empresas de 1.001 a 10 mil funcionários, e US$ 1 por usuário para as que tiverem mais de 10 mil profissionais.

As organizações sem fins lucrativos e as instituições educativas poderão utilizar o Workplace de forma gratuita. Segundo Codorniou, as tarifas são “razoáveis” se for levado em conta que um e-mail corporativo costuma custar US$ 6 ou US$ 7 por empregado.

O diretor detalhou que a fatura mensal dependerá do nível de uso: a empresa só pagará se seus empregados utilizarem a plataforma.
Cerca de mil organizações já trabalham com a Workplace by Facebook, entre elas Danone, Booking.com, Starbucks (nos Estados Unidos), Oxfam e Save the Children.
Além disso, a rede social indicou que iniciou um programa de colaboração com sócios – como Deloitte Digital, Edelman, Weber Shandwick ou Ketchum – para impulsionar a implantação da plataforma entre seus clientes.

Fonte: G1

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A publicidade sem ROI acaba de morrer: adapte-se ou junte-se a ela

Quando o McDonald’s adere à remuneração unicamente baseada em performance, o recado para as agências é “entregue resultados reais e mensuráveis ou saia sem um centavo”

No mês de agosto, o McDonald’s trocou sua agência publicitária nos EUA. Sai Leo Burnett, entra Omnicon. Parece mais uma notícia normal do meio publicitário. Mas, se olharmos com calma, esse acontecimento pode ser visto como um grande marco na história do mercado. Tudo isso por um único motivo: no acordo, o grupo Omnicom será remunerado unicamente com base em resultados específicos de negócio que gerar para o McDonald’s. É isso mesmo, nada de BV ou qualquer outra forma de remuneração clássica do mercado publicitário. Entregue resultados reais e mensuráveis ou saia sem um centavo.

A tendência está clara, as empresas não vão mais investir em marketing, especialmente em publicidade, que não traga resultados diretos para o negócio. O fato de uma das contas publicitárias mais tradicionais do mundo ser agora 100% baseada em performance está praticamente gritando isso para o mercado. De certa forma, era previsível que a publicidade “de massa”, mais cedo ou mais tarde, precisaria começar a prestar contas. A internet mudou radicalmente o nível de exigência de CEOs sobre os resultados práticos de seus investimentos em marketing.

Antes, não havia tecnologia confiável para nos dizer exatamente quantos reais em vendas foram gerados por cada esforço de comunicação. Além disso, alternativas como pesquisas de mercado custavam fortunas e eram demoradas. Hoje, entretanto, qualquer PME pode ter dashboards mostrando, em tempo real, o retorno exato de todos os seus investimentos. O fato de uma gigante como o Omnicom aceitar um deal como esse, é a prova de que o mercado publicitário não tem outra saída a não ser se adaptar a esse novo cenário.

Agora, não adianta mais defender uma ação de resultados duvidosos no gogó, dizendo que foi uma “ação inovadora”, que melhorou a “personalidade da marca” ou que gerou “buzz nas redes sociais”. Quando se está falando com gestores, é difícil argumentar contra os números das vendas. Essa nova realidade traz duas consequências que preocupam muita gente do mercado publicitário: primeiro, se você não entregar resultados reais, você está fora do jogo; segundo, se você não tiver capacidade técnica para mensurar a sua performance, mesmo que o seu trabalho esteja bom, você também corre sérios riscos. Afinal, gestores agora só se satisfazem com números.

Os próprios diretores de marketing das empresas nunca estiveram tão ameaçados. A falta de capacidade em demonstrar ROI (retorno sobre o investimento) tem gerado demissões recorde. De acordo com uma pesquisa recente, 48% dos 30 maiores varejistas americanos trocaram a liderança de marketing nos últimos 12 meses. Isso porque os gestores de empresas estão exigindo uma demonstração clara de eficiência em vendas. E para muitos profissionais de outra época, a dificuldade de lidar com esse modelo de performance está lhes custando o emprego.
É importante lembrar que, obviamente, a tecnologia de hoje ainda não consegue mensurar todos os efeitos da publicidade com precisão. Ainda precisamos evoluir muito para entender exatamente o retorno de investimentos mais “subjetivos” como ações de branding. Não temos métricas 100% confiáveis para mensurar seus resultados para o negócio, mas sabemos que, se bem feitos, eles podem sim colaborar fortemente na geração receita.

Mas, independente disso, a realidade é que os gestores provaram o sabor da mensuração e gostaram. Eles viram o poder da avaliação minuciosa de performance em plataformas como o Google Analytics e o Adwords. Agora, eles vão exigir isso para tudo. E na medida em que o marketing de performance vai ficando mais “mainstream”, será cada vez mais difícil encontrar uma empresa que aceite trabalhar sem a mensuração precisa de resultados palpáveis.
Inevitavelmente, muitas agências ficarão pelo caminho. Afinal, além de não terem o domínio técnico para isso, há algo ainda mais sério: elas não têm a cultura. O mercado de comunicação brasileiro é perigosamente “colado” aos aspectos puramente criativos da publicidade. Algumas agências investem infinitamente mais tempo discutindo a estética de suas peças do que planejando e mensurando o impacto real que elas trarão para o bolso dos clientes. Por isso, esta atual mudança de paradigma será grande demais para alguns players do mercado suportarem.

Hoje, o palco ocupado por ideias inovadoras mas com potencial de resultado questionável, será tomado pelos casos que trouxerem resultados reais para as marcas. Saem as ideias “criativas”, entram as ideias que vendem. Parece cruel, mas pense comigo: receber por performance, como no acordo do McDonald’s com o Omnicom, fará a sobrevivência de agências, finalmente, depender dos resultados reais que elas geram para os clientes e não mais de relacionamentos, discursos ou ideias criativas agradáveis para os olhos de um ou outro decisor. E não era para ser assim desde o começo?

Estamos em um caminho sem volta. Se você é profissional de comunicação, cuidado para não ficar do lado errado nessas drásticas mudanças que já começaram pelo mundo. Por um movimento natural de mercado, as agências e seus clientes passarão a concentrar seus recursos na contratação de profissionais de performance. Depende de suas atitudes fazer com que esse fato seja uma grande ameaça ou uma grande oportunidade para você.
Para as agências, é “simples”: é preciso mensurar e entregar resultados reais. Ou, muito em breve, quem não conseguir se adequar poderá ter que achar um jeito de pagar suas contas com estátuas de Leões de Cannes.

Fonte: Meio & Mensagem

Whindersson Nunes deixa Porta dos Fundos pra trás e é o maior do YouTube BR

Por muito tempo, o YouTube brasileiro esteve dominado por um canal de humor conhecido por grande parte dos leitores: o Porta dos Fundos — liderado por Fabio Porchat, Gregorio Duvivier, Karina Ramil, Thati Lopes, Antonio Tabet e vários outros humoristas de renome.

Mas na última segunda-feira (03 de outubro), um vlogueiro (independente autônomo solitário dono de seu próprio nariz e de seus vídeos) chamado Whindersson Nunes deixou o Porta pra trás. Pois é, parecia difícil que alguém conseguisse, mas ele conseguiu ultrapassar o Porta dos Fundos em número de inscritos.

De acordo com o Social Blade, Whindersson tem agora 12.636.026 de inscritos, enquanto o Porta dos Fundos fica com 12.628.466 — um número que está bem longe de ser ruim, não é mesmo. È bom lembrar que o Porta dos Fundos conta com uma equipe profissional de produção para seus vídeos, enquanto o vlogueiro trabalha apenas com vlogs mais simples.

E muito se engana quem achou que isso ia dar algum tipo de “treta na internet”. Apesar de disputarem a liderança, os dois canais não são adversários nem de público e nem publicidade — uma vez que as mensagens passadas são bem diferentes, lembrando ainda que o consumidor de conteúdo digital pode ter acesso a ambos, não é mesmo?

Como você pode ver no tweet acima, até mesmo Antonio “KibeLoco” Tabet parabenizou Whindersson pelo feito. E nós também parabenizamos! Afinal de contas, chegar a uma marca tão impressionante dessas sozinho no YouTube não é para qualquer um!

FONTE: Techmundo/Social Blade

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Google Duo: ‘Skype do Google’ chega ao Android e iPhone

O Google Duo, novo aplicativo do Google para fazer ligações em vídeo, chegou nesta semana às lojas de aplicativos do Android e do iPhone (iOS). Apesar de o anúncio ter sido global, por enquanto o software não está disponível para internautas do Brasil. De acordo com a empresa, a previsão é de que ele desembarque na Google Play Store e na App Store brasileiras “nos próximos dias”.

De acordo com a empresa de internet, o programa foi criado para funcionar “mesmo em redes lentas”. Além disso, ele não requer uma conta Google, como acontece atualmente com o Hangouts.

 

Google Duo é um app para ligações de vídeos similar ao FaceTime (Foto: Divulgação/Google) (Foto: Google Duo é um app para ligações de vídeos similar ao FaceTime (Foto: Divulgação/Google))Google Duo faz chamadas em vídeo; funcionamento é similar ao do Skype (Foto: Divulgação/Google)

 

O aplicativo foi mostrado pela primeira vez no evento que o Google realizou na Califórnia, Estados Unidos, em maio deste ano. Na conferência Google I/O foi destacado o funcionamento do Google mesmo em redes 2G. Uma das recomendações para novos usuários, inclusive, é que iniciem uma ligação enquanto estão na rede Wi-Fi e depois desativem essa conexão, para que o programa faça a migração para a rede 4G/3G.

O novo rival do Skype também tem entre seus recursos de maior importância o funcionamento nos dois maiores sistemas de celular da atualidade. Embora esteja no Android e no iOS, o sistema do Google leva vantagem com a função Knock Knock – ela permite ao dono do telefone ver o vídeo de quem está ligando, na própria tela de desbloqueio do Android, antes mesmo de atender a ligação.

Segundo o Google, “o iOS não oferece esse recurso para os apps, então o Knock Knock funciona somente se o aplicativo já estiver aberto no smartphone de quem recebe a chamada”.

De graça, o Google Duo é compatível com 78 idiomas. Em alguns países ele ainda não foi liberado, como é o caso do Brasil. Na Play Store nacional aparece a opção de “Pré-registro”, que informa ao internauta quando o programa fica disponível para baixar.

 

Fonte: TechTudo.

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5G: tudo que já sabemos e que você precisa saber

Ainda é cedo, mas a data está definida. Recentemente, a União Internacional de Telecomunicações, um órgão da ONU, definiu que a quinta geração da internet móvel precisa ter um padrão comercializável até 2020; daqui a cinco anos. A primeira reunião oficial para definir os padrões do 5G está agendada para o dia 15 de setembro no 3GPP, órgão que padroniza as tecnologias de comunicação móvel. Nesses próximos cinco anos, a indústria deve investir quatro trilhões de dólares na tecnologia – Coreia do Sul, Estados Unidos, Europa e Japão estão à frente dessas pesquisas.

Mesmo antes de ter um padrão definido, o 5G já é bastante promissor e deve definitivamente transformar a Terra em um planeta conectado. Parece exagero, mas daqui a pouco você vai concordar. O 3G e o 4G também são padrões de banda larga móvel; a diferença é que até hoje o alvo dessas conexão eram basicamente nós, seres humanos. Agora este cenário começa a mudar; especialmente com a chegada de vez da “Internet das Coisas”. Com o 5G, a ideia é criar uma rede capaz de oferecer cobertura confiável a bilhões de dispositivos: a previsão é que tenhamos 665 bilhões de dispositivos conectados nos próximos cinco anos.

As principais diferenças do 5G em relação ao 4G estão relacionadas à escalabilidade, disponibilidade, latência e, claro, velocidade. Testes mostram que o 5G terá capacidade de transmitir dados a até 20 gigabits por segundo; velocidade suficiente para baixar um filme em altíssima definição em poucos segundos. Para você ter uma ideia, hoje, a conexão de internet mais rápida oferecida aos consumidores brasileiros é de 500 giga. Não é nem 10% da velocidade que 5G vai trazer para nossos smartphones. No início do ano, em Barcelona, na Mobile World Congress – o maior evento de mobilidade do mundo – vimos pela primeira vez testes com velocidade de até 10 gigabits por segundo.

Mas especialistas afirmam que não vamos ter que esperar tanto para ter altíssimas velocidades de conexão nos nossos dispositivos móveis. O 4G está evoluindo e deve, em breve, atingir o patamar de 450 megabits por segundo e, em um futuro não muito distante, chegar à casa do 1 gigabit por segundo.

Além de uma capacidade de alcance e cobertura superior ao 4G, as novas estruturas do 5G devem permitir atingir latência de apenas um milissegundo. Traduzindo: latência é, grosso modo, o tempo entre você clicar em algo no seu smartphone, esse comando chegar a um servidor e a resposta desse servidor chegar de volta para você. Com uma latência tão baixa, vamos ter respostas imediatas em equipamentos conectados; algo fundamental para, por exemplo, os carros autônomos…

A arquitetura da rede do 5G terá algumas peculiaridades para poder oferecer total disponibilidade e cobertura.

E o Brasil, como fica nessa história? Para aproveitar a nova tecnologia é preciso se antecipar – o que, todos nós sabemos, não é muito típico por aqui. Mas sabendo que o 5G chegará em 2020 e trará outra realidade para os seres humanos e até um novo cenário para a economia, teríamos que começar a nos preparar a partir de hoje. Discutir regulamentação, licenças, equipamentos e tudo que envolve o 5G. As previsões são otimistas. Ainda que o Brasil tenha um atraso em relação à disponibilidade e adoção do 4G; por outro lado, esse atraso já é menor do que foi na época do 3G.

Fonte: Olhar Digital

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Snapchat lança nova função para salvar fotos e vídeos

Snapchat anunciou um novo recurso que permite aos usuários salvar e compartilhar conteúdo, uma grande mudança para o popular aplicativo de mensagens sociais amplamente usado para envio de fotos e vídeos que desaparecem em um dia.

O novo recurso, chamado “Memories”, é um álbum dentro do aplicativo no qual usuários podem salvar fotos e vídeos que podem ser enviados posteriormente para o “Story”, um slide show que desaparece após 24 horas.

Até agora, as fotos e vídeos devem ser imediatamente enviados após terem sido registrados. O movimento pode sinalizar que o Snapchat, conhecido por seu imediatismo, espontaneidade e simplicidade, está querendo no mercado das redes sociais mais populares, como o Facebook.

Nos últimos anos, o Snapchat acrescentou publicidade e conteúdos patrocinados e a avaliação da empresa subiu para cerca de 18 bilhões de dólares. Sua base de usuários também ficou mais velha, com cerca de 40 por cento dos usuários agora com idades entre 25-34 nos Estados Unidos. Cerca de 14 por cento dos usuários têm mais de 35 anos, de acordo com o medidor digital de comScore.

“É divertido encontrar imagens velhas para celebrar um aniversário ou uma data especial e reuni-las para formar uma nova história “, disse Snapchat em seu blog nesta quarta-feira.

O Snapchat tem 150 milhões de usuários diários, de acordo com um relatório da Bloomberg no mês passado, superando Twitter, que tem menos de 140 milhões de usuários diários.

Fonte: Exame.

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Uber da saúde revoluciona com médicos que vão à sua casa

O Docway, um aplicativo lançado ano passado em Curitiba e que acaba de chegar a São Paulo, permite que se chame um médico com a mesma facilidade de pedir um táxi.

Para usar, basta baixar o aplicativo (disponível para Android e IOS), cadastrar-se, encontrar um médico da especialidade (e do preço) desejada(o) e agendar a consulta.

Em caso de emergência, o usuário não escolhe o médico, mas o aplicativo garante que um especialista vai bater na sua porta em no máximo três horas (nesse caso o preço é fixo: 200 reais).

“Além de ser muito prático, a gente acredita que o sistema serve para resgatar o contato humano entre médicos e pacientes, renovando a tradição de visitas domiciliares”, diz Fábio Tiepolo, CEO da Docway.

Por enquanto, há cerca de de mil médicos cadastrados. Cada um deles define o tamanho da área na qual atua na cidade, o preço da consulta e disponibiliza sua agenda. Marcar consulta é muito simples.

O pagamento é feito pelo próprio aplicativo – por cartão de crédito – e, se o paciente tiver plano de saúde, pode pedir reembolso.

O Docway é especialmente útil para encontrar médicos de família, pediatras, clínicos gerais e obstetras – especialidades que se beneficiam mais do atendimento domiciliar.

Ao final de cada consulta, o paciente avalia o médico – mas, infelizmente, essas avaliações não ficam disponíveis para os próximos usuários.

“O Conselho Federal de Medicina proíbe que se divulgue esses dados”, diz Tiepolo. “Mas nosso algoritmo favorece os médicos que fazem mais atendimentos e os mais bem avaliados – esses aparecem na frente quando alguém faz uma busca”.

O CEO garante que médicos consistentemente mal-avaliados serão descadastrados.

Tiepolo diz que o número de médicos está crescendo rápido. “Hoje o SUS paga 12 reais por uma consulta. Um plano de saúde privado paga 30. Vale muito mais a pena para um médico cobrar R$ 100 ou R$ 150 para atender alguém em casa”, diz. A Docway fica com uma fatia de 15%.

Muitos dos especialistas cadastrados são médicos jovens, que ainda não têm consultório próprio ou ligação com algum hospital. Mas há exceções.

“Outro dia conheci um médico mais velho que se cadastrou e fui conversar com ele. Ele disse que tinha nostalgia do início da carreira, logo que se formou, quando visitava pacientes em casa, era convidado para um cafezinho…”

Além de Curitiba e São Paulo, o sistema já foi lançado em Belo Horizonte e Manaus – mas já há alguns médicos cadastrados em 40 cidades diferentes.

Ainda este ano, ele irá se expandir para Goiânia, Florianópolis, Porto Alegre e Salvador. No próximo mês, algumas novidades estão previstas.

“Vamos integrar o Docway ao Uber, para que um médico possa ir à consulta de Uber, e o preço da corrida já seja automaticamente acrescido ao da consulta.”

Além disso, será possível marcar consultas de emergência, com apenas uma hora de antecedência.

Hoje o Docway agenda 200 consultas por mês - Tiepolo projeta crescer 70 vezes ainda em 2016 e chegar ao final do ano com 14 mil consultas/mês.

Fonte: Exame.

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