Categoria : Redes Sociais

Home/Arquivos por Categoria Redes Sociais

Por que devemos estar nas mídias sociais?

É por meio de procedimentos sistemáticos de análise da utilização das mídias sociais que a pesquisa de mercado pode inferir conhecimentos relativos a expectativas e tendências de consumo

Não é novidade que hoje as mídias sociais possibilitam a conexão das pessoas, a quebra das barreiras geográficas e uma reconfiguração do tempo e do espaço nas relações entre os seres humanos. Para completar, se pensadas num patamar mercadológico, o seu potencial se estende à identificação comportamental, à localização geográfica e à viabilização da conectividade entre indivíduos com interesses semelhantes – que, agrupados nestes espaços, estão revelando o que fazem, pensam e querem.

Do outro lado, temos a pesquisa de mercado preocupada em construir cenários projetivos a partir de radiografias de consumo, e de comportamentos que gerem consumo. Portanto, é também por meio de procedimentos sistemáticos de análise da utilização e consumo das mídias sociais, da sua dinâmica, das formas de utilização, das micro comunicações interpessoais cotidianas disponíveis, que a pesquisa de mercado pode inferir conhecimentos relativos a expectativas mercadológicas, propensões/tendências de consumo e percepções que mobilizam tais usuários-consumidores.

É justamente nesse lócus que vemos a “economia da recomendação” influenciar tendências, padrões de comportamento, desejos e atitudes de consumo de toda a gama de produtos disponíveis no mercado, resultando numa compreensão de tipos e expectativas de consumo a partir das trocas simbólicas que ocorrem nas redes socais. São os fãs, os amigos e os seguidores que, muitas vezes, ditam o “tom” do consumo.

A análise das mídias sociais e a sua regulamentação simbólica revela como os consumidores tem consciência de pertencimento a determinado grupo social. Se fizermos um link com o que disse Freud, que o que une os indivíduos em um grupo é uma identificação em torno de um objeto de amor, um grupo se configuraria em “[…] um certo número de indivíduos que colocaram um só e mesmo objeto no lugar de seu ideal de ego e, consequentemente, se identificaram uns com os outros em seu ego.” Em síntese: as pessoas gostam de estarem juntas para declararem “amor” ou “ódio” pelas marcas… e as redes socais potencializam, enormemente, isso!

Nesse cenário, das interações, compartilhamentos e utilização das mídias sociais e de suas camadas digitais de dados comportamentais, a observação desponta como uma peculiar ferramenta que auxilia na compreensão e na produção de radiografias dos contextos que pautam o mercado e a forma de se consumir na contemporaneidade.
A meu ver a premissa básica a ser considerada nesse cruzamento e incorporação entre o conhecimento dos consumidores (e seu comportamento de consumo) e as mídias ditas sociais é o fato de que, em todos os tempos, as atividades desenvolvidas pelos homens sempre estiveram relacionadas aos locais onde estes estavam. E se as pessoas estão nas redes sociais, falando, compartilhando, postando e informando é lá que também devemos estar para desvendarmos seus interesses, comportamentos e aspirações.

*Artigo produzido por: Diego Oliveira
Youpper Consumer & Media Insights

Fonte: Meio & Mensagem

Rede social Vine chega ao fim

O Twitter vai descontinuar o Vine e acabar com o app oficial. Descanse em paz, Vine. O anúncio, postado no Medium, veio pouco depois de o Twitter anunciar seus mais recentes resultados financeiros trimestrais.

• Os astronautas da Estação Espacial Internacional criam os melhores vídeos para o Vine
• O primeiro Vine do espaço sideral acompanha uma órbita da Terra em seis segundos

O app do Vine vai ser encerrado “nos próximos meses”, mas os Vines já criados continuarão existindo.

Do post feito no Medium:

Nada vai acontecer aos apps, site ou seus Vines hoje. Valorizamos você, seus Vines, e vamos fazer isso da forma certa. Você vai poder acessar e baixar seus Vines. Vamos manter o site online porque achamos que é importante continuar podendo assistir a todos os Vines incríveis que foram criados. Você será notificado antes de fazermos qualquer mudança ao app ou site.

Adquirido pelo Twitter antes do lançamento em 2013, o Vine ajudou a dar início à moda dos vídeos curtos que continua existindo hoje em apps como Snapchat e Instagram.

É uma péssima notícia para os criadores de conteúdo do Vine, muitos dos quais conseguiram transformar isso em uma carreira real (como Shawn Mendes). E isso também mostra como as coisas andam ruins no Twitter, que sofre para fortalecer um produto que tinha cerca de 200 milhões de usuários mensais (ou, ao menos, espectadores).

Em notícias provavelmente relacionadas, o Twitter vai demitir 9% dos seus funcionários.

[Medium]

Foto por Esther Vargas/Flickr

Fonte: Gizmodo Brasil

Jovens assistem mais YouTube do que TV nos EUA

Apesar da virada da plataforma do Google, Netflix é o serviço de vídeo preferido dos jovens do país

Uma pesquisa do banco de investimento norte-americano Piper Jaffray apontou que pela primeira vez a porcentagem de jovens dos Estados Unidos que assistem diariamente ao YouTube ultrapassou a mesma porcentagem para TV a cabo.

Apesar da virada, o YouTube permanece no segundo lugar entre as plataformas de vídeo preferidas dos entrevistados. O campeão Netflix é assistido diariamente por 37% dos jovens.

A metodologia da pesquisa, no entanto, não considera o tempo que os jovens permanecem assistindo cada uma dessas telas. Segundo dados do YouTube publicados em matéria do Meio & Mensagem, o brasileiro assiste em média 8,1 horas semanais de conteúdo na plataforma, enquanto passa cerca 21,9 horas por semana em frente à TV tradicional.

Nas redes sociais, o Snapchat liderou a pesquisa da Piper Jaffray: 37% dos jovens acessam a rede diariamente. Em seguida vem o Instagram, enquanto Twitter e Facebook empatam na terceira posição.

Além da mídia digital, a pesquisa do Piper Jaffray também aponta comportamentos e hábitos de consumo do jovem dos Estados Unidos em segmentos como moda, alimentação e games.

Fonte: Meio & Mensagem

Google anuncia recurso que checa veracidade de notícias

Com certeza você já caiu em alguma ‘notícia pegadinha’ dessas que todo mundo começa a compartilhar e, mesmo quando é desmentida, já é tarde demais: a mentira já se espalhou por todos os cantos. Pois infelizmente a internet tem o poder de perpetuar informações, mesmo que não sejam verdadeiras.

Para ajudar a evitar este inconveniente do mundo moderno, o Google acaba de anunciar um recurso que verificará a veracidade das notícias. O “Fact Check” ajudará o internauta que utiliza o Google Notícias a identificar tanto a informação de qualidade quanto boatos e notícias falsas.

O mecanismo funcionará por meio de uma tag que criadores de conteúdo poderão aplicar às informações que liberam na Internet e haverá monitoramento para que fontes falsas de informação não utilizem o “fact check” para enganar o leitor.

Claro que isso pode não impedir que histórias falsas apareçam no Google News, mas vai tornar muito mais difícil.

O novo recurso por enquanto está disponível apenas para usuários do Reino Unido e Estados Unidos.

* Todas as fotos: Reprodução

Fonte: Hypeness

Facebook lança Workplace, plataforma social para empresas

Site tem recursos do Facebook, mas está ligado aos sistemas corporativos.
Acesso ao Workplace custará de US$ 1 a US$ 3 a empresas participantes.

O Facebook anunciou o Workplace, sua plataforma social voltada para empresas, nesta segunda-feira (10). O serviço funcionou durante um ano com uma versão de teste, e já acumula com cerca de mil clientes corporativos.

Workplace by Facebook é uma espécie de versão profissional da rede social criada por Mark Zuckerberg que pretende colocar em contato todos os funcionários de uma empresa ou organização através do telefone celular.

A plataforma “tem a ambição de mudar a forma de trabalhar das empresas, de dar voz a todos, de oferecer aos funcionários, inclusive os que até então não tinham um e-mail corporativo, as mesmas ferramentas de comunicação que usam em sua vida privada”, explicou à Agência Efe o diretor do projeto, Julien Codorniou.
O serviço é independente do Facebook, embora funcione de forma similar: também conta com um mural, chat, transmissões ao vivo (Facebook Live), grupos, traduções automáticas e ligações de voz e vídeo por IP.

Integrada ao sistema tecnológico de cada empresa, a plataforma pode ser utilizada pelos sistemas operacionais iOS, Android ou por meio de um navegador.
Codorniou afirmou que o serviço é fácil de usar, não necessita nenhum tipo de formação e melhora a produtividade empresarial ao simplificar a comunicação interna.
O Facebook trabalhou durante dois anos no desenvolvimento da plataforma, que pretende “conectar através do celular todos os empregados de uma empresa” independentemente do cargo ocupado. O sistema foi testado com clientes reais no último ano, durante o qual funcionou sob o nome de Facebook at Work.

Os preços do serviço serão definidos em função do número de funcionários das organizações: US$ 3 por usuário ativo ao mês para empresas de até mil empregados, US$ 2 para as empresas de 1.001 a 10 mil funcionários, e US$ 1 por usuário para as que tiverem mais de 10 mil profissionais.

As organizações sem fins lucrativos e as instituições educativas poderão utilizar o Workplace de forma gratuita. Segundo Codorniou, as tarifas são “razoáveis” se for levado em conta que um e-mail corporativo costuma custar US$ 6 ou US$ 7 por empregado.

O diretor detalhou que a fatura mensal dependerá do nível de uso: a empresa só pagará se seus empregados utilizarem a plataforma.
Cerca de mil organizações já trabalham com a Workplace by Facebook, entre elas Danone, Booking.com, Starbucks (nos Estados Unidos), Oxfam e Save the Children.
Além disso, a rede social indicou que iniciou um programa de colaboração com sócios – como Deloitte Digital, Edelman, Weber Shandwick ou Ketchum – para impulsionar a implantação da plataforma entre seus clientes.

Fonte: G1

Leia Mais

WhatsApp começa a compartilhar dados com Facebook; entenda o que muda

O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (25) uma mudança na forma como lida com os dados dos usuários, com o objetivo de compartilhar informações com o Facebook. A rede social é dona do mensageiro, considerado o aplicativo mais popular do Brasil. A mudança tem relação com uma atualização nos termos de serviço do WhatsApp, aquele conjunto de regras jurídicas com as quais todo internauta concorda ao instalar o programa.
O que significa WhatsApp em português? Veja essa e outras curiosidades
De acordo com o WhatsApp, essa é a primeira vez que os termos de uso e privacidade são alterados nos últimos quatro anos. Entenda o que muda para você.
Compartilhamento com o Facebook
A imagem que você vê abaixo retrata uma mensagem que os usuários do WhatsApp passarão a receber a partir de hoje nos smartphones com Android e nos iPhones (iOS). Será desta forma que o WhatsApp pedirá autorização para vincular o número de celular com o perfil no Facebook.

Os usuários que não quiserem o compartilhamento dos dados terão “até 30 dias para decidir se gostariam de concordar e continuar utilizando o WhatsApp”. O WhatsApp esclareceu ao TechTudo que não será mais possível rejeitar a mudança depois que o prazo de 30 dias acabar. Além disso, os novos usuários serão obrigados a aceitar a nova política de privacidade e termos de uso para usar o aplicativo – eles não terão escolha.
A integração do WhatsApp com o Facebook permitirá à rede social saber “com que frequência as pessoas usam nosso aplicativo e também conseguiremos ser mais eficazes no combate ao spam”. A mudança nos termos de serviço também possibilitará “melhores sugestões de amizade e anúncios mais relevantes” no Facebook.
A lógica é a seguinte: ao trocar mensagens com uma loja pelo WhatsApp, a possibilidade de ver uma propaganda desta loja no Facebook aumenta. Além da rede social, o compartilhamento dos dados também poderá valer para outros aplicativos mantidos pelo Facebook, como o Instagram e o MSQRD.
O escritório do WhatsApp ressaltou que não vai exibir publicidade estilo banner – como as imagens publicitárias vistas em páginas da internet – nas janelas do mensageiro. “Por exemplo, você poderá receber notificações sobre o status do voo de sua viagem, um recibo de uma compra que você tenha feito, ou uma notificação assim que uma entrega tenha sido feita. Mensagens de marketing que você venha a receber poderão conter ofertas de algo que lhe interesse”, explica a documentação oficial do aplicativo.

Criptografia e privacidade

whatsapp-confirmacao

Apesar de explorar os dados dos usuários para gerar mais receita para o Facebook, o WhatsApp afirma que continua comprometido com a proteção das mensagens enviadas a amigos e grupos. A criptografia de ponta a ponta foi ativada no primeiro semestre de 2016 e impede que o próprio WhatsApp, o Facebook e terceiros interceptem o conteúdo das mensagens em texto, imagem ou vídeo.
“Nós também não iremos vender, compartilhar ou disponibilizar o seu número de telefone para anunciantes”, informa a nota.

Fonte: TechTudo

Leia Mais

Anúncios no Facebook poderão ser direcionados para usuários que mais acessam site da marca

O Facebook adicionou um novo filtro para a criação de público-alvo personalizado em anúncios. Segundo o Adweek, agora os anunciantes poderão selecionar os usuários de acordo com o tempo médio que cada um passe em seu site.

Será possível categorizar os mais ativos e selecionar apenas os que estejam em sua estratégia de veiculação. A novidade facilitará classificar e selecionar as pessoas que estejam realmente interessadas em seu produto/serviço, resultando em uma maior taxa de conversão.

A novidade ainda não está disponível no Brasil, mas deve ser lançada em breve.

Rohan Dhawan, especialista em marketing digital, publicou um vídeo sobre como funciona a novo filtro. Confira:

 

Fonte: Adnews.

Mark Zuckerberg compartilha como será o Facebook em 2026

Não é todo dia que ouvimos Mark Zuckerberg falando sobre o Facebook, internet e como ele vê o futuro de tudo isso. Não é todo dia que o CEO e cofundador da maior rede social do planeta fala abertamente com a imprensa ou dá entrevistas exclusivas. Hoje, no entanto, parece um dia especial.

Ao site The Verge, Mark Zuckerberg deu uma extensa entrevista. Falou sobre como imagina o futuro de sua empresa, da internet, das comunicações, falou sobre robôs, inteligência artificial e realidade virtual. Pouca coisa ficou de fora.

Após dez anos de existência, ele explica, o Facebook finalmente entendeu qual é seu motivo de existir: conectar as pessoas que não têm conexão com a internet. Para isso, a empresa precisa superar três obstáculos diferentes, que são acessibilidade, disponibilidade e conscientização.

A principal entre elas é a disponibilidade das redes. “Mesmo que tivessem um telefone, essas pessoas não teria um sinal [de internet], já que não há nenhuma fibra ou nenhuma rede de banda larga móvel onde eles vivem”, explica Zuckerberg. E esse não é um problema isolado. Ele afirma que 1,6 bilhão de pessoas convivem com esse obstáculo à conexão.

Foi a partir dessa questão que a empresa viu que precisa desenvolver tecnologias alternativas. As ideias são variadas. Nesta semana, por exemplo, aconteceu o voo inaugural de Aquila, um avião movido a energia solar que envia sinal de internet enquanto sobrevoa uma região.

Zuckerberg era um dos presentes neste primeiro voo. “Sabe, se você me dissesse, quando eu ainda estava começando o Facebook, que um dia eu iria construir aviões, eu diria que você era louco”, disse. “Porém, os aviões são muito importantes para cumprirmos a missão de conectar todo o mundo.”

Para vencer a questão da acessibilidade, Zuckerberg sugere duas aproximações: tornar os dados mais baratos ou então utilizar menos dados. O Facebook tem planos nessa área, como você já deve imaginar. Fornecer desenhos e tecnologias sem cobrar direitos de uso é uma dessas estratégias.

“Se podemos salvar os bilhões da indústria de telecomunicações, isso será revertido na forma de preços mais baixos de dados para os consumidores”, diz ele, de forma otimista.

A última questão é conscientizar pessoas que podem ter internet, mas que nunca tiveram a experiência e acham que se conectar é algo dispensável. O Facebook trabalha com o Free Basics para essas pessoas. O programa permite o acesso de graça a serviços essenciais. A conclusão é que depois de ver um novo mundo, as pessoas aceitam pagar pelo acesso.

Realidade virtual e aumentada

Assim como ele já havia dito em uma apresentação na convenção F5, ele descreveu o avanço do conteúdo na rede na entrevista. No início, tudo era texto. Depois, a internet foi ganhando vida com fotos e, posteriormente, vídeos. “Mas esse não é o fim da linha”, diz ele se referindo à realidade virtual como próximo passo.

Ele acredita que serviços como Facebook, Messenger e WhatsApp terão interface especial para uso em dispositivos de realidade virtual. “Você terá óculos ou até lentes de contato. Você poderá olhar ao redor, ver coisas diferentes e interagir com todas elas usando as suas mãos”, sonha o CEO.

Junto com a realidade virtual, também teremos interfaces com realidade aumentada–e o Facebook já faz pesquisas nessa área. “Na minha mente, a realidade virtual é mais fácil de ser construída e levada a muitas pessoas, foi por isso que começamos com ela, do ponto de vista de produto. Mas também estamos pesquisando realidade aumentada de forma muito séria também.”

Inteligência artificial

Para Zuckerberg, a inteligência artificial se divide em dois campos: reconhecimento de padrões e uma categoria gigantesca de aprendizado não supervisionado. Ele acredita que o reconhecimento de padrões pode melhorar a vida de muitas pessoas. A tecnologia poderia descrever imagens para deficientes visuais, identificar doenças de forma mais ágil e até identificar quais drogas funcionariam melhor em caso de certas doenças.

“É importante lembrar que isso não é nenhuma mágica, certo? É matemática, estatística e reconhecimento de padrões, combinados ao uso de uma grande quantidade de dados”, explica.

Robôs

“Mensalmente, milhões de pessoas fazem perguntas a páginas do Facebook sobre informações do negócio”, explica Zuckerberg como a fonte da ideia da criação de robôs que conversam no Messenger. Com isso, não seria preciso ter uma pessoa, que leva horas ou dias, para uma simples resposta. Tudo ficaria automatizado.

“Eu não acho que conversação seja a melhor maneira de se interagir com tudo, mas acho que pode ser 10 ou 100 vezes melhor do que a forma como as pessoas interagem com estabelecimentos comerciais hoje”, explica.

Fonte: Exame.

Leia Mais

Facebook inicia adoção de ‘conversas secretas’ no Messenger

O Facebook anunciou que usuários começaram a receber a opção de “conversas secretas” pelo aplicativo para celular do Messenger. A opção ativa a criptografia nas conversas nos mesmos moldes e com a mesma tecnologia do WhatsApp, que pertence ao Facebook. Porém, diferente do WhatsApp, o recurso não está ativado por padrão em todas as conversas do Messenger.

A criptografia tem por objetivo impedir que mensagens interceptadas possam ser lidas pelo interceptador. A criptografia dificulta a atuação de criminosos, mas também impõe um grande obstáculo à polícia. Como as chaves necessárias para decodificar a conversa ficam só no celular, as autoridades não podem solicitar as mensagens armazenadas pelo Facebook – a versão da mensagem que a rede social possui está embaralhada e ilegível.

O diretor de segurança do Facebook, Alex Stamos, publicou no Twitter algumas explicações para o recurso de segurança do Messenger não estar ativado por padrão. Um dos problemas é a compatibilidade entre dispositivos. Uma vez que a conversa secreta for iniciada no celular, ela fica ilegível no computador, no tablet e em qualquer outro dispositivo no qual o Facebook for acessado.

A tecnologia ainda tem outras limitações, como a incompatibilidade com conversas de voz e vídeo. Além disso, o recurso de busca não consegue encontrar mensagens que foram trocadas em uma “conversa secreta”.

Por causa disso, explicou Stamos, não faz sentido que a criptografia seja ativada por padrão no Facebook Messenger nesse momento.

Para iniciar uma conversa secreta, é preciso abrir as opções do contato no aplicativo e procurar a opção lá. Porém, o recurso não está disponível para todos os usuários. O Facebook não informou um cronograma para a disponibilidade do recurso.

 

Conversas secretas no Facebook Messenger têm cor diferente e cadeado na foto do contato. (Foto: Divulgação/Facebook)

Com a novidade, a usabilidade do Facebook Messenger fica parecida com a do Telegram, cuja criptografia também só é ativada quando o usuário abre um “chat secreto”.

A inclusão de criptografia ponta-a-ponta no Messenger também isola o Google, que ainda não tem oferta semelhante. O mensageiro Allo, que deve ter criptografia, ainda não foi lançado. A extensão “End to End” para o Chrome, que deveria adicionar recursos de criptografia ao Gmail, foi prometida em 2014 e ainda não está pronta.

Fonte: G1.

Leia Mais

Snapchat lança nova função para salvar fotos e vídeos

Snapchat anunciou um novo recurso que permite aos usuários salvar e compartilhar conteúdo, uma grande mudança para o popular aplicativo de mensagens sociais amplamente usado para envio de fotos e vídeos que desaparecem em um dia.

O novo recurso, chamado “Memories”, é um álbum dentro do aplicativo no qual usuários podem salvar fotos e vídeos que podem ser enviados posteriormente para o “Story”, um slide show que desaparece após 24 horas.

Até agora, as fotos e vídeos devem ser imediatamente enviados após terem sido registrados. O movimento pode sinalizar que o Snapchat, conhecido por seu imediatismo, espontaneidade e simplicidade, está querendo no mercado das redes sociais mais populares, como o Facebook.

Nos últimos anos, o Snapchat acrescentou publicidade e conteúdos patrocinados e a avaliação da empresa subiu para cerca de 18 bilhões de dólares. Sua base de usuários também ficou mais velha, com cerca de 40 por cento dos usuários agora com idades entre 25-34 nos Estados Unidos. Cerca de 14 por cento dos usuários têm mais de 35 anos, de acordo com o medidor digital de comScore.

“É divertido encontrar imagens velhas para celebrar um aniversário ou uma data especial e reuni-las para formar uma nova história “, disse Snapchat em seu blog nesta quarta-feira.

O Snapchat tem 150 milhões de usuários diários, de acordo com um relatório da Bloomberg no mês passado, superando Twitter, que tem menos de 140 milhões de usuários diários.

Fonte: Exame.

Leia Mais

Twitter começa a transmitir eventos esportivos ao vivo

O Twitter está transmitindo ao vivo o torneio de tênis de Wimbledon, que vai até o dia 10 de julho de 2016. A transmissão pode ser assistida na própria rede social, tanto em PCs quanto em dispositivos móveis, por meio deste link.

A ferramenta de transmissão ao vivo do Twitter permite que o usuário assista às partidas, silencie o som (as partidas têm comentários em inglês) ou pause a transmissão. Ainda não é possível voltar a um ponto anterior do vídeo.

Em outros aspectos, o design da plataforma é semelhante ao de outros sites de transmissão ao vivo, como o Youtube ou o Twitch. No lado direito, é possível ver todos os tweets que estão sendo escritos com as hashtags associadas ao evento.

Esse recurso funciona de maneira semelhante aos chats dos outros serviços. Conforme o The Next Web nota, ainda não é possível “filtrar” os tweets para que apenas mensagens de pessoas que você segue atualmente apareçam. Ainda assim, as mensagens no canto direito ajudam a dar uma ideia do que as pessoas estão achando da transmissão.

Trata-se da primeira vez que a rede social transmite eventos esportivos ao vivo. Essa medida parece ser uma forma de não deixar o Facebook sair na frente com relação à transmissão ao vivo de esportes: a rede de Mark Zuckerberg já realizou uma transmissão ao vivo de um jogo de futebol, com resultados bastante positivos.

Fonte: Olhar Digital.

Leia Mais

Facebook testa novo layout de página parecido com o Orkut

Facebook testa novo layout de página que aproxima rede social do Orkut. (Foto: Reprodução/Facebook)Facebook testa novo layout de página que aproxima rede social do Orkut. (Foto: Reprodução/Facebook)

O Facebook começou a testar um novo layout que faz as páginas do site parecerem com o Orkut.

A mudança começou a ser percebida por donos de páginas brasileiras nesta quarta-feira (29). O Facebook confirmou ao G1 que conduz o teste. “Estamos testando um novo layout para páginas no desktop para transformar este recurso em algo mais útil para as pessoas e facilitar a interação com páginas de empresas, por meio de uma foto de capa maior e botões de ação mais proeminentes”, afirmou uma porta-voz da empresa.

Um dos que notou a mudança foi, Euller Castro, administrador da “Designers Cristãos”. Para ele, a alteração gera desconforto mas traz “mais espaço tanto para informação quanto pra imagens”. Ele também destacou as semelhanças com os perfis de usuários do Orkut, rede social encerrada em 2014 que foi líder entre os sites do gênero no Brasil até 2012.

A comparação entre as duas redes sociais é compreensível. Assim como no Orkut, a imagem de exibição da página deixa de ser sobreposta à imagem de cobertura, inexistente na rede social aposentada, e passa a ocupar a lateral esquerda. O menu de informações passa a ocupar o espaço abaixo da foto.

Até os itens indicados aproximam as duas redes. Enquanto o Facebook lista ícones para “Página Inicial”, “Fotos”, “Sobre”, “Curtidas”, “Vídeos”, “Instagram Feed”, “YouTube” e “Publicações”, o Orkut mostrava “minhas atualizações”, “scraps”, “fotos”, “vídeos”, “depoimentos”, “aniversários” e “conversas”.

As similaridades continuam. Do lado direito, o Facebook mostra as pessoas que “curtiram” a página. No Orkut, esse espaço era destinado aos amigos.

Também há diferenças. O centro do novo layout testado pelo Facebook reúne as publicações da própria página. No Orkut, esse espaço era destinado a depoimentos de conhecidos.

O Facebook não informa quando a nova aparência das páginas será implatada.

Layout dos perfis de usuários no Okut. (Foto: Reprodução/Orkut)Layout dos perfis de usuários no Okut. (Foto: Reprodução/Orkut)
Fonte: G1.
Leia Mais