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Kiddle, o buscador infantil do Google

O Google lançou recentemente uma solução para os pais que ficam preocupados com a segurança de seus filhos enquanto navegam na internet. O “Kiddle“, como foi batizada a plataforma, é basicamente uma versão do buscador da gigante para as crianças.

O sistema de buscas veta qualquer possibilidade de acesso dos pequenos aos conteúdos adultos que inundam a “internet de gente grande”.
A página segue um layout bastante parecido o Google original, mas devidamente inserido em sua proposta, com um robô que funciona como um “guardião” do buscador e outros infantis ilustrativos.
Os algoritmos utilizados na ferramenta fazem uma triagem que exibe apenas conteúdos “comportados” para os mini usuários, ainda que a palavra buscada tenha algum tipo de assunto indevido relacionado, e barra temas que considera inapropriados para o público.

O visual é divertido e permite encontrar resultados na web, imagens, notícias e vídeos. Caso a criança busque palavras inapropriadas, aparecerá um alerta na tela do PC.

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Com visual e desenvolvimento pensado para mostrar apenas conteúdos adequados, o Kiddle pode ser acessado pelo navegador web do computador ou no celular pelo endereço (www.kiddle.co). O mascote é um “robô” virtual e a interface, amigável e colorida, está disponível apenas em inglês. Segundo o site, os resultados ocultam opções enganosas ou com material para adultos como nudez, violência, drogas e outros assuntos muito populares em toda a rede.

Fonte: Manka / A Rede Educa

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Google inaugura própria divisão de hardware

O Google vai criar uma divisão de hardware, que será responsável por produtos como a linha Nexus, Chromebook, Chromecast, Google Glass e outros dispositivos.

O chefe da nova área será Rick Osterloh, que deixou o Google quando a Motorola foi vendida à Lenovo, e retorna agora.

Além do Nexus e do Chromebook, a divisão de hardware, ainda sem nome, vai chefiar o ATAP, laboratório experimental do Google. Haverá também um conjunto de produtos chamados de “living room”, o que indica que a companhia deve desenvolver dispositivos inteligentes para a casa.

A confirmação dessa notícia foi feita pela própria Google ao Re/code, mas ainda não foi feito um anúncio oficial dessa novidade. Também não sabemos como deve se chamar essa nova divisão, nem se ela desenvolverá e fabricará de fato todos os produtos de hardware, deixando as atuais parceiras no escanteio.

Fonte: Olhar Digital

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WhatsApp libera compartilhamento de documentos do Office

O WhatsApp começou a liberar nesta quinta-feira (14) o compartilhamento de documentos do Pacote Office –Word, Excel e PowerPoint. Embora a empresa ainda não tenha feito o anúncio oficial, a novidade já está disponível para muitos usuários do Android e do iOS.

O recurso de compartilhamento de dados foi incluído na plataforma no início de março, antes restrito a arquivos no formato PDF. A opção pode ser encontrada no ícone de anexo ao lado de outros tipos de compartilhamento, como foto, vídeo, contatos e localização, por exemplo.

É possível selecionar documentos tanto armazenados nos dispositivos como em nuvem, incluindo o Google Drive, Dropbox e iCloud Drive. Vale lembrar, no entanto, que para conseguir abrir os documentos dos formatos Office em seu smartphone é preciso ter aplicativos específicos.

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A novidade não foi disponibilizada na versão web do aplicativo, que só permite o compartilhamento de vídeos e fotos.

 

Fonte: Uol

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Instagram vai adicionar canais de vídeo na seção ‘explorar’

App terá canal personalizado chamado ‘vídeos que você pode gostar’.
Por enquanto, atualização só estará disponível nos Estados Unidos.

O Instagram está atualizando sua seção “explorar” para adicionar canais de vídeo que serão exibidos de acordo com as preferências dos usuários.

A ferramenta terá um canal personalizado chamado “vídeos que você pode gostar”, que vai coletar vídeos da comunidade global do Instagram e também incluirá uma coluna de “destaques”, que mostrará vídeos sobre tópicos específicos, disse o Instagram.

Por enquanto, a atualização só estará disponível nos Estados Unidos, disse o Instagram nesta quinta-feira.

Fonte: G1

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WhatsApp começa a identificar conversas com criptografia

Uma atualização do comunicador WhatsApp passou a identificar o uso de criptografia nas conversas realizadas pelo aplicativo. Nada muda para quem usa o programa, mas as conversas criptografadas trafegam de maneira “embaralhada” pela internet, de tal maneira que nem mesmo um grampo policial é capaz de enxergar o conteúdo do bate-papo e dos arquivos que são transferidos.

É possível perceber a mudança com um aviso que agora aparece nas conversas: “as mensagens que você enviar para esta conversa e chamadas agora são protegidas com criptografia de ponta-a-ponta”. Essa segurança é parecida com a utilizada em comunicações militares sigilosas.

A novidade vale para todas as versões do aplicativo, em todas as plataformas. Ou seja: não importa se você usa Android, iOS, Windows Phone, BlackBerry ou até mesmo um celular antigo da Nokia. O aplicativo até mesmo começou a avisar sobre a proteção das conversas, como mostra a captura abaixo.

Aviso de criptografia em conversa do WhatsApp. (Foto: Reprodução)

A criptografia forte começou a ser implantada em 2014, mas ainda restrita, funcionando apenas com alguns dispositivos e em situações específicas. Agora vale para tudo. Além disso, os usuários também não sabiam exatamente quando o recurso estava ativo ou não, o que tornava a tecnologia pouco confiável do ponto de vista dos mais conscientes da privacidade digital. Desde então, o aplicativo foi gradualmente expandindo a proteção às mensagens para cada vez mais usuários.

Assim, o app deve continuar no caminho de autoridades em investigações policiais. Nos últimos meses, a Justiça brasileira encontrou problemas com o serviço, que não só não guarda as mensagens dos usuários como também as codifica, tornando inviável recorrer a elas no caso de uma investigação criminal. Isso fez com que o aplicativo fosse temporariamente bloqueado no país no ano passado e causou a prisão de um executivo do Facebook. Ao mesmo tempo, a criptografia é indispensável para garantir a segurança do conteúdo das mensagens, para garantir que ela não seja interceptada pelo cibercrime ou mesmo por espionagem ilegal.

No entanto, não é só o Brasil que enfrenta problemas com a criptografia. Recentemente, o FBI entrou em uma batalha jurídica com a Apple nos Estados Unidos pelo desbloqueio do iPhone de um terrorista envolvido no ataque em San Bernardino, na Califórnia. O FBI pedia que a empresa propositalmente enfraquecesse as defesas do iPhone, enquanto a empresa se negava terminantemente a cumprir a ordem. No fim das contas, o FBI conseguiu hackear o aparelho sem a ajuda da companhia.


Fonte: Fonte G1 e Olhar Digital

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Como o trabalho do centro do Google em MG influencia resultados de buscas

Muitas empresas acabam escolhendo São Paulo ou Rio de Janeiro para se instalar. O Google resolveu investir em Belo Horizonte, e a história por trás disso é bem interessante, relacionada ao início da era das buscas no Brasil.

Uma de cada dez buscas que uma pessoa de qualquer lugar do mundo faz no Google tem um pedaço do código desenvolvido pelo centro de engenharia da empresa em Belo Horizonte, que foi reinaugurado nesta segunda-feira (4) em um prédio maior.

O centro em Belo Horizonte foi fundado em 2005, depois da aquisição de uma pequena empresa criada por professores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a Akwan, que desenvolveu um buscador voltado para a web brasileira e chamou a atenção do Google.

“Perto da nossa abertura de capital em 2004, percebemos que nem todos os melhores cérebros do mundo moravam em Mountain View”, brinca Luiz André Barroso, um dos principais engenheiros brasileiros na sede da empresa e que foi, por algum tempo, o único engenheiro nascido no Brasil no Google. Ele foi um dos responsáveis por propor um centro de engenharia no país, mais especificamente em Belo Horizonte.

“Aqui tinha essa empresinha chamada Akwan e, de repente, ela tinha 25% do mercado de buscas no Brasil, rivalizando com o próprio Google”, conta.

Quase 11 anos depois, depois da compra da Akwan, o trabalho do Google cresceu na capital mineira e o novo espaço –com mesas de ping pong, videogames, estúdio de música, “quartos de soneca” e parede de escalada– foi criado para possibilitar a expansão da empresa. A meta é dobrar a equipe atual de 110 engenheiros, de sete países, que trabalham principalmente no coração da companhia: o sistema de buscas.

Todas as buscas feitas no Google em qualquer lugar do mundo são influenciadas por projetos lançados pelo centro brasileiro. Segundo Berthier Ribeiro-Neto, um dos fundadores da Akwan e hoje diretor de engenharia para a América Latina do Google, uma em cada dez buscas tem códigos escritos pelo time que trabalha na cidade.

Foram os engenheiros de BH, por exemplo, que desenvolveram boa parte da chamada “local search” (ou pesquisa local), que dá ao usuário detalhes de estabelecimentos próximos a ele, como o número de telefone, localização e horário de restaurantes e lojas. “Sempre que a informação de um mapa enriquece a busca, nós estamos por trás”, conta Bruno Pôssas, engenheiro que lidera a equipe de buscas.

BUSCAS

O sistema de pesquisa local procura auxiliar principalmente o usuário de smartphone (hoje, 50% das pesquisas no Google são feitas pelo celular), que faz buscas com uma linguagem mais coloquial. Até pouco tempo atrás, o sistema não conseguia responder buscas correlacionando o nome popular com o nome oficial de um local, como “estádio do São Paulo” e “Estádio Cícero Pompeu de Toledo” ou ainda “estádio do Morumbi”.

Em Belo Horizonte, também foi desenvolvido um trabalho para que o buscador entenda que dois termos diferentes (não necessariamente que nomeiam lugares) na verdade significam a mesma coisa, é o caso de molho béchamel e molho branco. Ou “receitas de molho béchamel” e “como fazer molho béchamel” –para os dois casos, o Google apresenta os mesmos resultados. Há alguns anos atrás isso não era possível.

“A sintaxe é diferente, mas o sistema já entende que a intenção é a mesma”, explica Camila Matsubara, engenheira de software da empresa.

E a intenção do usuário é o que o Google quer entender cada vez mais. Os engenheiros do centro repetem, quase como um bordão, que querem sempre “melhorar a busca”.

Em alguns casos, isso significa oferecer logo de cara informações básicas sobre um lugar, como o telefone ou o endereço. Em outros, fazer o sistema entender cada vez mais termos que se relacionam (como ao buscar “Belo Horizonte”, são dois termos que o sistema precisa compreender como uma unidade).

“Quando você faz uma consulta, o que você está pensando? Depende da busca, você pode responder. Se eu tivesse um telefone para ligar e perguntar o que você está pensando no momento da busca ajudaria muito”, brinca Berthier.

“A questão é que o resultado é gerado com base na consulta, mas a consulta nem sempre é a intenção do usuário.”

É mais difícil do que parece. O universo de trabalho do Google são cerca de 60 trilhões de páginas (endereços únicos), que são coletadas por um robô para depois serem armazenadas em um índice de 100 milhões de Gbytes.

“Quando você faz uma busca, vamos nas caixinhas dos termos usando mais de 200 sinais –como a qualidade da página, a data de publicação e o contexto do usuário, como a localização- para responder em um oitavo de segundo”, explica Hugo Santana, engenheiro de software

Só no ano passado, foram geradas cerca de 300 melhorias para o algoritmo de busca. O centro de Belo Horizonte conta com a segunda melhoria mais positiva de um ranking global interno da empresa e outras três nas dez primeiras posições –o Google não revela quais são essas melhorias.

OK, GOOGLE

A grande aposta para o futuro de interação com os dispositivos móveis e mesmo com o computador é o assistente pessoal, que deve influenciar diretamente na busca.

“Se você pensar como as coisas são feitas hoje, tudo fica muito em cima do usuário. Para planejar uma viagem, por exemplo, é o usuário que tem que pesquisar voos, ônibus, hotéis, passeios e depois juntar e organizar esses dados”, diz Berthier.

“A pergunta que a gente faz é: como podemos ajudar o usuário? Não acho que vamos dizer ‘ok, google, onde eu devo passar férias’, mas a partir do momento que o usuário decidiu o que quer fazer, o assistente pode ajudá-lo.”

A Microsoft, por exemplo, já visualiza esse futuro para o Skype, que será capaz de organizar viagens junto com a Cortana, assistente pessoal da empresa, e o uso de bots.

Segundo Berthier, o centro deve trabalhar no assistente pessoal do Google e continuar desenvolvendo tecnologias de buscas, além de criar novos projetos, especialmente agora com a equipe dobrando de tamanho.

SAÚDE

Em Belo Horizonte, um grupo de cerca de 15 engenheiros vem se dedicando a desenvolver outro aspecto do buscador do Google, o Health Search (ou busca por saúde).

Ao digitar “febre zika”, por exemplo, o usuário se depara com um “painel de conhecimento” com as principais informações sobre a doença, como sintomas.

A ideia é organizar a informação de saúde e torná-la universalmente acessível e útil, em uma tentativa de fugir da experiência tradicional de buscas sobre doenças na internet, que passam a sensação de que tudo acabará em câncer ou morte iminente.

Para isso, a companhia montou um banco de dados usando aprendizado de máquinas. As informações encontradas foram revisadas por médicos e publicadas em parceria com hospitais –no caso do Brasil, o escolhido foi o Albert Einstein– excluindo informações de outros hospitais, ou que fogem da medicina tradicional.

Segundo Frederico Quintão, gerente do recurso, nada impede que apareça “acupuntura” na aba de tratamentos (por enquanto só disponível nos EUA), desde que seja um tratamento referendado por órgãos governamentais e hospitais usados como fontes.

Atualmente são mais de 400 doenças catalogadas, que representam 80% das doenças mais buscadas pelos internautas.

Fonte: Folha de São Paulo

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Conheça o Google Data Center neste vídeo tour em 360º

A equipe da Google Cloud Platform fez um vídeo tour em 360º para apresentar o centro de dados da Google (Data Center). No vídeo, é explicado como funciona a segurança do local, a atenção e procedimento com os dados e os esforços da empresa para tornar o centro mais eficiente.

Por ser em 360 graus, o vídeo permite que o usuário “controle” a imagem, clicando e arrastando com o mouse para visualizar diferentes ângulos da cena. Ao ser visualizado em um dispositivo móvel (algo que a empresa recomenda), basta inclinar o aparelho para ver uma parte diferente da imagem. Veja o vídeo abaixo:

Segundo o vídeo, a maioria dos funcionários do Google não tem acesso àquele edifício. Ele contém, além dos servidores, toda a infraestrutura responsável por manter os sistemas ativos. Essa infraestrutura é desenhada de forma a ser completamente “redundante”: mesmo que uma fonte de energia falhe, há outra capaz de substituí-la imediatamente.

Para ter acesso a essa infraestrutura, é necessário passar por um controle de segurança que envolve um escaneamento de íris. De acordo com o vídeo, boa parte da infraestrutura dos servidores é feita sob medida, pelo próprio Google, para funcionar da melhor maneira possível. Um único edifício como o mostrado no vídeo é capaz de sustentar 75 mil máquinas, e transmitir, no total, mais de um petabit (um quatrilhão de bits) por segundo.

Além de ser interessante e informativo, o vídeo também parece funcionar como uma forma de divulgação para os serviços de nuvem do Google. A empresa vem buscando espaço nesse mercado, concorrendo com gigantes como Amazon e Microsoft, e conquistando clientes como a Apple.

Fonte: Olhar Digital

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DIGA NÃO à Redução da Velocidade da Banda Larga

DIGA NÃO à Redução da Velocidade da Banda Larga!
Apoie este Abaixo-Assinado. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.

Não é de hoje que sofremos com o péssimo serviço que nos é ofertado nas operadoras de internet banda larga brasileiras. Temos a pior e mais cara internet do mundo. Assinamos pacotes em que nem 50% do serviço contratado nos é entregue. Somos o 73º país em termo de qualidade de internet no mundo segundo a Akamai (empresa especializada em internet). Nossa internet é abaixo do nível mundial, perdemos até para países como a Índia e a Coreía do Norte além de ser uma com as piores ofertas de serviço.

As operadoras de internet como a Vivo, Net, OI, etc são os recordistas em reclamações no site Reclame Aqui e mesmo assim anunciam que irão passar a cobrar o consumo máximo de dados sob pena de termos nossa internet cortada e/ou reduzida a valores ínfimos que não garantem o acesso a quase nenhum serviço que utilizamos no nosso dia-a-dia. Tal medida VETA o acesso à rede e é uma afronta ao texto do Marco Civil onde defende o livre acesso à internet.

Tudo isso é feito notoriamente para que essas operadoras recuperem o prejuízo de perderem seus clientes da falida TV por assinatura para serviços de Stream (Youtube, Netflix, etc). Forçando essas pessoas a assinarem planos adicionais e combos cada vez mais caros.

Apesar dessa redução estar presente nos contratos, ao assiná-los TODOS os vendedores até então são enfáticos em dizer a todos novos clientes que tal cláusula é meramente ilustrativa. Porém agora querem nos cobrar por um serviço de péssima qualidade sem nem uma garantia de que irão medir de forma correta/honesta o gasto dos dados. Como se pudéssemos acreditar apenas quando eles afirmarem que nosso limite fora alcançado.

Assine a petição através deste link: Petição Pública

Fonte: Site Petição Pública

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WhatsApp vai começar a exibir anúncios para os usuários

O que há muito tempo era especulado vai se concretizar este ano. Em entrevista ao jornalista Filipe Vilicic da VEJA, Matt Steinfeld, novo diretor de comunicação global e porta-voz do WhatsApp, anunciou que em 2016 o aplicativo vai iniciar a veiculação de publicidade. O executivo ainda adianta que os anúncios – a exemplo do Facebook, que comprou o aplicativo – vai usar informações dos usuários para fazer a segmentação.

A discussão é antiga em torno de como o WhatsApp, que custou quase 20 bilhões de dólares ao Facebook, iria monetizar sua atividade. O aplicativo tem atualmente 1 bilhão de usuários. A dúvida agora fica por conta do formato que os anúncios terão (façam suas apostas nos comentários).

Além disso, Matt Steinfeld declarou que um dos focos de crescimento do WhatsApp é o Brasil, com investimento em tecnologia para enfrentar a lentidão da 3G e 4G daqui (uma das mais lentas do mundo). Tudo isso para garantir uma melhor experiência para os usuários.

O que a notícia significa para as empresas

Profissionais de marketing agora já precisam começar a pensar em campanhas e nas melhores estratégias para se fazer presente no aplicativo quando os anúncios começarem a pipocar. Não é novidade que muitas empresas já usam o WhatsApp como canal de atendimento e de vendas. Agora a missão é explorar o canal para anunciar de forma eficiente.

Fonte: LinkedIn
Josafá Rohde
Gerente de Marketing Digital na Pemavel Veículos

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Conheça os novos botões de ”Curtir” do Facebook

Não se assuste se as publicações no Facebook começarem a serem bombardeadas por carinhas amarelas com nomes engraçados como “Uau”, “Amei” e “Grr”. Desde a última quarta-feira (24), os usuários do Facebook no Brasil já estão fazendo mais do que “curtir” um post na rede social. O site liberrou as “reações”, botões em forma de emoji que expressam mais do que só a aprovação do “joinha”.

Depois de mais de um ano em desenvolvimento e mistério, o Facebook finalmente apresentou e começou a aplicar os novos botões de “Curtir” na rede social.
A partir de agora, você não vai apenas dizer se gostou ou não de fotos ou textões no site: as chamadas “Reactions” (“Reações”) são um menu de possibilidade que expandem os sentimentos que podem ser demonstrados na rede social.
Ao segurar o dedo no botão de “Like” (“Curtir”) do app do Facebook para dispositivos móveis ou deixar o mouse parado em cima da mão com o polegar para cima no desktop, o menu será expandido na hora. As novas opções são, além do Like, “Love”, “Haha”, “Wow”, “Sad” e “Angry”.

A rede social entende que a aceitação à novidade será um pouco complicada, já que altera uma função clássica do site. Porém, o Facebook alega que a novidade foi aprovada depois que a empresa ouviu usuários ao redor do mundo e notou que vários comentários já eram feitos com os adesivos (“stickers”) que expressavam emoções.

As “Reações” já estão disponíveis para todos os usuários ao redor do mundo, mas a ativação delas nas versões web e mobile não acontecerá em todos os países ao mesmo tempo. Por isso, fique de olho nas atualizações do seu tablet ou smartphone ou nas novidades da página no navegador.

Você pode ver outro comercial lançado pelo Facebook sobre a novidade clicando aqui

Fonte: Tecmundo

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Fintech: a nova leva de startups que invadiu o sistema financeiro

O mundo vem vivendo uma onda de digitalização, com acesso a informações de toda natureza e busca diária por otimização operacional e de negócios. É aí que surge as Fintechs, empresas que reúnem tecnologia e finanças de modo inovador para oferecer serviços financeiros de forma mais efetiva do que os provedores tradicionais, como os bancos.

Usar tecnologia a favor do cliente, oferecer conveniência e segurança a um preço justo. Você certamente já ouviu este discurso na publicidade dos grandes bancos. A diferença é que agora surge uma leva de empresas efetivamente capazes de entregar isso: as fintechs, startups que aliam finanças com tecnologia e oferecem soluções inovadoras para empréstimos, investimentos, organização e planejamento dos gastos. A principal vantagem destas startups ante os bancos tradicionais está na transparência e na obsessão pela desburocratização.

É tudo feito online, resolvido via aplicativos ou, se necessário, conversando com pessoas que não seguem os abomináveis roteiros pré-prontos do telemarketing. A estrutura enxuta e os recursos tecnológicos permitem que os preços dos serviços das fintechs sejam mais baixos. Muitas garantem suas receitas apenas com as taxas recebidas nas transações financeiras — vindas, por exemplo, da bandeira do cartão de crédito — sem cobrar nada dos clientes.

O terreno está fértil para essas iniciativas, que conseguem alcançar até mesmo clientes que estavam fora do sistema financeiro. O Banco Central aponta que cerca de 40% da população economicamente ativa do Brasil não tem conta em banco. Por ser altamente regulado, antigo e liderado por poucas instituições, o setor financeiro demorou mais para ser atingido pela onda das startups no Brasil — mas a hora chegou.

Eduardo Diniz, pesquisador da área de tecnologia bancária e educação financeira da Fundação Getúlio Vargas, aponta que as fintechs atraem estes clientes que não eram bancarizados. “Quem tem conta em banco não vai fechá-la para usar os serviços de fintech, mas há um público que começa a ter acesso só agora e quer estas soluções”, diz, apontando que o fluxo vem tanto da população de baixa renda sem histórico bancário, quanto dos jovens, que só agora começam a entrar neste universo. Entre os serviços das fintech estão meios de pagamento, crédito, seguros e poupança.

O Nubank permite que o cliente controle seus gastos no cartão de crédito (MasterCard) direto do celular.

Eduardo evita chamar este movimento de desbancarização, afinal, mesmo que não passe pelas instituições tradicionais, as pessoas estão acessando recursos do mercado financeiro. É apenas um caminho diferente. “Hoje trabalhamos com um pacote de assinatura em que você paga, mas não usa todas as soluções oferecidas pelo banco. Em uma analogia com o que vemos no setor da telefonia, a tendência é que a gente passe a trabalhar com um modelo similar ao do celular pré-pago, em que o cliente paga pelo que usa efetivamente”, afirma.

QUEM SÃO OS NOVOS PLAYERS

É justamente na linha de oferecer soluções específicas para que o cliente não arque com um pacote que não utiliza que atuam as fintechs. “As startups vão oferecer serviços de banco, não se tornar bancos”, diz Victor Waller Sadalla, responsável pelo marketing da Controly, que oferece um cartão pré-pago. Todas as despesas feitas com ele aparecem direto no aplicativo oferecido para o cliente. Ali os gastos são categorizados para que o consumidor entenda como está gastando e consiga poupar. Victor fala sobre o diferencial da startup:

Ele estima que, entre o download do aplicativo e a abertura da conta, não são necessários mais do que quatro minutos. “Não precisamos de um monte de documentos em papel. Hoje temos mais eficiência com robôs de verificação.” Todos os assuntos podem ser resolvidos pelo app, mas a startup também oferece um canal de comunicação por chat online, batizado de Judith (quem não lembra de Fabio Porchat indo às turras com o telemarketing na Porta dos Fundos?). Só que, diferentemente do vídeo, em que a atendente só consegue tirar o cliente do sério, na Controly o canal de comunicação é prioridade. “Vemos como parte central do negócio”, diz.

Victor, da Controly, que batizou seu canal de atendimento ao cliente por chat de Judith — uma ironia com o telemarketing tradicional.A empresa atende cerca de 5 mil clientes hoje, número conquistado no boca a boca. O crescimento acontece em paralelo ao ajuste do serviço ao mercado. “Queremos garantir mais liquidez. Hoje só é possível carregar o cartão com um boleto, que é algo ultrapassado. O plano é eliminar isso, facilitar transferências de contas de outros bancos”, aponta, indicando que, para oferecer o serviço que pretendem, as fintechs precisam lutar contra ineficiências já enraizadas no mercado.

Este também é um desafio enfrentado pelo Nubank, que atraiu 1,5 milhão de clientes organicamente, também sem esforço de marketing. A proposta é simples: um cartão de crédito sem anuidade, sem taxas indecifráveis, com atendimento eficiente e digital. A bandeira Mastercard garante a aceitação em milhões de estabelecimentos no mundo. A linguagem da empresa em qualquer comunicação é simples e informal. “O crescimento rápido do interesse pelo nosso produto mostrou o quanto as pessoas estão fartas dos formatos tradicionais. A experiência dos clientes é horrível, com juros e tarifas muito altas”, resume Cristina Junqueira, co-fundadora e vice-presidente de operações da empresa.

Este ano, o Nubank planeja atender a uma demanda comum dos clientes: um programa de fidelidade que ofereça milhagens ou outros benefícios. É aí que ficou evidente a diferença entre a fintech e as empresas tradicionais. “Seria fácil oferecer algo que o mercado já tem hoje, mas não é este o nosso interesse. Percebemos que não há valor para o cliente em programas que são caros e oferecem experiência ruim”, diz Cristina. Diante desta constatação, ela prossegue, o jeito é criar solução nova, simples e que realmente traga vantagens aos consumidores. “Estamos estudando algo inovador e teremos novidades.”

“As fintechs são o segmento mais quente entre as startups hoje”, afirma Felipe Sotto-Maior, cofundador e CEO da Vérios, plataforma de gestão de recursos para investimento em carteira administrada que acaba de entrar em fase beta, com cerca de 700 pessoas na lista de espera. Um serviço que tradicionalmente custa caro e, portanto, as instituições financeiras só oferecem para investimentos superiores a 1 milhão de reais. “Criamos um algoritmo e automatizamos a aplicação, com isso os clientes podem aportar valores a partir de 50 mil reais”, conta.

Felipe quer atrair os clientes que hoje não cuidam tão bem de suas economias justamente porque não conhecem um jeito seguro de fazer isso. A meta é atrair investidores que visam o longo prazo, não os especuladores. Depois de preencher rápido cadastro no site da Vérios, o consumidor é classificado com um nível de risco e encontra um gráfico que mostra a expectativa de evolução de seus investimentos em vários cenários. As reservas são aplicadas de forma equilibrada de acordo com o perfil, distribuídas entre renda fixa e renda variável. Felipe diz o que considera ser um diferencial de seu serviço:

O espanhol Sergio Furio, CEO do BankFacil, também considera o mercado nacional promissor. Ele trabalhava em um banco em Nova York quando encafifou com a ideia de repensar o crédito, facilitando a oferta com um produto que contasse com plataforma digital. Começou a pesquisar países que pudessem receber esta solução e topou com o Brasil. “Encontrei potencial enorme: uma economia grande, com 200 milhões de pessoas, mas com sistema bancário que cobra juros muito altos. Percebi ineficiência na concessão de crédito sem garantia, o que torna tudo mais caro”, diz.

Segundo ele, o BankFacil é uma plataforma que usa tecnologia de análise de dados para conseguir empréstimos com mais facilidade e a juros menores. O cliente coloca um ativo pessoal como garantia. Com isso, o sistema dá acesso ao crédito a um público que estava à margem desta oferta até então. A startup já facilitou o empréstimo e 100 milhões de reais, e 500 mil clientes consultam a plataforma mensalmente. Na prática, a empresa atua como parceira de outras instituições financeiras, como um intermediador, gerando negócios para os bancos com condições melhores para os consumidores. “O Brasil tem um mercado muito consolidado, com apenas cinco ou seis grandes bancos. O consumidor quer ter mais opções e, nesse sentido, somos amigos das instituições: temos um olhar mais fresco e claro para oferecer isso”, diz.

E O FUTURO É O FIM DOS BANCOS? PROVAVELMENTE NÃO

Há consenso entre as fintechs de que vai demorar para que elas incomodem de verdade os bancos, mas alguns efeitos já começam a acontecer. “Vemos uma mudança de linguagem de algumas instituições, tentando essa aproximação que temos dos consumidores”, conta Cristina, do Nubank.

Eduardo, da FGV, acredita que, em 10 anos, os bancos continuarão com grande poder no mercado, mas que os novos negócios trarão diversificação e mais alternativas para o cliente. Para ele, a grande possibilidade é de que os serviços financeiros também entrem na onda do “on demand” já verificada em tantos setores. Apesar disso, o especialista é cético sobre a possibilidade de que as transformações aconteçam rapidamente. “As startups ainda não mostraram do que são capazes neste setor, que é altamente regulado. O pagamento com cartão, por exemplo, demorou décadas para se popularizar”, compara. Felipe, da Vérios, entende que o processo é lento, mas pensa diferente:

Ele aponta que, para prosperar, as empresas terão de investir em informação clara e transparente, nada de cobrar taxas mais altas do que o acertado ou empurrar produto para bater meta. Victor, da Controly, concorda. Para ele, a tendência é de uma mudança na lógica com que os bancos trabalham hoje. “Eles acabarão adotando a filosofia das fintech, que colocam o usuário no centro de tudo. A tendência é ter os bancos no backstage e as startups na linha de frente, como começa a acontecer em alguns países”, aponta, citando o exemplo do espanhol BBVA, que comprou a Simple, plataforma que centraliza contas em um só cartão e categoriza gastos.

“Os bancos foram construídos décadas atrás, com plataformas limitadoras e ultrapassadas. Eles não conseguem mudar isso por terem muitos usuários, então poderão buscar parceiros”, afirma Victor. Ele admite que as fintechs nunca terão a capilaridade e o alcance das grandes instituições. Nesse cenário, a principal ameaça para os bancos tradicionais não parece ser a perda de mercado, mas acompanhar uma transformação aparentemente inevitável. “Não vejo um processo de desbancarização, mas sim de rebancarização. As pessoas estão descobrindo um novo jeito de fazer banking.” Não teremos saudades da Judith.

Fonte: Projeto Draft

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Facebook lança campanha de combate ao mosquito transmissor do zika vírus

O Facebook, juntamente com a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), lançou na segunda-feira (18) uma campanha online para ajudar no combate ao mosquito Aedes aegypti. A campanha, que na rede social usa a hashtag #saizika, quer conscientizar os usuários da rede social sobre os perigos do mosquito, que transmite doenças como a dengue, chikingunya e, agora, o zika vírus.

Com essa conscientização, espera-se que o combate ao mosquito transmissor de tais doenças seja intensificado, com mais pessoas eliminando focos de procriação do inseto. Atualmente, 199 municípios brasileiros encontram-se em situação de risco.

Para assistir os vídeos, basta entrar na página do Facebook Brasil:  www.facebook.com/FacebookBrasil

Fonte: Techtudo

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