Categoria : Google

Home/Arquivos por Categoria Google

Por que devemos estar nas mídias sociais?

É por meio de procedimentos sistemáticos de análise da utilização das mídias sociais que a pesquisa de mercado pode inferir conhecimentos relativos a expectativas e tendências de consumo

Não é novidade que hoje as mídias sociais possibilitam a conexão das pessoas, a quebra das barreiras geográficas e uma reconfiguração do tempo e do espaço nas relações entre os seres humanos. Para completar, se pensadas num patamar mercadológico, o seu potencial se estende à identificação comportamental, à localização geográfica e à viabilização da conectividade entre indivíduos com interesses semelhantes – que, agrupados nestes espaços, estão revelando o que fazem, pensam e querem.

Do outro lado, temos a pesquisa de mercado preocupada em construir cenários projetivos a partir de radiografias de consumo, e de comportamentos que gerem consumo. Portanto, é também por meio de procedimentos sistemáticos de análise da utilização e consumo das mídias sociais, da sua dinâmica, das formas de utilização, das micro comunicações interpessoais cotidianas disponíveis, que a pesquisa de mercado pode inferir conhecimentos relativos a expectativas mercadológicas, propensões/tendências de consumo e percepções que mobilizam tais usuários-consumidores.

É justamente nesse lócus que vemos a “economia da recomendação” influenciar tendências, padrões de comportamento, desejos e atitudes de consumo de toda a gama de produtos disponíveis no mercado, resultando numa compreensão de tipos e expectativas de consumo a partir das trocas simbólicas que ocorrem nas redes socais. São os fãs, os amigos e os seguidores que, muitas vezes, ditam o “tom” do consumo.

A análise das mídias sociais e a sua regulamentação simbólica revela como os consumidores tem consciência de pertencimento a determinado grupo social. Se fizermos um link com o que disse Freud, que o que une os indivíduos em um grupo é uma identificação em torno de um objeto de amor, um grupo se configuraria em “[…] um certo número de indivíduos que colocaram um só e mesmo objeto no lugar de seu ideal de ego e, consequentemente, se identificaram uns com os outros em seu ego.” Em síntese: as pessoas gostam de estarem juntas para declararem “amor” ou “ódio” pelas marcas… e as redes socais potencializam, enormemente, isso!

Nesse cenário, das interações, compartilhamentos e utilização das mídias sociais e de suas camadas digitais de dados comportamentais, a observação desponta como uma peculiar ferramenta que auxilia na compreensão e na produção de radiografias dos contextos que pautam o mercado e a forma de se consumir na contemporaneidade.
A meu ver a premissa básica a ser considerada nesse cruzamento e incorporação entre o conhecimento dos consumidores (e seu comportamento de consumo) e as mídias ditas sociais é o fato de que, em todos os tempos, as atividades desenvolvidas pelos homens sempre estiveram relacionadas aos locais onde estes estavam. E se as pessoas estão nas redes sociais, falando, compartilhando, postando e informando é lá que também devemos estar para desvendarmos seus interesses, comportamentos e aspirações.

*Artigo produzido por: Diego Oliveira
Youpper Consumer & Media Insights

Fonte: Meio & Mensagem

Jovens assistem mais YouTube do que TV nos EUA

Apesar da virada da plataforma do Google, Netflix é o serviço de vídeo preferido dos jovens do país

Uma pesquisa do banco de investimento norte-americano Piper Jaffray apontou que pela primeira vez a porcentagem de jovens dos Estados Unidos que assistem diariamente ao YouTube ultrapassou a mesma porcentagem para TV a cabo.

Apesar da virada, o YouTube permanece no segundo lugar entre as plataformas de vídeo preferidas dos entrevistados. O campeão Netflix é assistido diariamente por 37% dos jovens.

A metodologia da pesquisa, no entanto, não considera o tempo que os jovens permanecem assistindo cada uma dessas telas. Segundo dados do YouTube publicados em matéria do Meio & Mensagem, o brasileiro assiste em média 8,1 horas semanais de conteúdo na plataforma, enquanto passa cerca 21,9 horas por semana em frente à TV tradicional.

Nas redes sociais, o Snapchat liderou a pesquisa da Piper Jaffray: 37% dos jovens acessam a rede diariamente. Em seguida vem o Instagram, enquanto Twitter e Facebook empatam na terceira posição.

Além da mídia digital, a pesquisa do Piper Jaffray também aponta comportamentos e hábitos de consumo do jovem dos Estados Unidos em segmentos como moda, alimentação e games.

Fonte: Meio & Mensagem

Google anuncia recurso que checa veracidade de notícias

Com certeza você já caiu em alguma ‘notícia pegadinha’ dessas que todo mundo começa a compartilhar e, mesmo quando é desmentida, já é tarde demais: a mentira já se espalhou por todos os cantos. Pois infelizmente a internet tem o poder de perpetuar informações, mesmo que não sejam verdadeiras.

Para ajudar a evitar este inconveniente do mundo moderno, o Google acaba de anunciar um recurso que verificará a veracidade das notícias. O “Fact Check” ajudará o internauta que utiliza o Google Notícias a identificar tanto a informação de qualidade quanto boatos e notícias falsas.

O mecanismo funcionará por meio de uma tag que criadores de conteúdo poderão aplicar às informações que liberam na Internet e haverá monitoramento para que fontes falsas de informação não utilizem o “fact check” para enganar o leitor.

Claro que isso pode não impedir que histórias falsas apareçam no Google News, mas vai tornar muito mais difícil.

O novo recurso por enquanto está disponível apenas para usuários do Reino Unido e Estados Unidos.

* Todas as fotos: Reprodução

Fonte: Hypeness

A publicidade sem ROI acaba de morrer: adapte-se ou junte-se a ela

Quando o McDonald’s adere à remuneração unicamente baseada em performance, o recado para as agências é “entregue resultados reais e mensuráveis ou saia sem um centavo”

No mês de agosto, o McDonald’s trocou sua agência publicitária nos EUA. Sai Leo Burnett, entra Omnicon. Parece mais uma notícia normal do meio publicitário. Mas, se olharmos com calma, esse acontecimento pode ser visto como um grande marco na história do mercado. Tudo isso por um único motivo: no acordo, o grupo Omnicom será remunerado unicamente com base em resultados específicos de negócio que gerar para o McDonald’s. É isso mesmo, nada de BV ou qualquer outra forma de remuneração clássica do mercado publicitário. Entregue resultados reais e mensuráveis ou saia sem um centavo.

A tendência está clara, as empresas não vão mais investir em marketing, especialmente em publicidade, que não traga resultados diretos para o negócio. O fato de uma das contas publicitárias mais tradicionais do mundo ser agora 100% baseada em performance está praticamente gritando isso para o mercado. De certa forma, era previsível que a publicidade “de massa”, mais cedo ou mais tarde, precisaria começar a prestar contas. A internet mudou radicalmente o nível de exigência de CEOs sobre os resultados práticos de seus investimentos em marketing.

Antes, não havia tecnologia confiável para nos dizer exatamente quantos reais em vendas foram gerados por cada esforço de comunicação. Além disso, alternativas como pesquisas de mercado custavam fortunas e eram demoradas. Hoje, entretanto, qualquer PME pode ter dashboards mostrando, em tempo real, o retorno exato de todos os seus investimentos. O fato de uma gigante como o Omnicom aceitar um deal como esse, é a prova de que o mercado publicitário não tem outra saída a não ser se adaptar a esse novo cenário.

Agora, não adianta mais defender uma ação de resultados duvidosos no gogó, dizendo que foi uma “ação inovadora”, que melhorou a “personalidade da marca” ou que gerou “buzz nas redes sociais”. Quando se está falando com gestores, é difícil argumentar contra os números das vendas. Essa nova realidade traz duas consequências que preocupam muita gente do mercado publicitário: primeiro, se você não entregar resultados reais, você está fora do jogo; segundo, se você não tiver capacidade técnica para mensurar a sua performance, mesmo que o seu trabalho esteja bom, você também corre sérios riscos. Afinal, gestores agora só se satisfazem com números.

Os próprios diretores de marketing das empresas nunca estiveram tão ameaçados. A falta de capacidade em demonstrar ROI (retorno sobre o investimento) tem gerado demissões recorde. De acordo com uma pesquisa recente, 48% dos 30 maiores varejistas americanos trocaram a liderança de marketing nos últimos 12 meses. Isso porque os gestores de empresas estão exigindo uma demonstração clara de eficiência em vendas. E para muitos profissionais de outra época, a dificuldade de lidar com esse modelo de performance está lhes custando o emprego.
É importante lembrar que, obviamente, a tecnologia de hoje ainda não consegue mensurar todos os efeitos da publicidade com precisão. Ainda precisamos evoluir muito para entender exatamente o retorno de investimentos mais “subjetivos” como ações de branding. Não temos métricas 100% confiáveis para mensurar seus resultados para o negócio, mas sabemos que, se bem feitos, eles podem sim colaborar fortemente na geração receita.

Mas, independente disso, a realidade é que os gestores provaram o sabor da mensuração e gostaram. Eles viram o poder da avaliação minuciosa de performance em plataformas como o Google Analytics e o Adwords. Agora, eles vão exigir isso para tudo. E na medida em que o marketing de performance vai ficando mais “mainstream”, será cada vez mais difícil encontrar uma empresa que aceite trabalhar sem a mensuração precisa de resultados palpáveis.
Inevitavelmente, muitas agências ficarão pelo caminho. Afinal, além de não terem o domínio técnico para isso, há algo ainda mais sério: elas não têm a cultura. O mercado de comunicação brasileiro é perigosamente “colado” aos aspectos puramente criativos da publicidade. Algumas agências investem infinitamente mais tempo discutindo a estética de suas peças do que planejando e mensurando o impacto real que elas trarão para o bolso dos clientes. Por isso, esta atual mudança de paradigma será grande demais para alguns players do mercado suportarem.

Hoje, o palco ocupado por ideias inovadoras mas com potencial de resultado questionável, será tomado pelos casos que trouxerem resultados reais para as marcas. Saem as ideias “criativas”, entram as ideias que vendem. Parece cruel, mas pense comigo: receber por performance, como no acordo do McDonald’s com o Omnicom, fará a sobrevivência de agências, finalmente, depender dos resultados reais que elas geram para os clientes e não mais de relacionamentos, discursos ou ideias criativas agradáveis para os olhos de um ou outro decisor. E não era para ser assim desde o começo?

Estamos em um caminho sem volta. Se você é profissional de comunicação, cuidado para não ficar do lado errado nessas drásticas mudanças que já começaram pelo mundo. Por um movimento natural de mercado, as agências e seus clientes passarão a concentrar seus recursos na contratação de profissionais de performance. Depende de suas atitudes fazer com que esse fato seja uma grande ameaça ou uma grande oportunidade para você.
Para as agências, é “simples”: é preciso mensurar e entregar resultados reais. Ou, muito em breve, quem não conseguir se adequar poderá ter que achar um jeito de pagar suas contas com estátuas de Leões de Cannes.

Fonte: Meio & Mensagem

Whindersson Nunes deixa Porta dos Fundos pra trás e é o maior do YouTube BR

Por muito tempo, o YouTube brasileiro esteve dominado por um canal de humor conhecido por grande parte dos leitores: o Porta dos Fundos — liderado por Fabio Porchat, Gregorio Duvivier, Karina Ramil, Thati Lopes, Antonio Tabet e vários outros humoristas de renome.

Mas na última segunda-feira (03 de outubro), um vlogueiro (independente autônomo solitário dono de seu próprio nariz e de seus vídeos) chamado Whindersson Nunes deixou o Porta pra trás. Pois é, parecia difícil que alguém conseguisse, mas ele conseguiu ultrapassar o Porta dos Fundos em número de inscritos.

De acordo com o Social Blade, Whindersson tem agora 12.636.026 de inscritos, enquanto o Porta dos Fundos fica com 12.628.466 — um número que está bem longe de ser ruim, não é mesmo. È bom lembrar que o Porta dos Fundos conta com uma equipe profissional de produção para seus vídeos, enquanto o vlogueiro trabalha apenas com vlogs mais simples.

E muito se engana quem achou que isso ia dar algum tipo de “treta na internet”. Apesar de disputarem a liderança, os dois canais não são adversários nem de público e nem publicidade — uma vez que as mensagens passadas são bem diferentes, lembrando ainda que o consumidor de conteúdo digital pode ter acesso a ambos, não é mesmo?

Como você pode ver no tweet acima, até mesmo Antonio “KibeLoco” Tabet parabenizou Whindersson pelo feito. E nós também parabenizamos! Afinal de contas, chegar a uma marca tão impressionante dessas sozinho no YouTube não é para qualquer um!

FONTE: Techmundo/Social Blade

Leia Mais

Snapchat muda de nome e lança óculos ‘fashion’ que faz fotos e vídeos

Produto começa a ser vendido até o final do ano e vai custar US$ 130

O Snapchat anunciou na sexta-feira,24, no final da noite uma mudança importante na estratégia. A empresa passou a se chamar apenas Snap, apesar de ter mantido o nome do aplicativo, que é sucesso entre os jovens, como Snapchat. A companhia também lançou seu primeiro produto de hardware: um óculos com jeitão fashion que tem uma câmera para fotografar e gravar vídeos curtos, de dez segundos.

Chamado de Snapchat Spectacles, os óculos em nada se parecem com o Glass, óculos inteligente do Google. Ele parece com um óculos de sol, mas é equipado com uma câmera simples acionada por meio de um pequeno botão na lateral. Cada vez que o usuário toca no botão, ele começa a gravar um vídeo de 10 segundos. É possível estender o vídeo duas vezes – ou seja, a gravação máxima terá cerca de 30 segundos.

Os vídeos gravados com a câmera possuem uma gravação circular com ajuda de uma lente cujo ângulo é de 115º, tentando imitar a visão humana. Apesar de serem gravados em formato circular, os vídeos serão “corrigidos” pelo aplicativo quando forem postados, para serem visualizados da melhor forma no smartphone dos outros usuários. A bateria dura cerca de um dia, e o aparelho) pode ser carregado através de cabo USB, bem como por sua caixinha (que carrega os óculos por meio de indução).

Os óculos podem ser sincronizados com o smartphone, o que permite compartilhar o conteúdo por meio do aplicativo com auxílio de uma conexão Wi-Fi – usuários de iOS também poderão enviar seus vídeos para o celular através de uma conexão Bluetooth. Os óculos serão lançado em três cores até o final do ano, mas as unidades serão limitadas. O aparelho será vendido ao preço de US$ 130.

Nova fase. “Quando nós começamos, fazia sentido chamar nossa empresa de Snapchat, pois só tínhamos o aplicativo”, disse o fundador e presidente executivo do Snapchat, ao jornal norte-americano The Wall Street Journal. “Agora que nós estamos desenvolvendo outros produtos, precisamos de um nome que vá além do aplicativo.”

A mudança representa uma nova fase para a companhia, que foi fundada em 2011 por Spiegel em seu dormitório na Universidade de Stanford, onde cursava design de produtos. No ano seguinte, ele deixou o curso para se dedicar ao Snapchat, tamanho o sucesso do aplicativo, em especial entre os usuários de internet mais jovens. Desde então, o aplicativo cresceu e passou o Twitter em número de usuários: atualmente, mais de 150 milhões de pessoas usam o app todos os dias no mundo.

Os Spectacles não são o primeiro produto além do aplicativo produzido pelo Snapchat, que também possui formas de gelo, mochilas e até almofadas especiais com o formato de seu “fantasminha-símbolo”. No entanto, é o primeiro aparelho cujo uso está diretamente relacionado ao aplicativo que tornou a agora Snap Inc. famosa.

Fonte: Estadão

Leia Mais

Google Duo: ‘Skype do Google’ chega ao Android e iPhone

O Google Duo, novo aplicativo do Google para fazer ligações em vídeo, chegou nesta semana às lojas de aplicativos do Android e do iPhone (iOS). Apesar de o anúncio ter sido global, por enquanto o software não está disponível para internautas do Brasil. De acordo com a empresa, a previsão é de que ele desembarque na Google Play Store e na App Store brasileiras “nos próximos dias”.

De acordo com a empresa de internet, o programa foi criado para funcionar “mesmo em redes lentas”. Além disso, ele não requer uma conta Google, como acontece atualmente com o Hangouts.

 

Google Duo é um app para ligações de vídeos similar ao FaceTime (Foto: Divulgação/Google) (Foto: Google Duo é um app para ligações de vídeos similar ao FaceTime (Foto: Divulgação/Google))Google Duo faz chamadas em vídeo; funcionamento é similar ao do Skype (Foto: Divulgação/Google)

 

O aplicativo foi mostrado pela primeira vez no evento que o Google realizou na Califórnia, Estados Unidos, em maio deste ano. Na conferência Google I/O foi destacado o funcionamento do Google mesmo em redes 2G. Uma das recomendações para novos usuários, inclusive, é que iniciem uma ligação enquanto estão na rede Wi-Fi e depois desativem essa conexão, para que o programa faça a migração para a rede 4G/3G.

O novo rival do Skype também tem entre seus recursos de maior importância o funcionamento nos dois maiores sistemas de celular da atualidade. Embora esteja no Android e no iOS, o sistema do Google leva vantagem com a função Knock Knock – ela permite ao dono do telefone ver o vídeo de quem está ligando, na própria tela de desbloqueio do Android, antes mesmo de atender a ligação.

Segundo o Google, “o iOS não oferece esse recurso para os apps, então o Knock Knock funciona somente se o aplicativo já estiver aberto no smartphone de quem recebe a chamada”.

De graça, o Google Duo é compatível com 78 idiomas. Em alguns países ele ainda não foi liberado, como é o caso do Brasil. Na Play Store nacional aparece a opção de “Pré-registro”, que informa ao internauta quando o programa fica disponível para baixar.

 

Fonte: TechTudo.

Leia Mais

Kiddle, o buscador infantil do Google

O Google lançou recentemente uma solução para os pais que ficam preocupados com a segurança de seus filhos enquanto navegam na internet. O “Kiddle“, como foi batizada a plataforma, é basicamente uma versão do buscador da gigante para as crianças.

O sistema de buscas veta qualquer possibilidade de acesso dos pequenos aos conteúdos adultos que inundam a “internet de gente grande”.
A página segue um layout bastante parecido o Google original, mas devidamente inserido em sua proposta, com um robô que funciona como um “guardião” do buscador e outros infantis ilustrativos.
Os algoritmos utilizados na ferramenta fazem uma triagem que exibe apenas conteúdos “comportados” para os mini usuários, ainda que a palavra buscada tenha algum tipo de assunto indevido relacionado, e barra temas que considera inapropriados para o público.

O visual é divertido e permite encontrar resultados na web, imagens, notícias e vídeos. Caso a criança busque palavras inapropriadas, aparecerá um alerta na tela do PC.

site-02

Com visual e desenvolvimento pensado para mostrar apenas conteúdos adequados, o Kiddle pode ser acessado pelo navegador web do computador ou no celular pelo endereço (www.kiddle.co). O mascote é um “robô” virtual e a interface, amigável e colorida, está disponível apenas em inglês. Segundo o site, os resultados ocultam opções enganosas ou com material para adultos como nudez, violência, drogas e outros assuntos muito populares em toda a rede.

Fonte: Manka / A Rede Educa

Leia Mais

Google inaugura própria divisão de hardware

O Google vai criar uma divisão de hardware, que será responsável por produtos como a linha Nexus, Chromebook, Chromecast, Google Glass e outros dispositivos.

O chefe da nova área será Rick Osterloh, que deixou o Google quando a Motorola foi vendida à Lenovo, e retorna agora.

Além do Nexus e do Chromebook, a divisão de hardware, ainda sem nome, vai chefiar o ATAP, laboratório experimental do Google. Haverá também um conjunto de produtos chamados de “living room”, o que indica que a companhia deve desenvolver dispositivos inteligentes para a casa.

A confirmação dessa notícia foi feita pela própria Google ao Re/code, mas ainda não foi feito um anúncio oficial dessa novidade. Também não sabemos como deve se chamar essa nova divisão, nem se ela desenvolverá e fabricará de fato todos os produtos de hardware, deixando as atuais parceiras no escanteio.

Fonte: Olhar Digital

Leia Mais

Como o trabalho do centro do Google em MG influencia resultados de buscas

Muitas empresas acabam escolhendo São Paulo ou Rio de Janeiro para se instalar. O Google resolveu investir em Belo Horizonte, e a história por trás disso é bem interessante, relacionada ao início da era das buscas no Brasil.

Uma de cada dez buscas que uma pessoa de qualquer lugar do mundo faz no Google tem um pedaço do código desenvolvido pelo centro de engenharia da empresa em Belo Horizonte, que foi reinaugurado nesta segunda-feira (4) em um prédio maior.

O centro em Belo Horizonte foi fundado em 2005, depois da aquisição de uma pequena empresa criada por professores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a Akwan, que desenvolveu um buscador voltado para a web brasileira e chamou a atenção do Google.

“Perto da nossa abertura de capital em 2004, percebemos que nem todos os melhores cérebros do mundo moravam em Mountain View”, brinca Luiz André Barroso, um dos principais engenheiros brasileiros na sede da empresa e que foi, por algum tempo, o único engenheiro nascido no Brasil no Google. Ele foi um dos responsáveis por propor um centro de engenharia no país, mais especificamente em Belo Horizonte.

“Aqui tinha essa empresinha chamada Akwan e, de repente, ela tinha 25% do mercado de buscas no Brasil, rivalizando com o próprio Google”, conta.

Quase 11 anos depois, depois da compra da Akwan, o trabalho do Google cresceu na capital mineira e o novo espaço –com mesas de ping pong, videogames, estúdio de música, “quartos de soneca” e parede de escalada– foi criado para possibilitar a expansão da empresa. A meta é dobrar a equipe atual de 110 engenheiros, de sete países, que trabalham principalmente no coração da companhia: o sistema de buscas.

Todas as buscas feitas no Google em qualquer lugar do mundo são influenciadas por projetos lançados pelo centro brasileiro. Segundo Berthier Ribeiro-Neto, um dos fundadores da Akwan e hoje diretor de engenharia para a América Latina do Google, uma em cada dez buscas tem códigos escritos pelo time que trabalha na cidade.

Foram os engenheiros de BH, por exemplo, que desenvolveram boa parte da chamada “local search” (ou pesquisa local), que dá ao usuário detalhes de estabelecimentos próximos a ele, como o número de telefone, localização e horário de restaurantes e lojas. “Sempre que a informação de um mapa enriquece a busca, nós estamos por trás”, conta Bruno Pôssas, engenheiro que lidera a equipe de buscas.

BUSCAS

O sistema de pesquisa local procura auxiliar principalmente o usuário de smartphone (hoje, 50% das pesquisas no Google são feitas pelo celular), que faz buscas com uma linguagem mais coloquial. Até pouco tempo atrás, o sistema não conseguia responder buscas correlacionando o nome popular com o nome oficial de um local, como “estádio do São Paulo” e “Estádio Cícero Pompeu de Toledo” ou ainda “estádio do Morumbi”.

Em Belo Horizonte, também foi desenvolvido um trabalho para que o buscador entenda que dois termos diferentes (não necessariamente que nomeiam lugares) na verdade significam a mesma coisa, é o caso de molho béchamel e molho branco. Ou “receitas de molho béchamel” e “como fazer molho béchamel” –para os dois casos, o Google apresenta os mesmos resultados. Há alguns anos atrás isso não era possível.

“A sintaxe é diferente, mas o sistema já entende que a intenção é a mesma”, explica Camila Matsubara, engenheira de software da empresa.

E a intenção do usuário é o que o Google quer entender cada vez mais. Os engenheiros do centro repetem, quase como um bordão, que querem sempre “melhorar a busca”.

Em alguns casos, isso significa oferecer logo de cara informações básicas sobre um lugar, como o telefone ou o endereço. Em outros, fazer o sistema entender cada vez mais termos que se relacionam (como ao buscar “Belo Horizonte”, são dois termos que o sistema precisa compreender como uma unidade).

“Quando você faz uma consulta, o que você está pensando? Depende da busca, você pode responder. Se eu tivesse um telefone para ligar e perguntar o que você está pensando no momento da busca ajudaria muito”, brinca Berthier.

“A questão é que o resultado é gerado com base na consulta, mas a consulta nem sempre é a intenção do usuário.”

É mais difícil do que parece. O universo de trabalho do Google são cerca de 60 trilhões de páginas (endereços únicos), que são coletadas por um robô para depois serem armazenadas em um índice de 100 milhões de Gbytes.

“Quando você faz uma busca, vamos nas caixinhas dos termos usando mais de 200 sinais –como a qualidade da página, a data de publicação e o contexto do usuário, como a localização- para responder em um oitavo de segundo”, explica Hugo Santana, engenheiro de software

Só no ano passado, foram geradas cerca de 300 melhorias para o algoritmo de busca. O centro de Belo Horizonte conta com a segunda melhoria mais positiva de um ranking global interno da empresa e outras três nas dez primeiras posições –o Google não revela quais são essas melhorias.

OK, GOOGLE

A grande aposta para o futuro de interação com os dispositivos móveis e mesmo com o computador é o assistente pessoal, que deve influenciar diretamente na busca.

“Se você pensar como as coisas são feitas hoje, tudo fica muito em cima do usuário. Para planejar uma viagem, por exemplo, é o usuário que tem que pesquisar voos, ônibus, hotéis, passeios e depois juntar e organizar esses dados”, diz Berthier.

“A pergunta que a gente faz é: como podemos ajudar o usuário? Não acho que vamos dizer ‘ok, google, onde eu devo passar férias’, mas a partir do momento que o usuário decidiu o que quer fazer, o assistente pode ajudá-lo.”

A Microsoft, por exemplo, já visualiza esse futuro para o Skype, que será capaz de organizar viagens junto com a Cortana, assistente pessoal da empresa, e o uso de bots.

Segundo Berthier, o centro deve trabalhar no assistente pessoal do Google e continuar desenvolvendo tecnologias de buscas, além de criar novos projetos, especialmente agora com a equipe dobrando de tamanho.

SAÚDE

Em Belo Horizonte, um grupo de cerca de 15 engenheiros vem se dedicando a desenvolver outro aspecto do buscador do Google, o Health Search (ou busca por saúde).

Ao digitar “febre zika”, por exemplo, o usuário se depara com um “painel de conhecimento” com as principais informações sobre a doença, como sintomas.

A ideia é organizar a informação de saúde e torná-la universalmente acessível e útil, em uma tentativa de fugir da experiência tradicional de buscas sobre doenças na internet, que passam a sensação de que tudo acabará em câncer ou morte iminente.

Para isso, a companhia montou um banco de dados usando aprendizado de máquinas. As informações encontradas foram revisadas por médicos e publicadas em parceria com hospitais –no caso do Brasil, o escolhido foi o Albert Einstein– excluindo informações de outros hospitais, ou que fogem da medicina tradicional.

Segundo Frederico Quintão, gerente do recurso, nada impede que apareça “acupuntura” na aba de tratamentos (por enquanto só disponível nos EUA), desde que seja um tratamento referendado por órgãos governamentais e hospitais usados como fontes.

Atualmente são mais de 400 doenças catalogadas, que representam 80% das doenças mais buscadas pelos internautas.

Fonte: Folha de São Paulo

Leia Mais

Conheça o Google Data Center neste vídeo tour em 360º

A equipe da Google Cloud Platform fez um vídeo tour em 360º para apresentar o centro de dados da Google (Data Center). No vídeo, é explicado como funciona a segurança do local, a atenção e procedimento com os dados e os esforços da empresa para tornar o centro mais eficiente.

Por ser em 360 graus, o vídeo permite que o usuário “controle” a imagem, clicando e arrastando com o mouse para visualizar diferentes ângulos da cena. Ao ser visualizado em um dispositivo móvel (algo que a empresa recomenda), basta inclinar o aparelho para ver uma parte diferente da imagem. Veja o vídeo abaixo:

Segundo o vídeo, a maioria dos funcionários do Google não tem acesso àquele edifício. Ele contém, além dos servidores, toda a infraestrutura responsável por manter os sistemas ativos. Essa infraestrutura é desenhada de forma a ser completamente “redundante”: mesmo que uma fonte de energia falhe, há outra capaz de substituí-la imediatamente.

Para ter acesso a essa infraestrutura, é necessário passar por um controle de segurança que envolve um escaneamento de íris. De acordo com o vídeo, boa parte da infraestrutura dos servidores é feita sob medida, pelo próprio Google, para funcionar da melhor maneira possível. Um único edifício como o mostrado no vídeo é capaz de sustentar 75 mil máquinas, e transmitir, no total, mais de um petabit (um quatrilhão de bits) por segundo.

Além de ser interessante e informativo, o vídeo também parece funcionar como uma forma de divulgação para os serviços de nuvem do Google. A empresa vem buscando espaço nesse mercado, concorrendo com gigantes como Amazon e Microsoft, e conquistando clientes como a Apple.

Fonte: Olhar Digital

Leia Mais

Extensão do Google Chrome faz os spoilers de Star Wars desaparecerem

Faltam poucos dias para a estreia de Star Wars: O Despertar da Força nos cinemas, e se você não pretende ou não puder ir nos primeiros dias, corre o risco de se deparar com spoilers.

Felizmente, para usuários do Chrome, há uma solução para isso. Uma extensão disponibilizada pelo desenvolvedor “maxt3r” protege as pessoas de se depararem com conteúdo “estraga prazeres”.

Uma vez instalado no navegador, a extensão detectará qualquer coisa que possa ser identificada como spoiler do novo filme de Star Wars. Uma tela de aviso então será exibida, com um botão que permite ver a página em questão, caso o usuário não se importe.

Conheça o Star Wars Blocker e instale a extensão anti-spoiler no seu Chrome.

Leia Mais