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Facebook lança Workplace, plataforma social para empresas

Site tem recursos do Facebook, mas está ligado aos sistemas corporativos.
Acesso ao Workplace custará de US$ 1 a US$ 3 a empresas participantes.

O Facebook anunciou o Workplace, sua plataforma social voltada para empresas, nesta segunda-feira (10). O serviço funcionou durante um ano com uma versão de teste, e já acumula com cerca de mil clientes corporativos.

Workplace by Facebook é uma espécie de versão profissional da rede social criada por Mark Zuckerberg que pretende colocar em contato todos os funcionários de uma empresa ou organização através do telefone celular.

A plataforma “tem a ambição de mudar a forma de trabalhar das empresas, de dar voz a todos, de oferecer aos funcionários, inclusive os que até então não tinham um e-mail corporativo, as mesmas ferramentas de comunicação que usam em sua vida privada”, explicou à Agência Efe o diretor do projeto, Julien Codorniou.
O serviço é independente do Facebook, embora funcione de forma similar: também conta com um mural, chat, transmissões ao vivo (Facebook Live), grupos, traduções automáticas e ligações de voz e vídeo por IP.

Integrada ao sistema tecnológico de cada empresa, a plataforma pode ser utilizada pelos sistemas operacionais iOS, Android ou por meio de um navegador.
Codorniou afirmou que o serviço é fácil de usar, não necessita nenhum tipo de formação e melhora a produtividade empresarial ao simplificar a comunicação interna.
O Facebook trabalhou durante dois anos no desenvolvimento da plataforma, que pretende “conectar através do celular todos os empregados de uma empresa” independentemente do cargo ocupado. O sistema foi testado com clientes reais no último ano, durante o qual funcionou sob o nome de Facebook at Work.

Os preços do serviço serão definidos em função do número de funcionários das organizações: US$ 3 por usuário ativo ao mês para empresas de até mil empregados, US$ 2 para as empresas de 1.001 a 10 mil funcionários, e US$ 1 por usuário para as que tiverem mais de 10 mil profissionais.

As organizações sem fins lucrativos e as instituições educativas poderão utilizar o Workplace de forma gratuita. Segundo Codorniou, as tarifas são “razoáveis” se for levado em conta que um e-mail corporativo costuma custar US$ 6 ou US$ 7 por empregado.

O diretor detalhou que a fatura mensal dependerá do nível de uso: a empresa só pagará se seus empregados utilizarem a plataforma.
Cerca de mil organizações já trabalham com a Workplace by Facebook, entre elas Danone, Booking.com, Starbucks (nos Estados Unidos), Oxfam e Save the Children.
Além disso, a rede social indicou que iniciou um programa de colaboração com sócios – como Deloitte Digital, Edelman, Weber Shandwick ou Ketchum – para impulsionar a implantação da plataforma entre seus clientes.

Fonte: G1

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A publicidade sem ROI acaba de morrer: adapte-se ou junte-se a ela

Quando o McDonald’s adere à remuneração unicamente baseada em performance, o recado para as agências é “entregue resultados reais e mensuráveis ou saia sem um centavo”

No mês de agosto, o McDonald’s trocou sua agência publicitária nos EUA. Sai Leo Burnett, entra Omnicon. Parece mais uma notícia normal do meio publicitário. Mas, se olharmos com calma, esse acontecimento pode ser visto como um grande marco na história do mercado. Tudo isso por um único motivo: no acordo, o grupo Omnicom será remunerado unicamente com base em resultados específicos de negócio que gerar para o McDonald’s. É isso mesmo, nada de BV ou qualquer outra forma de remuneração clássica do mercado publicitário. Entregue resultados reais e mensuráveis ou saia sem um centavo.

A tendência está clara, as empresas não vão mais investir em marketing, especialmente em publicidade, que não traga resultados diretos para o negócio. O fato de uma das contas publicitárias mais tradicionais do mundo ser agora 100% baseada em performance está praticamente gritando isso para o mercado. De certa forma, era previsível que a publicidade “de massa”, mais cedo ou mais tarde, precisaria começar a prestar contas. A internet mudou radicalmente o nível de exigência de CEOs sobre os resultados práticos de seus investimentos em marketing.

Antes, não havia tecnologia confiável para nos dizer exatamente quantos reais em vendas foram gerados por cada esforço de comunicação. Além disso, alternativas como pesquisas de mercado custavam fortunas e eram demoradas. Hoje, entretanto, qualquer PME pode ter dashboards mostrando, em tempo real, o retorno exato de todos os seus investimentos. O fato de uma gigante como o Omnicom aceitar um deal como esse, é a prova de que o mercado publicitário não tem outra saída a não ser se adaptar a esse novo cenário.

Agora, não adianta mais defender uma ação de resultados duvidosos no gogó, dizendo que foi uma “ação inovadora”, que melhorou a “personalidade da marca” ou que gerou “buzz nas redes sociais”. Quando se está falando com gestores, é difícil argumentar contra os números das vendas. Essa nova realidade traz duas consequências que preocupam muita gente do mercado publicitário: primeiro, se você não entregar resultados reais, você está fora do jogo; segundo, se você não tiver capacidade técnica para mensurar a sua performance, mesmo que o seu trabalho esteja bom, você também corre sérios riscos. Afinal, gestores agora só se satisfazem com números.

Os próprios diretores de marketing das empresas nunca estiveram tão ameaçados. A falta de capacidade em demonstrar ROI (retorno sobre o investimento) tem gerado demissões recorde. De acordo com uma pesquisa recente, 48% dos 30 maiores varejistas americanos trocaram a liderança de marketing nos últimos 12 meses. Isso porque os gestores de empresas estão exigindo uma demonstração clara de eficiência em vendas. E para muitos profissionais de outra época, a dificuldade de lidar com esse modelo de performance está lhes custando o emprego.
É importante lembrar que, obviamente, a tecnologia de hoje ainda não consegue mensurar todos os efeitos da publicidade com precisão. Ainda precisamos evoluir muito para entender exatamente o retorno de investimentos mais “subjetivos” como ações de branding. Não temos métricas 100% confiáveis para mensurar seus resultados para o negócio, mas sabemos que, se bem feitos, eles podem sim colaborar fortemente na geração receita.

Mas, independente disso, a realidade é que os gestores provaram o sabor da mensuração e gostaram. Eles viram o poder da avaliação minuciosa de performance em plataformas como o Google Analytics e o Adwords. Agora, eles vão exigir isso para tudo. E na medida em que o marketing de performance vai ficando mais “mainstream”, será cada vez mais difícil encontrar uma empresa que aceite trabalhar sem a mensuração precisa de resultados palpáveis.
Inevitavelmente, muitas agências ficarão pelo caminho. Afinal, além de não terem o domínio técnico para isso, há algo ainda mais sério: elas não têm a cultura. O mercado de comunicação brasileiro é perigosamente “colado” aos aspectos puramente criativos da publicidade. Algumas agências investem infinitamente mais tempo discutindo a estética de suas peças do que planejando e mensurando o impacto real que elas trarão para o bolso dos clientes. Por isso, esta atual mudança de paradigma será grande demais para alguns players do mercado suportarem.

Hoje, o palco ocupado por ideias inovadoras mas com potencial de resultado questionável, será tomado pelos casos que trouxerem resultados reais para as marcas. Saem as ideias “criativas”, entram as ideias que vendem. Parece cruel, mas pense comigo: receber por performance, como no acordo do McDonald’s com o Omnicom, fará a sobrevivência de agências, finalmente, depender dos resultados reais que elas geram para os clientes e não mais de relacionamentos, discursos ou ideias criativas agradáveis para os olhos de um ou outro decisor. E não era para ser assim desde o começo?

Estamos em um caminho sem volta. Se você é profissional de comunicação, cuidado para não ficar do lado errado nessas drásticas mudanças que já começaram pelo mundo. Por um movimento natural de mercado, as agências e seus clientes passarão a concentrar seus recursos na contratação de profissionais de performance. Depende de suas atitudes fazer com que esse fato seja uma grande ameaça ou uma grande oportunidade para você.
Para as agências, é “simples”: é preciso mensurar e entregar resultados reais. Ou, muito em breve, quem não conseguir se adequar poderá ter que achar um jeito de pagar suas contas com estátuas de Leões de Cannes.

Fonte: Meio & Mensagem

Whindersson Nunes deixa Porta dos Fundos pra trás e é o maior do YouTube BR

Por muito tempo, o YouTube brasileiro esteve dominado por um canal de humor conhecido por grande parte dos leitores: o Porta dos Fundos — liderado por Fabio Porchat, Gregorio Duvivier, Karina Ramil, Thati Lopes, Antonio Tabet e vários outros humoristas de renome.

Mas na última segunda-feira (03 de outubro), um vlogueiro (independente autônomo solitário dono de seu próprio nariz e de seus vídeos) chamado Whindersson Nunes deixou o Porta pra trás. Pois é, parecia difícil que alguém conseguisse, mas ele conseguiu ultrapassar o Porta dos Fundos em número de inscritos.

De acordo com o Social Blade, Whindersson tem agora 12.636.026 de inscritos, enquanto o Porta dos Fundos fica com 12.628.466 — um número que está bem longe de ser ruim, não é mesmo. È bom lembrar que o Porta dos Fundos conta com uma equipe profissional de produção para seus vídeos, enquanto o vlogueiro trabalha apenas com vlogs mais simples.

E muito se engana quem achou que isso ia dar algum tipo de “treta na internet”. Apesar de disputarem a liderança, os dois canais não são adversários nem de público e nem publicidade — uma vez que as mensagens passadas são bem diferentes, lembrando ainda que o consumidor de conteúdo digital pode ter acesso a ambos, não é mesmo?

Como você pode ver no tweet acima, até mesmo Antonio “KibeLoco” Tabet parabenizou Whindersson pelo feito. E nós também parabenizamos! Afinal de contas, chegar a uma marca tão impressionante dessas sozinho no YouTube não é para qualquer um!

FONTE: Techmundo/Social Blade

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Snapchat muda de nome e lança óculos ‘fashion’ que faz fotos e vídeos

Produto começa a ser vendido até o final do ano e vai custar US$ 130

O Snapchat anunciou na sexta-feira,24, no final da noite uma mudança importante na estratégia. A empresa passou a se chamar apenas Snap, apesar de ter mantido o nome do aplicativo, que é sucesso entre os jovens, como Snapchat. A companhia também lançou seu primeiro produto de hardware: um óculos com jeitão fashion que tem uma câmera para fotografar e gravar vídeos curtos, de dez segundos.

Chamado de Snapchat Spectacles, os óculos em nada se parecem com o Glass, óculos inteligente do Google. Ele parece com um óculos de sol, mas é equipado com uma câmera simples acionada por meio de um pequeno botão na lateral. Cada vez que o usuário toca no botão, ele começa a gravar um vídeo de 10 segundos. É possível estender o vídeo duas vezes – ou seja, a gravação máxima terá cerca de 30 segundos.

Os vídeos gravados com a câmera possuem uma gravação circular com ajuda de uma lente cujo ângulo é de 115º, tentando imitar a visão humana. Apesar de serem gravados em formato circular, os vídeos serão “corrigidos” pelo aplicativo quando forem postados, para serem visualizados da melhor forma no smartphone dos outros usuários. A bateria dura cerca de um dia, e o aparelho) pode ser carregado através de cabo USB, bem como por sua caixinha (que carrega os óculos por meio de indução).

Os óculos podem ser sincronizados com o smartphone, o que permite compartilhar o conteúdo por meio do aplicativo com auxílio de uma conexão Wi-Fi – usuários de iOS também poderão enviar seus vídeos para o celular através de uma conexão Bluetooth. Os óculos serão lançado em três cores até o final do ano, mas as unidades serão limitadas. O aparelho será vendido ao preço de US$ 130.

Nova fase. “Quando nós começamos, fazia sentido chamar nossa empresa de Snapchat, pois só tínhamos o aplicativo”, disse o fundador e presidente executivo do Snapchat, ao jornal norte-americano The Wall Street Journal. “Agora que nós estamos desenvolvendo outros produtos, precisamos de um nome que vá além do aplicativo.”

A mudança representa uma nova fase para a companhia, que foi fundada em 2011 por Spiegel em seu dormitório na Universidade de Stanford, onde cursava design de produtos. No ano seguinte, ele deixou o curso para se dedicar ao Snapchat, tamanho o sucesso do aplicativo, em especial entre os usuários de internet mais jovens. Desde então, o aplicativo cresceu e passou o Twitter em número de usuários: atualmente, mais de 150 milhões de pessoas usam o app todos os dias no mundo.

Os Spectacles não são o primeiro produto além do aplicativo produzido pelo Snapchat, que também possui formas de gelo, mochilas e até almofadas especiais com o formato de seu “fantasminha-símbolo”. No entanto, é o primeiro aparelho cujo uso está diretamente relacionado ao aplicativo que tornou a agora Snap Inc. famosa.

Fonte: Estadão

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WhatsApp começa a compartilhar dados com Facebook; entenda o que muda

O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (25) uma mudança na forma como lida com os dados dos usuários, com o objetivo de compartilhar informações com o Facebook. A rede social é dona do mensageiro, considerado o aplicativo mais popular do Brasil. A mudança tem relação com uma atualização nos termos de serviço do WhatsApp, aquele conjunto de regras jurídicas com as quais todo internauta concorda ao instalar o programa.
O que significa WhatsApp em português? Veja essa e outras curiosidades
De acordo com o WhatsApp, essa é a primeira vez que os termos de uso e privacidade são alterados nos últimos quatro anos. Entenda o que muda para você.
Compartilhamento com o Facebook
A imagem que você vê abaixo retrata uma mensagem que os usuários do WhatsApp passarão a receber a partir de hoje nos smartphones com Android e nos iPhones (iOS). Será desta forma que o WhatsApp pedirá autorização para vincular o número de celular com o perfil no Facebook.

Os usuários que não quiserem o compartilhamento dos dados terão “até 30 dias para decidir se gostariam de concordar e continuar utilizando o WhatsApp”. O WhatsApp esclareceu ao TechTudo que não será mais possível rejeitar a mudança depois que o prazo de 30 dias acabar. Além disso, os novos usuários serão obrigados a aceitar a nova política de privacidade e termos de uso para usar o aplicativo – eles não terão escolha.
A integração do WhatsApp com o Facebook permitirá à rede social saber “com que frequência as pessoas usam nosso aplicativo e também conseguiremos ser mais eficazes no combate ao spam”. A mudança nos termos de serviço também possibilitará “melhores sugestões de amizade e anúncios mais relevantes” no Facebook.
A lógica é a seguinte: ao trocar mensagens com uma loja pelo WhatsApp, a possibilidade de ver uma propaganda desta loja no Facebook aumenta. Além da rede social, o compartilhamento dos dados também poderá valer para outros aplicativos mantidos pelo Facebook, como o Instagram e o MSQRD.
O escritório do WhatsApp ressaltou que não vai exibir publicidade estilo banner – como as imagens publicitárias vistas em páginas da internet – nas janelas do mensageiro. “Por exemplo, você poderá receber notificações sobre o status do voo de sua viagem, um recibo de uma compra que você tenha feito, ou uma notificação assim que uma entrega tenha sido feita. Mensagens de marketing que você venha a receber poderão conter ofertas de algo que lhe interesse”, explica a documentação oficial do aplicativo.

Criptografia e privacidade

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Apesar de explorar os dados dos usuários para gerar mais receita para o Facebook, o WhatsApp afirma que continua comprometido com a proteção das mensagens enviadas a amigos e grupos. A criptografia de ponta a ponta foi ativada no primeiro semestre de 2016 e impede que o próprio WhatsApp, o Facebook e terceiros interceptem o conteúdo das mensagens em texto, imagem ou vídeo.
“Nós também não iremos vender, compartilhar ou disponibilizar o seu número de telefone para anunciantes”, informa a nota.

Fonte: TechTudo

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Google Duo: ‘Skype do Google’ chega ao Android e iPhone

O Google Duo, novo aplicativo do Google para fazer ligações em vídeo, chegou nesta semana às lojas de aplicativos do Android e do iPhone (iOS). Apesar de o anúncio ter sido global, por enquanto o software não está disponível para internautas do Brasil. De acordo com a empresa, a previsão é de que ele desembarque na Google Play Store e na App Store brasileiras “nos próximos dias”.

De acordo com a empresa de internet, o programa foi criado para funcionar “mesmo em redes lentas”. Além disso, ele não requer uma conta Google, como acontece atualmente com o Hangouts.

 

Google Duo é um app para ligações de vídeos similar ao FaceTime (Foto: Divulgação/Google) (Foto: Google Duo é um app para ligações de vídeos similar ao FaceTime (Foto: Divulgação/Google))Google Duo faz chamadas em vídeo; funcionamento é similar ao do Skype (Foto: Divulgação/Google)

 

O aplicativo foi mostrado pela primeira vez no evento que o Google realizou na Califórnia, Estados Unidos, em maio deste ano. Na conferência Google I/O foi destacado o funcionamento do Google mesmo em redes 2G. Uma das recomendações para novos usuários, inclusive, é que iniciem uma ligação enquanto estão na rede Wi-Fi e depois desativem essa conexão, para que o programa faça a migração para a rede 4G/3G.

O novo rival do Skype também tem entre seus recursos de maior importância o funcionamento nos dois maiores sistemas de celular da atualidade. Embora esteja no Android e no iOS, o sistema do Google leva vantagem com a função Knock Knock – ela permite ao dono do telefone ver o vídeo de quem está ligando, na própria tela de desbloqueio do Android, antes mesmo de atender a ligação.

Segundo o Google, “o iOS não oferece esse recurso para os apps, então o Knock Knock funciona somente se o aplicativo já estiver aberto no smartphone de quem recebe a chamada”.

De graça, o Google Duo é compatível com 78 idiomas. Em alguns países ele ainda não foi liberado, como é o caso do Brasil. Na Play Store nacional aparece a opção de “Pré-registro”, que informa ao internauta quando o programa fica disponível para baixar.

 

Fonte: TechTudo.

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Anúncios no Facebook poderão ser direcionados para usuários que mais acessam site da marca

O Facebook adicionou um novo filtro para a criação de público-alvo personalizado em anúncios. Segundo o Adweek, agora os anunciantes poderão selecionar os usuários de acordo com o tempo médio que cada um passe em seu site.

Será possível categorizar os mais ativos e selecionar apenas os que estejam em sua estratégia de veiculação. A novidade facilitará classificar e selecionar as pessoas que estejam realmente interessadas em seu produto/serviço, resultando em uma maior taxa de conversão.

A novidade ainda não está disponível no Brasil, mas deve ser lançada em breve.

Rohan Dhawan, especialista em marketing digital, publicou um vídeo sobre como funciona a novo filtro. Confira:

 

Fonte: Adnews.

Mark Zuckerberg compartilha como será o Facebook em 2026

Não é todo dia que ouvimos Mark Zuckerberg falando sobre o Facebook, internet e como ele vê o futuro de tudo isso. Não é todo dia que o CEO e cofundador da maior rede social do planeta fala abertamente com a imprensa ou dá entrevistas exclusivas. Hoje, no entanto, parece um dia especial.

Ao site The Verge, Mark Zuckerberg deu uma extensa entrevista. Falou sobre como imagina o futuro de sua empresa, da internet, das comunicações, falou sobre robôs, inteligência artificial e realidade virtual. Pouca coisa ficou de fora.

Após dez anos de existência, ele explica, o Facebook finalmente entendeu qual é seu motivo de existir: conectar as pessoas que não têm conexão com a internet. Para isso, a empresa precisa superar três obstáculos diferentes, que são acessibilidade, disponibilidade e conscientização.

A principal entre elas é a disponibilidade das redes. “Mesmo que tivessem um telefone, essas pessoas não teria um sinal [de internet], já que não há nenhuma fibra ou nenhuma rede de banda larga móvel onde eles vivem”, explica Zuckerberg. E esse não é um problema isolado. Ele afirma que 1,6 bilhão de pessoas convivem com esse obstáculo à conexão.

Foi a partir dessa questão que a empresa viu que precisa desenvolver tecnologias alternativas. As ideias são variadas. Nesta semana, por exemplo, aconteceu o voo inaugural de Aquila, um avião movido a energia solar que envia sinal de internet enquanto sobrevoa uma região.

Zuckerberg era um dos presentes neste primeiro voo. “Sabe, se você me dissesse, quando eu ainda estava começando o Facebook, que um dia eu iria construir aviões, eu diria que você era louco”, disse. “Porém, os aviões são muito importantes para cumprirmos a missão de conectar todo o mundo.”

Para vencer a questão da acessibilidade, Zuckerberg sugere duas aproximações: tornar os dados mais baratos ou então utilizar menos dados. O Facebook tem planos nessa área, como você já deve imaginar. Fornecer desenhos e tecnologias sem cobrar direitos de uso é uma dessas estratégias.

“Se podemos salvar os bilhões da indústria de telecomunicações, isso será revertido na forma de preços mais baixos de dados para os consumidores”, diz ele, de forma otimista.

A última questão é conscientizar pessoas que podem ter internet, mas que nunca tiveram a experiência e acham que se conectar é algo dispensável. O Facebook trabalha com o Free Basics para essas pessoas. O programa permite o acesso de graça a serviços essenciais. A conclusão é que depois de ver um novo mundo, as pessoas aceitam pagar pelo acesso.

Realidade virtual e aumentada

Assim como ele já havia dito em uma apresentação na convenção F5, ele descreveu o avanço do conteúdo na rede na entrevista. No início, tudo era texto. Depois, a internet foi ganhando vida com fotos e, posteriormente, vídeos. “Mas esse não é o fim da linha”, diz ele se referindo à realidade virtual como próximo passo.

Ele acredita que serviços como Facebook, Messenger e WhatsApp terão interface especial para uso em dispositivos de realidade virtual. “Você terá óculos ou até lentes de contato. Você poderá olhar ao redor, ver coisas diferentes e interagir com todas elas usando as suas mãos”, sonha o CEO.

Junto com a realidade virtual, também teremos interfaces com realidade aumentada–e o Facebook já faz pesquisas nessa área. “Na minha mente, a realidade virtual é mais fácil de ser construída e levada a muitas pessoas, foi por isso que começamos com ela, do ponto de vista de produto. Mas também estamos pesquisando realidade aumentada de forma muito séria também.”

Inteligência artificial

Para Zuckerberg, a inteligência artificial se divide em dois campos: reconhecimento de padrões e uma categoria gigantesca de aprendizado não supervisionado. Ele acredita que o reconhecimento de padrões pode melhorar a vida de muitas pessoas. A tecnologia poderia descrever imagens para deficientes visuais, identificar doenças de forma mais ágil e até identificar quais drogas funcionariam melhor em caso de certas doenças.

“É importante lembrar que isso não é nenhuma mágica, certo? É matemática, estatística e reconhecimento de padrões, combinados ao uso de uma grande quantidade de dados”, explica.

Robôs

“Mensalmente, milhões de pessoas fazem perguntas a páginas do Facebook sobre informações do negócio”, explica Zuckerberg como a fonte da ideia da criação de robôs que conversam no Messenger. Com isso, não seria preciso ter uma pessoa, que leva horas ou dias, para uma simples resposta. Tudo ficaria automatizado.

“Eu não acho que conversação seja a melhor maneira de se interagir com tudo, mas acho que pode ser 10 ou 100 vezes melhor do que a forma como as pessoas interagem com estabelecimentos comerciais hoje”, explica.

Fonte: Exame.

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5G: tudo que já sabemos e que você precisa saber

Ainda é cedo, mas a data está definida. Recentemente, a União Internacional de Telecomunicações, um órgão da ONU, definiu que a quinta geração da internet móvel precisa ter um padrão comercializável até 2020; daqui a cinco anos. A primeira reunião oficial para definir os padrões do 5G está agendada para o dia 15 de setembro no 3GPP, órgão que padroniza as tecnologias de comunicação móvel. Nesses próximos cinco anos, a indústria deve investir quatro trilhões de dólares na tecnologia – Coreia do Sul, Estados Unidos, Europa e Japão estão à frente dessas pesquisas.

Mesmo antes de ter um padrão definido, o 5G já é bastante promissor e deve definitivamente transformar a Terra em um planeta conectado. Parece exagero, mas daqui a pouco você vai concordar. O 3G e o 4G também são padrões de banda larga móvel; a diferença é que até hoje o alvo dessas conexão eram basicamente nós, seres humanos. Agora este cenário começa a mudar; especialmente com a chegada de vez da “Internet das Coisas”. Com o 5G, a ideia é criar uma rede capaz de oferecer cobertura confiável a bilhões de dispositivos: a previsão é que tenhamos 665 bilhões de dispositivos conectados nos próximos cinco anos.

As principais diferenças do 5G em relação ao 4G estão relacionadas à escalabilidade, disponibilidade, latência e, claro, velocidade. Testes mostram que o 5G terá capacidade de transmitir dados a até 20 gigabits por segundo; velocidade suficiente para baixar um filme em altíssima definição em poucos segundos. Para você ter uma ideia, hoje, a conexão de internet mais rápida oferecida aos consumidores brasileiros é de 500 giga. Não é nem 10% da velocidade que 5G vai trazer para nossos smartphones. No início do ano, em Barcelona, na Mobile World Congress – o maior evento de mobilidade do mundo – vimos pela primeira vez testes com velocidade de até 10 gigabits por segundo.

Mas especialistas afirmam que não vamos ter que esperar tanto para ter altíssimas velocidades de conexão nos nossos dispositivos móveis. O 4G está evoluindo e deve, em breve, atingir o patamar de 450 megabits por segundo e, em um futuro não muito distante, chegar à casa do 1 gigabit por segundo.

Além de uma capacidade de alcance e cobertura superior ao 4G, as novas estruturas do 5G devem permitir atingir latência de apenas um milissegundo. Traduzindo: latência é, grosso modo, o tempo entre você clicar em algo no seu smartphone, esse comando chegar a um servidor e a resposta desse servidor chegar de volta para você. Com uma latência tão baixa, vamos ter respostas imediatas em equipamentos conectados; algo fundamental para, por exemplo, os carros autônomos…

A arquitetura da rede do 5G terá algumas peculiaridades para poder oferecer total disponibilidade e cobertura.

E o Brasil, como fica nessa história? Para aproveitar a nova tecnologia é preciso se antecipar – o que, todos nós sabemos, não é muito típico por aqui. Mas sabendo que o 5G chegará em 2020 e trará outra realidade para os seres humanos e até um novo cenário para a economia, teríamos que começar a nos preparar a partir de hoje. Discutir regulamentação, licenças, equipamentos e tudo que envolve o 5G. As previsões são otimistas. Ainda que o Brasil tenha um atraso em relação à disponibilidade e adoção do 4G; por outro lado, esse atraso já é menor do que foi na época do 3G.

Fonte: Olhar Digital

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O que é realidade aumentada, chave do sucesso de Pokémon Go

Pokémon Go é o jogo mais sofisticado criado pela Nintendo para smartphones e já é uma febre em todo o mundo. A chave do sucesso do aplicativo é combinar a geolocalização com a realidade aumentada, que é diferente da realidade virtual.

Enquanto a realidade virtual coloca o usuário em um local totalmente fictício, a realidade aumentada visa unir, em tempo real, os mundos real e virtual por meio de um software.

Basicamente, o jogo funciona por meio da câmera, que coloca, na imagem que você vê através dela, criaturas que não estão lá – como um Pokémon. Para efeito de comparação, vale a menção do Snapchat, que põe sobre os rostos dos usuários acessórios virtuais.

Apesar do entusiasmo sobre a tecnologia desde a década de 1930, a realidade aumentada começou a ser usada em 1962, quando foram implementados paineis inteligentes em aviões de guerra, que mostravam informações sobre a aeronave no próprio vidro dianteiro, de maneira a evitar que o piloto desviasse o olhar do seu percurso. Outro exemplo mais simples de realidade aumentada são as etiquetas, que têm um código de duas dimensões para ser analisado por um software, como um QR Code.

O termo, em si, é usado desde 1990, quando o pesquisador da Boeing, Tom Caudell, o utilizou para descrever um display usado por engenheiros que misturava gráficos virtuais com a realidade.

Desde os anos 1960, ela já foi usada por diversas empresas. Os casos mais recentes e populares são o Google Glass e vários outros aplicativos para smartphones, como é o caso do game chamado Ingress. No entanto, nenhum outro produto ou app teve adesão tão grande e tão rápida de usuários globalmente.

O Pokémon Go foi tão bem-sucedido na tarefa de cativar donos de smartphones Android e iOS a ter a experiência de capturar monstrinhos no mundo real que Niantic (responsável pelo desenvolvimento do game) anunciou estar com problemas em seus servidores e suspendeu o lançamento do game em outros mercado, como o Brasil. O plano inicial era lançar o jogo nas próximas semanas por aqui.

A Nintendo e a Niantic realizaram dois trabalhos que levaram meses desde que o app foi anunciado: criar visuais de Pokémon tridimensionais e colocá-los em pontos específicos em um elaborado sistema de mapas.

Combinando as duas ferramentas de software, foi possível colocar os monstrinhos em pontos do mapa. Por enquanto, só é possível capturá-los com Pokébolas virtuais. Ainda não há como batalhar contra os pokémons dos seus amigos – ao estilo Yu-Gi-Oh.

A parte dos mapas de Pokémon Go foi feita com a tecnologia e a expertise da Niantic. Seu CEO, John Hanke, é um veterano do Google e um dos responsáveis pela fundação da Keyhole, a empresa comprada pelo gigante das buscas online para dar início ao Google Earth.

Por conta disso e pelo fato de Hanke ter ao seu redor vários profissionais que já trabalharam no Google Maps, Pokémon Go tem uma tecnologia de geolocalização de alta precisão.

Outra parte do trabalho conjunto de realidade aumentada e localização foi decidir onde cada tipo de Pokémon deveria aparecer. Em uma entrevista ao Mashable, Hanke disse que levou em conta dos tipos (água, pedra, grama, etc) para determinar o local em que cada monstrinho aparece. Por exemplo, um Squirtle, um Pokémon tartaruga, pode ser encontrado perto de um rio ou riacho.

Apesar da tecnologia de realidade aumentada ainda estar em desenvolvimento dentro da Niantic, seu CEO acredita na possibilidade de jogos e aplicativos funcionando em conjunto com óculos especiais.

“Muitos desses sistemas provavelmente irão funcionar bem dentro de ambientes fechados a princípio. Mas certamente, dentro de uma década, vamos ver algum tipo de dispositivo visual imersivo que você poderá usar dentro ou fora de casa para jogar games como Pokémon Go e ver Pokémon em um contexto tridimensional”, declarou Hanke.

Veja o vídeo de divulgação de Pokémon Go a seguir.

Fonte: Exame.

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Facebook inicia adoção de ‘conversas secretas’ no Messenger

O Facebook anunciou que usuários começaram a receber a opção de “conversas secretas” pelo aplicativo para celular do Messenger. A opção ativa a criptografia nas conversas nos mesmos moldes e com a mesma tecnologia do WhatsApp, que pertence ao Facebook. Porém, diferente do WhatsApp, o recurso não está ativado por padrão em todas as conversas do Messenger.

A criptografia tem por objetivo impedir que mensagens interceptadas possam ser lidas pelo interceptador. A criptografia dificulta a atuação de criminosos, mas também impõe um grande obstáculo à polícia. Como as chaves necessárias para decodificar a conversa ficam só no celular, as autoridades não podem solicitar as mensagens armazenadas pelo Facebook – a versão da mensagem que a rede social possui está embaralhada e ilegível.

O diretor de segurança do Facebook, Alex Stamos, publicou no Twitter algumas explicações para o recurso de segurança do Messenger não estar ativado por padrão. Um dos problemas é a compatibilidade entre dispositivos. Uma vez que a conversa secreta for iniciada no celular, ela fica ilegível no computador, no tablet e em qualquer outro dispositivo no qual o Facebook for acessado.

A tecnologia ainda tem outras limitações, como a incompatibilidade com conversas de voz e vídeo. Além disso, o recurso de busca não consegue encontrar mensagens que foram trocadas em uma “conversa secreta”.

Por causa disso, explicou Stamos, não faz sentido que a criptografia seja ativada por padrão no Facebook Messenger nesse momento.

Para iniciar uma conversa secreta, é preciso abrir as opções do contato no aplicativo e procurar a opção lá. Porém, o recurso não está disponível para todos os usuários. O Facebook não informou um cronograma para a disponibilidade do recurso.

 

Conversas secretas no Facebook Messenger têm cor diferente e cadeado na foto do contato. (Foto: Divulgação/Facebook)

Com a novidade, a usabilidade do Facebook Messenger fica parecida com a do Telegram, cuja criptografia também só é ativada quando o usuário abre um “chat secreto”.

A inclusão de criptografia ponta-a-ponta no Messenger também isola o Google, que ainda não tem oferta semelhante. O mensageiro Allo, que deve ter criptografia, ainda não foi lançado. A extensão “End to End” para o Chrome, que deveria adicionar recursos de criptografia ao Gmail, foi prometida em 2014 e ainda não está pronta.

Fonte: G1.

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Snapchat lança nova função para salvar fotos e vídeos

Snapchat anunciou um novo recurso que permite aos usuários salvar e compartilhar conteúdo, uma grande mudança para o popular aplicativo de mensagens sociais amplamente usado para envio de fotos e vídeos que desaparecem em um dia.

O novo recurso, chamado “Memories”, é um álbum dentro do aplicativo no qual usuários podem salvar fotos e vídeos que podem ser enviados posteriormente para o “Story”, um slide show que desaparece após 24 horas.

Até agora, as fotos e vídeos devem ser imediatamente enviados após terem sido registrados. O movimento pode sinalizar que o Snapchat, conhecido por seu imediatismo, espontaneidade e simplicidade, está querendo no mercado das redes sociais mais populares, como o Facebook.

Nos últimos anos, o Snapchat acrescentou publicidade e conteúdos patrocinados e a avaliação da empresa subiu para cerca de 18 bilhões de dólares. Sua base de usuários também ficou mais velha, com cerca de 40 por cento dos usuários agora com idades entre 25-34 nos Estados Unidos. Cerca de 14 por cento dos usuários têm mais de 35 anos, de acordo com o medidor digital de comScore.

“É divertido encontrar imagens velhas para celebrar um aniversário ou uma data especial e reuni-las para formar uma nova história “, disse Snapchat em seu blog nesta quarta-feira.

O Snapchat tem 150 milhões de usuários diários, de acordo com um relatório da Bloomberg no mês passado, superando Twitter, que tem menos de 140 milhões de usuários diários.

Fonte: Exame.

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