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Agora é possível assistir séries e filmes da Netflix sem internet

Netflix anunciou no seu Twitter que agora é possível ver as séries e filmes do catálogo completamente offline, ou seja sem internet. A novidade já chegou e para ter acesso basta atualizar o app da empresa no seu smartphone ou tablet com Android ou iOS.

Vale ressaltar que o catálogo completo ainda não está disponível, mas as séries e filmes originais como Orange is The New Black, Narcos e The Crown já estão lá para download. A novidade está sendo liberada aos poucos, então se você não encontrar a função logo de cara… “tente novamente mais tarde”.

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Não será cobrada nenhuma taxa adicional para usar o serviço, mas é necessário ter um aparelho com iOS 8 (ou superior) ou um Android com a versão 4.4.2 (ou superior).

O tamanho de cada download varia de programa para programa. Você pode gerenciar seus downloads na aba “My Downloads” do aplicativo da Netflix.

Fonte: Jovem Nerd.

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Por que devemos estar nas mídias sociais?

É por meio de procedimentos sistemáticos de análise da utilização das mídias sociais que a pesquisa de mercado pode inferir conhecimentos relativos a expectativas e tendências de consumo

Não é novidade que hoje as mídias sociais possibilitam a conexão das pessoas, a quebra das barreiras geográficas e uma reconfiguração do tempo e do espaço nas relações entre os seres humanos. Para completar, se pensadas num patamar mercadológico, o seu potencial se estende à identificação comportamental, à localização geográfica e à viabilização da conectividade entre indivíduos com interesses semelhantes – que, agrupados nestes espaços, estão revelando o que fazem, pensam e querem.

Do outro lado, temos a pesquisa de mercado preocupada em construir cenários projetivos a partir de radiografias de consumo, e de comportamentos que gerem consumo. Portanto, é também por meio de procedimentos sistemáticos de análise da utilização e consumo das mídias sociais, da sua dinâmica, das formas de utilização, das micro comunicações interpessoais cotidianas disponíveis, que a pesquisa de mercado pode inferir conhecimentos relativos a expectativas mercadológicas, propensões/tendências de consumo e percepções que mobilizam tais usuários-consumidores.

É justamente nesse lócus que vemos a “economia da recomendação” influenciar tendências, padrões de comportamento, desejos e atitudes de consumo de toda a gama de produtos disponíveis no mercado, resultando numa compreensão de tipos e expectativas de consumo a partir das trocas simbólicas que ocorrem nas redes socais. São os fãs, os amigos e os seguidores que, muitas vezes, ditam o “tom” do consumo.

A análise das mídias sociais e a sua regulamentação simbólica revela como os consumidores tem consciência de pertencimento a determinado grupo social. Se fizermos um link com o que disse Freud, que o que une os indivíduos em um grupo é uma identificação em torno de um objeto de amor, um grupo se configuraria em “[…] um certo número de indivíduos que colocaram um só e mesmo objeto no lugar de seu ideal de ego e, consequentemente, se identificaram uns com os outros em seu ego.” Em síntese: as pessoas gostam de estarem juntas para declararem “amor” ou “ódio” pelas marcas… e as redes socais potencializam, enormemente, isso!

Nesse cenário, das interações, compartilhamentos e utilização das mídias sociais e de suas camadas digitais de dados comportamentais, a observação desponta como uma peculiar ferramenta que auxilia na compreensão e na produção de radiografias dos contextos que pautam o mercado e a forma de se consumir na contemporaneidade.
A meu ver a premissa básica a ser considerada nesse cruzamento e incorporação entre o conhecimento dos consumidores (e seu comportamento de consumo) e as mídias ditas sociais é o fato de que, em todos os tempos, as atividades desenvolvidas pelos homens sempre estiveram relacionadas aos locais onde estes estavam. E se as pessoas estão nas redes sociais, falando, compartilhando, postando e informando é lá que também devemos estar para desvendarmos seus interesses, comportamentos e aspirações.

*Artigo produzido por: Diego Oliveira
Youpper Consumer & Media Insights

Fonte: Meio & Mensagem

Jovens assistem mais YouTube do que TV nos EUA

Apesar da virada da plataforma do Google, Netflix é o serviço de vídeo preferido dos jovens do país

Uma pesquisa do banco de investimento norte-americano Piper Jaffray apontou que pela primeira vez a porcentagem de jovens dos Estados Unidos que assistem diariamente ao YouTube ultrapassou a mesma porcentagem para TV a cabo.

Apesar da virada, o YouTube permanece no segundo lugar entre as plataformas de vídeo preferidas dos entrevistados. O campeão Netflix é assistido diariamente por 37% dos jovens.

A metodologia da pesquisa, no entanto, não considera o tempo que os jovens permanecem assistindo cada uma dessas telas. Segundo dados do YouTube publicados em matéria do Meio & Mensagem, o brasileiro assiste em média 8,1 horas semanais de conteúdo na plataforma, enquanto passa cerca 21,9 horas por semana em frente à TV tradicional.

Nas redes sociais, o Snapchat liderou a pesquisa da Piper Jaffray: 37% dos jovens acessam a rede diariamente. Em seguida vem o Instagram, enquanto Twitter e Facebook empatam na terceira posição.

Além da mídia digital, a pesquisa do Piper Jaffray também aponta comportamentos e hábitos de consumo do jovem dos Estados Unidos em segmentos como moda, alimentação e games.

Fonte: Meio & Mensagem

Google anuncia recurso que checa veracidade de notícias

Com certeza você já caiu em alguma ‘notícia pegadinha’ dessas que todo mundo começa a compartilhar e, mesmo quando é desmentida, já é tarde demais: a mentira já se espalhou por todos os cantos. Pois infelizmente a internet tem o poder de perpetuar informações, mesmo que não sejam verdadeiras.

Para ajudar a evitar este inconveniente do mundo moderno, o Google acaba de anunciar um recurso que verificará a veracidade das notícias. O “Fact Check” ajudará o internauta que utiliza o Google Notícias a identificar tanto a informação de qualidade quanto boatos e notícias falsas.

O mecanismo funcionará por meio de uma tag que criadores de conteúdo poderão aplicar às informações que liberam na Internet e haverá monitoramento para que fontes falsas de informação não utilizem o “fact check” para enganar o leitor.

Claro que isso pode não impedir que histórias falsas apareçam no Google News, mas vai tornar muito mais difícil.

O novo recurso por enquanto está disponível apenas para usuários do Reino Unido e Estados Unidos.

* Todas as fotos: Reprodução

Fonte: Hypeness

A publicidade sem ROI acaba de morrer: adapte-se ou junte-se a ela

Quando o McDonald’s adere à remuneração unicamente baseada em performance, o recado para as agências é “entregue resultados reais e mensuráveis ou saia sem um centavo”

No mês de agosto, o McDonald’s trocou sua agência publicitária nos EUA. Sai Leo Burnett, entra Omnicon. Parece mais uma notícia normal do meio publicitário. Mas, se olharmos com calma, esse acontecimento pode ser visto como um grande marco na história do mercado. Tudo isso por um único motivo: no acordo, o grupo Omnicom será remunerado unicamente com base em resultados específicos de negócio que gerar para o McDonald’s. É isso mesmo, nada de BV ou qualquer outra forma de remuneração clássica do mercado publicitário. Entregue resultados reais e mensuráveis ou saia sem um centavo.

A tendência está clara, as empresas não vão mais investir em marketing, especialmente em publicidade, que não traga resultados diretos para o negócio. O fato de uma das contas publicitárias mais tradicionais do mundo ser agora 100% baseada em performance está praticamente gritando isso para o mercado. De certa forma, era previsível que a publicidade “de massa”, mais cedo ou mais tarde, precisaria começar a prestar contas. A internet mudou radicalmente o nível de exigência de CEOs sobre os resultados práticos de seus investimentos em marketing.

Antes, não havia tecnologia confiável para nos dizer exatamente quantos reais em vendas foram gerados por cada esforço de comunicação. Além disso, alternativas como pesquisas de mercado custavam fortunas e eram demoradas. Hoje, entretanto, qualquer PME pode ter dashboards mostrando, em tempo real, o retorno exato de todos os seus investimentos. O fato de uma gigante como o Omnicom aceitar um deal como esse, é a prova de que o mercado publicitário não tem outra saída a não ser se adaptar a esse novo cenário.

Agora, não adianta mais defender uma ação de resultados duvidosos no gogó, dizendo que foi uma “ação inovadora”, que melhorou a “personalidade da marca” ou que gerou “buzz nas redes sociais”. Quando se está falando com gestores, é difícil argumentar contra os números das vendas. Essa nova realidade traz duas consequências que preocupam muita gente do mercado publicitário: primeiro, se você não entregar resultados reais, você está fora do jogo; segundo, se você não tiver capacidade técnica para mensurar a sua performance, mesmo que o seu trabalho esteja bom, você também corre sérios riscos. Afinal, gestores agora só se satisfazem com números.

Os próprios diretores de marketing das empresas nunca estiveram tão ameaçados. A falta de capacidade em demonstrar ROI (retorno sobre o investimento) tem gerado demissões recorde. De acordo com uma pesquisa recente, 48% dos 30 maiores varejistas americanos trocaram a liderança de marketing nos últimos 12 meses. Isso porque os gestores de empresas estão exigindo uma demonstração clara de eficiência em vendas. E para muitos profissionais de outra época, a dificuldade de lidar com esse modelo de performance está lhes custando o emprego.
É importante lembrar que, obviamente, a tecnologia de hoje ainda não consegue mensurar todos os efeitos da publicidade com precisão. Ainda precisamos evoluir muito para entender exatamente o retorno de investimentos mais “subjetivos” como ações de branding. Não temos métricas 100% confiáveis para mensurar seus resultados para o negócio, mas sabemos que, se bem feitos, eles podem sim colaborar fortemente na geração receita.

Mas, independente disso, a realidade é que os gestores provaram o sabor da mensuração e gostaram. Eles viram o poder da avaliação minuciosa de performance em plataformas como o Google Analytics e o Adwords. Agora, eles vão exigir isso para tudo. E na medida em que o marketing de performance vai ficando mais “mainstream”, será cada vez mais difícil encontrar uma empresa que aceite trabalhar sem a mensuração precisa de resultados palpáveis.
Inevitavelmente, muitas agências ficarão pelo caminho. Afinal, além de não terem o domínio técnico para isso, há algo ainda mais sério: elas não têm a cultura. O mercado de comunicação brasileiro é perigosamente “colado” aos aspectos puramente criativos da publicidade. Algumas agências investem infinitamente mais tempo discutindo a estética de suas peças do que planejando e mensurando o impacto real que elas trarão para o bolso dos clientes. Por isso, esta atual mudança de paradigma será grande demais para alguns players do mercado suportarem.

Hoje, o palco ocupado por ideias inovadoras mas com potencial de resultado questionável, será tomado pelos casos que trouxerem resultados reais para as marcas. Saem as ideias “criativas”, entram as ideias que vendem. Parece cruel, mas pense comigo: receber por performance, como no acordo do McDonald’s com o Omnicom, fará a sobrevivência de agências, finalmente, depender dos resultados reais que elas geram para os clientes e não mais de relacionamentos, discursos ou ideias criativas agradáveis para os olhos de um ou outro decisor. E não era para ser assim desde o começo?

Estamos em um caminho sem volta. Se você é profissional de comunicação, cuidado para não ficar do lado errado nessas drásticas mudanças que já começaram pelo mundo. Por um movimento natural de mercado, as agências e seus clientes passarão a concentrar seus recursos na contratação de profissionais de performance. Depende de suas atitudes fazer com que esse fato seja uma grande ameaça ou uma grande oportunidade para você.
Para as agências, é “simples”: é preciso mensurar e entregar resultados reais. Ou, muito em breve, quem não conseguir se adequar poderá ter que achar um jeito de pagar suas contas com estátuas de Leões de Cannes.

Fonte: Meio & Mensagem

WhatsApp começa a compartilhar dados com Facebook; entenda o que muda

O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (25) uma mudança na forma como lida com os dados dos usuários, com o objetivo de compartilhar informações com o Facebook. A rede social é dona do mensageiro, considerado o aplicativo mais popular do Brasil. A mudança tem relação com uma atualização nos termos de serviço do WhatsApp, aquele conjunto de regras jurídicas com as quais todo internauta concorda ao instalar o programa.
O que significa WhatsApp em português? Veja essa e outras curiosidades
De acordo com o WhatsApp, essa é a primeira vez que os termos de uso e privacidade são alterados nos últimos quatro anos. Entenda o que muda para você.
Compartilhamento com o Facebook
A imagem que você vê abaixo retrata uma mensagem que os usuários do WhatsApp passarão a receber a partir de hoje nos smartphones com Android e nos iPhones (iOS). Será desta forma que o WhatsApp pedirá autorização para vincular o número de celular com o perfil no Facebook.

Os usuários que não quiserem o compartilhamento dos dados terão “até 30 dias para decidir se gostariam de concordar e continuar utilizando o WhatsApp”. O WhatsApp esclareceu ao TechTudo que não será mais possível rejeitar a mudança depois que o prazo de 30 dias acabar. Além disso, os novos usuários serão obrigados a aceitar a nova política de privacidade e termos de uso para usar o aplicativo – eles não terão escolha.
A integração do WhatsApp com o Facebook permitirá à rede social saber “com que frequência as pessoas usam nosso aplicativo e também conseguiremos ser mais eficazes no combate ao spam”. A mudança nos termos de serviço também possibilitará “melhores sugestões de amizade e anúncios mais relevantes” no Facebook.
A lógica é a seguinte: ao trocar mensagens com uma loja pelo WhatsApp, a possibilidade de ver uma propaganda desta loja no Facebook aumenta. Além da rede social, o compartilhamento dos dados também poderá valer para outros aplicativos mantidos pelo Facebook, como o Instagram e o MSQRD.
O escritório do WhatsApp ressaltou que não vai exibir publicidade estilo banner – como as imagens publicitárias vistas em páginas da internet – nas janelas do mensageiro. “Por exemplo, você poderá receber notificações sobre o status do voo de sua viagem, um recibo de uma compra que você tenha feito, ou uma notificação assim que uma entrega tenha sido feita. Mensagens de marketing que você venha a receber poderão conter ofertas de algo que lhe interesse”, explica a documentação oficial do aplicativo.

Criptografia e privacidade

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Apesar de explorar os dados dos usuários para gerar mais receita para o Facebook, o WhatsApp afirma que continua comprometido com a proteção das mensagens enviadas a amigos e grupos. A criptografia de ponta a ponta foi ativada no primeiro semestre de 2016 e impede que o próprio WhatsApp, o Facebook e terceiros interceptem o conteúdo das mensagens em texto, imagem ou vídeo.
“Nós também não iremos vender, compartilhar ou disponibilizar o seu número de telefone para anunciantes”, informa a nota.

Fonte: TechTudo

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Google Duo: ‘Skype do Google’ chega ao Android e iPhone

O Google Duo, novo aplicativo do Google para fazer ligações em vídeo, chegou nesta semana às lojas de aplicativos do Android e do iPhone (iOS). Apesar de o anúncio ter sido global, por enquanto o software não está disponível para internautas do Brasil. De acordo com a empresa, a previsão é de que ele desembarque na Google Play Store e na App Store brasileiras “nos próximos dias”.

De acordo com a empresa de internet, o programa foi criado para funcionar “mesmo em redes lentas”. Além disso, ele não requer uma conta Google, como acontece atualmente com o Hangouts.

 

Google Duo é um app para ligações de vídeos similar ao FaceTime (Foto: Divulgação/Google) (Foto: Google Duo é um app para ligações de vídeos similar ao FaceTime (Foto: Divulgação/Google))Google Duo faz chamadas em vídeo; funcionamento é similar ao do Skype (Foto: Divulgação/Google)

 

O aplicativo foi mostrado pela primeira vez no evento que o Google realizou na Califórnia, Estados Unidos, em maio deste ano. Na conferência Google I/O foi destacado o funcionamento do Google mesmo em redes 2G. Uma das recomendações para novos usuários, inclusive, é que iniciem uma ligação enquanto estão na rede Wi-Fi e depois desativem essa conexão, para que o programa faça a migração para a rede 4G/3G.

O novo rival do Skype também tem entre seus recursos de maior importância o funcionamento nos dois maiores sistemas de celular da atualidade. Embora esteja no Android e no iOS, o sistema do Google leva vantagem com a função Knock Knock – ela permite ao dono do telefone ver o vídeo de quem está ligando, na própria tela de desbloqueio do Android, antes mesmo de atender a ligação.

Segundo o Google, “o iOS não oferece esse recurso para os apps, então o Knock Knock funciona somente se o aplicativo já estiver aberto no smartphone de quem recebe a chamada”.

De graça, o Google Duo é compatível com 78 idiomas. Em alguns países ele ainda não foi liberado, como é o caso do Brasil. Na Play Store nacional aparece a opção de “Pré-registro”, que informa ao internauta quando o programa fica disponível para baixar.

 

Fonte: TechTudo.

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Anúncios no Facebook poderão ser direcionados para usuários que mais acessam site da marca

O Facebook adicionou um novo filtro para a criação de público-alvo personalizado em anúncios. Segundo o Adweek, agora os anunciantes poderão selecionar os usuários de acordo com o tempo médio que cada um passe em seu site.

Será possível categorizar os mais ativos e selecionar apenas os que estejam em sua estratégia de veiculação. A novidade facilitará classificar e selecionar as pessoas que estejam realmente interessadas em seu produto/serviço, resultando em uma maior taxa de conversão.

A novidade ainda não está disponível no Brasil, mas deve ser lançada em breve.

Rohan Dhawan, especialista em marketing digital, publicou um vídeo sobre como funciona a novo filtro. Confira:

 

Fonte: Adnews.

Facebook inicia adoção de ‘conversas secretas’ no Messenger

O Facebook anunciou que usuários começaram a receber a opção de “conversas secretas” pelo aplicativo para celular do Messenger. A opção ativa a criptografia nas conversas nos mesmos moldes e com a mesma tecnologia do WhatsApp, que pertence ao Facebook. Porém, diferente do WhatsApp, o recurso não está ativado por padrão em todas as conversas do Messenger.

A criptografia tem por objetivo impedir que mensagens interceptadas possam ser lidas pelo interceptador. A criptografia dificulta a atuação de criminosos, mas também impõe um grande obstáculo à polícia. Como as chaves necessárias para decodificar a conversa ficam só no celular, as autoridades não podem solicitar as mensagens armazenadas pelo Facebook – a versão da mensagem que a rede social possui está embaralhada e ilegível.

O diretor de segurança do Facebook, Alex Stamos, publicou no Twitter algumas explicações para o recurso de segurança do Messenger não estar ativado por padrão. Um dos problemas é a compatibilidade entre dispositivos. Uma vez que a conversa secreta for iniciada no celular, ela fica ilegível no computador, no tablet e em qualquer outro dispositivo no qual o Facebook for acessado.

A tecnologia ainda tem outras limitações, como a incompatibilidade com conversas de voz e vídeo. Além disso, o recurso de busca não consegue encontrar mensagens que foram trocadas em uma “conversa secreta”.

Por causa disso, explicou Stamos, não faz sentido que a criptografia seja ativada por padrão no Facebook Messenger nesse momento.

Para iniciar uma conversa secreta, é preciso abrir as opções do contato no aplicativo e procurar a opção lá. Porém, o recurso não está disponível para todos os usuários. O Facebook não informou um cronograma para a disponibilidade do recurso.

 

Conversas secretas no Facebook Messenger têm cor diferente e cadeado na foto do contato. (Foto: Divulgação/Facebook)

Com a novidade, a usabilidade do Facebook Messenger fica parecida com a do Telegram, cuja criptografia também só é ativada quando o usuário abre um “chat secreto”.

A inclusão de criptografia ponta-a-ponta no Messenger também isola o Google, que ainda não tem oferta semelhante. O mensageiro Allo, que deve ter criptografia, ainda não foi lançado. A extensão “End to End” para o Chrome, que deveria adicionar recursos de criptografia ao Gmail, foi prometida em 2014 e ainda não está pronta.

Fonte: G1.

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Snapchat lança nova função para salvar fotos e vídeos

Snapchat anunciou um novo recurso que permite aos usuários salvar e compartilhar conteúdo, uma grande mudança para o popular aplicativo de mensagens sociais amplamente usado para envio de fotos e vídeos que desaparecem em um dia.

O novo recurso, chamado “Memories”, é um álbum dentro do aplicativo no qual usuários podem salvar fotos e vídeos que podem ser enviados posteriormente para o “Story”, um slide show que desaparece após 24 horas.

Até agora, as fotos e vídeos devem ser imediatamente enviados após terem sido registrados. O movimento pode sinalizar que o Snapchat, conhecido por seu imediatismo, espontaneidade e simplicidade, está querendo no mercado das redes sociais mais populares, como o Facebook.

Nos últimos anos, o Snapchat acrescentou publicidade e conteúdos patrocinados e a avaliação da empresa subiu para cerca de 18 bilhões de dólares. Sua base de usuários também ficou mais velha, com cerca de 40 por cento dos usuários agora com idades entre 25-34 nos Estados Unidos. Cerca de 14 por cento dos usuários têm mais de 35 anos, de acordo com o medidor digital de comScore.

“É divertido encontrar imagens velhas para celebrar um aniversário ou uma data especial e reuni-las para formar uma nova história “, disse Snapchat em seu blog nesta quarta-feira.

O Snapchat tem 150 milhões de usuários diários, de acordo com um relatório da Bloomberg no mês passado, superando Twitter, que tem menos de 140 milhões de usuários diários.

Fonte: Exame.

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Uber da saúde revoluciona com médicos que vão à sua casa

O Docway, um aplicativo lançado ano passado em Curitiba e que acaba de chegar a São Paulo, permite que se chame um médico com a mesma facilidade de pedir um táxi.

Para usar, basta baixar o aplicativo (disponível para Android e IOS), cadastrar-se, encontrar um médico da especialidade (e do preço) desejada(o) e agendar a consulta.

Em caso de emergência, o usuário não escolhe o médico, mas o aplicativo garante que um especialista vai bater na sua porta em no máximo três horas (nesse caso o preço é fixo: 200 reais).

“Além de ser muito prático, a gente acredita que o sistema serve para resgatar o contato humano entre médicos e pacientes, renovando a tradição de visitas domiciliares”, diz Fábio Tiepolo, CEO da Docway.

Por enquanto, há cerca de de mil médicos cadastrados. Cada um deles define o tamanho da área na qual atua na cidade, o preço da consulta e disponibiliza sua agenda. Marcar consulta é muito simples.

O pagamento é feito pelo próprio aplicativo – por cartão de crédito – e, se o paciente tiver plano de saúde, pode pedir reembolso.

O Docway é especialmente útil para encontrar médicos de família, pediatras, clínicos gerais e obstetras – especialidades que se beneficiam mais do atendimento domiciliar.

Ao final de cada consulta, o paciente avalia o médico – mas, infelizmente, essas avaliações não ficam disponíveis para os próximos usuários.

“O Conselho Federal de Medicina proíbe que se divulgue esses dados”, diz Tiepolo. “Mas nosso algoritmo favorece os médicos que fazem mais atendimentos e os mais bem avaliados – esses aparecem na frente quando alguém faz uma busca”.

O CEO garante que médicos consistentemente mal-avaliados serão descadastrados.

Tiepolo diz que o número de médicos está crescendo rápido. “Hoje o SUS paga 12 reais por uma consulta. Um plano de saúde privado paga 30. Vale muito mais a pena para um médico cobrar R$ 100 ou R$ 150 para atender alguém em casa”, diz. A Docway fica com uma fatia de 15%.

Muitos dos especialistas cadastrados são médicos jovens, que ainda não têm consultório próprio ou ligação com algum hospital. Mas há exceções.

“Outro dia conheci um médico mais velho que se cadastrou e fui conversar com ele. Ele disse que tinha nostalgia do início da carreira, logo que se formou, quando visitava pacientes em casa, era convidado para um cafezinho…”

Além de Curitiba e São Paulo, o sistema já foi lançado em Belo Horizonte e Manaus – mas já há alguns médicos cadastrados em 40 cidades diferentes.

Ainda este ano, ele irá se expandir para Goiânia, Florianópolis, Porto Alegre e Salvador. No próximo mês, algumas novidades estão previstas.

“Vamos integrar o Docway ao Uber, para que um médico possa ir à consulta de Uber, e o preço da corrida já seja automaticamente acrescido ao da consulta.”

Além disso, será possível marcar consultas de emergência, com apenas uma hora de antecedência.

Hoje o Docway agenda 200 consultas por mês - Tiepolo projeta crescer 70 vezes ainda em 2016 e chegar ao final do ano com 14 mil consultas/mês.

Fonte: Exame.

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Apple pode impedir que usuários fotografem e gravem shows

A Apple parece estar disposta a acabar com um dos grandes problemas de quem frequenta shows: o excesso de celulares filmando a apresentação. Uma patente registrada pela empresa permite que a câmera do iPhone seja bloqueada quando alguém tentar tirar uma foto do palco.

A tecnologia utiliza sensores infravermelhos posicionados na direção da câmera. Ao apontar o smartphone para a área marcada como “proibida”, o telefone ficaria impossibilitado de filmar ou bater fotos. O pedido foi feito em 2011 e concedido nesta terça-feira (28) pelo escritório de patentes dos Estados Unidos.

 

Sensores infravermelho posicionados no palco desabilitaria câmera do smartphone (Foto: Reprodução/USPTO)
Sensores infravermelhos posicionados no palco desabilitaria câmera do smartphone (Foto: Reprodução/USPTO)

 

Segundo o documento, o sensor infravermelho emite um sinal codificado com comandos específicos para o celular. Por sua vez, o iPhone faz a leitura desses sinais e desabilita temporariamente as funções da câmera. Além de shows ao vivo, a tecnologia poderia ser utilizada em cinemas e museus, evitando a gravação ilegal das imagens.

O recurso também poderia ter outras funcionalidades como, por exemplo, oferecer informações complementares sobre um objeto capturado pelas lentes da câmera do smartphone.

Tecnologia poderia ser usada para dar mais detalhes sobre uma obra de arte, por exemplo (Foto: Reprodução/USPTO)
Tecnologia poderia ser usada para dar mais detalhes sobre uma obra de arte, por exemplo (Foto: Reprodução/USPTO)

 

Vale ressaltar que o registro da patente não quer dizer que a Apple vai incluir a tecnologia nos próximos iPhones. No entanto, é curioso ver onde a empresa está investindo seus recursos.

Fonte: TechTudo.

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